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Série Bah - Bahia
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Relações com outros órgãos estatais, pessoas físicas e jurídicas.
Relação com Governos Provínciais
Bahia
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葡萄牙文 » Bahia
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Circular comunicando que o imperador manda acusar recebimento do ofício da junta do governo da Província da Bahia.
Circular informando sobre a revolta na capital da Província da Bahia, onde num ato de rebeldia, hastearam um estandarte de um governo apelidado de republicano. O autor aborda sobre a importância de restaurar a ordem pública e ordena o bloqueio do porto da cidade de São Salvador, reafirmando a legitimidade do governo Imperial.
Circular enviada ao Corpo Diplomático em 13 de janeiro de 1828, comunicando a revolta ocorrida e que tem afligido a capital da Província da Bahia.
Circular enviada em 5 de junho de 1829 para o presidente da Bahia, comunicando sobre a viagem ao interior do Império dos condes Schulenburg e Raigecourt.
Panfleto original assinado por Francisco Bernardino de Souza (1805-1875), da data de 18 de agosto de 1833, intitulado como “Breves memórias sobre o Seminário dos órfãos de S. Joaquim e seu instituidor o Irmão Joaquim Francisco do Livramento”. Detalha os esforços de Joaquim Francisco do Livramento (1761-1829), em auxiliar os órfãos da Bahia. Reconta que, em 1798, Livramento reuniu documentos e redigiu um requerimento para D. Maria I (1734-1816), pedindo concessão de licença para construir um hospital na Bahia, o qual foi concedido em 1799, pormenoriza doações, e outras questões administrativas do hospital. Finaliza comentando que Francisco de Assis Mascarenhas (1779-1843), Conde de Palma e Governador da Bahia, transferiu o seminário dos órfãos para um convento que pertencia aos jesuítas, além de ter promovido obras.
Decreto original do Governo Provisório da Província da Bahia, emitida em 30 de dezembro de 1823. Expedida pela Secretaria de Estado que nomeia Luiz José Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde da Cachoeira, como Ministro e Secretário de Estado dessa repartição pelo Império.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, com data de 02 de outubro de 1824, informando que deu ordens à Intendência da Marinha e a Mesa de Inspecção acerca das aquisições dos navios empregados no comércio lícito de escravos, comunica sobre o novo método de medição por toneladas.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, com data de 07 de janeiro de 1825, tratando sobre a nomeação de Jonathas Albort (s.d.) para o cargo de intérprete de línguas estrangeiras da Secretaria de Governo da Bahia. Documento contém anexo.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 21 de janeiro de 1825, acusando recebimento de uma nota remetida pelo Cônsul dos Estados Unidos queixando-se dos procedimentos adotados pela Guarda da polícia da Bahia ao deter o Mestre do navio americano “Quatro Irmãos. Documento contém anexo.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 21 de janeiro de 1825, acusando recebimento de correspondência assinada pelo Cônsul francês avisando sobre a chegada da fragata “Lybis”, a qual põe a disposição para transportar brasileiros que estiverem indo estudar em academias européias. Documento contém anexo.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 24 de janeiro de 1825, relatando troca de correspondências com o vice-cônsul britânico tratando sobre o resgate, por meio do brigue inglês “Accession”, de 39 africanos naufragados. Faz saber que repassou a situação para ser investigada e assentada pela Mesa de Inspeção da província da Bahia, e posteriormente ao Tribunal da Inspeção. Aborda que o vice-cônsul britânico recomenda que os náufragos sejam enviados ao Rio de Janeiro e tenham seus direitos considerados, além disso relata que estes serão transportados pelo brigue “Cerqueira” para o Cônsul Geral britânico na Corte do Império. Versa ainda sobre questões envolvendo a isenção de taxas portuárias em razão da situação com os negros naufragados. Documento contêm anexos.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 24 de janeiro de 1825, versando sobre as ordens, repassadas para o Desembargador Geral do Crime, ao Intendente da Polícia e aos Oficiais responsáveis pelo registro do porto, a respeito da partida suspeita de José Maximo Coelho Falcão (s.d.) da França com destino ao Brasil. Faz saber que Falcão não aportou na Bahia, todavia reafirma que emitiu instruções para que os patrulhamentos sejam rigorosos nos navios estrangeiros chegados ao porto da província.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 10 de fevereiro de 1825, informando sobre a chegada da caravela “Conceição Estrela” no porto da Bahia, vindo de Ajudá. Versa que foram efetuadas diversas transações comerciais relacionadas ao tráfico escravocrata em Molembo. Informa que navios espanhóis, vindos do Porto de Havana, deteram embarcações brasileiras no porto de Ajudá, causando prejuízos aos proprietários brasileiros. Isto posto, solicita que o Imperador fique ciente dos acontecimentos na costa africana e que o mesmo interceda a favor do comércio da Bahia e do direito de propriedade dos brasileiros.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 16 de março de 1825, reiterando os violentos ataques de navios espanhóis a embarcações brasileiras no Porto Ajudá e na Costa de Mina. Informa sobre a chegada do iate “Esperança”, tendo sido saqueado e perdido 115 escravos, no porto da Bahia. Versa sobre outras questões comerciais e náuticas na Costa da África, de modo que solicita que o Imperador tome medidas para garantir que os direitos dos mercadores da província da Bahia sejam respeitados em alto mar.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 08 de abril de 1825, participando sobre a chegada de um brigue de guerra espanhol, comandado por D. Manuel Quesala (s.d.). Informa que Quesala solicitou permissão para desembarcar soldados enfermos, o que foi consentido pelo governo da província da Bahia. Faz saber que oficiou ao supracitado comandante que desencarcere um marinheiro da Ilha de Santa Catarina forçado a integrar a tripulação do brigue. Documento contém anexo.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 14 de abril de 1825, deliberando sobre os quatro cônsules e um vice-cônsul presentes na província da Bahia, nomeadamente: Sr. Pennel, cônsul da Grã-Bretanha; Sr. Guinebaud, cônsul da França; Sr. Woodbridge Odlin, cônsul dos Estados Unidos da América; Sr. Peyche, cônsul de Hamburgo; e Francisco Ribeiro Pessoa, cônsul da Rússia. Documento contêm anexos.
Ofício original enviado por Francisco Vicente Viana (1754-1828), Barão do Rio de Contas, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, datado de 26 de abril de 1825, versando sobre a chegada da embarcação de guerra “Minerva” em Barra do Jaguaripe em 18 de abril de 1825. Em relação a isto, expõe que José Maximo Coelho Falcão (s.d.) chegou a supracitada cidade, e seguindo a Portaria de 11 de novembro de 1824, o mesmo foi notificado pelo desembargador geral de crime para que se retirasse do Império do Brasil. Documento contêm anexos.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, na data de 28 de julho de 1825, fazendo saber que os negociantes da província da Bahia requerem que o Império do Brasil solicite ao Governo Britânico que pague o que é pertinente aos prejuízos decorrentes das apreensões navais na costa da África e relacionadas ao comércio da escravatura. Documento contém anexo.
Ofício enviado e assinado por vários negociantes da Bahia endereçado para a Coroa Brasileira, sem data identificada, tratando sobre os interesses comerciais dos mercadores da província da Bahia, principalmente no que diz respeito às embarcações apreendidas na costa da África efetuando negócios escravocratas após a Independência do Império brasileiro.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde de Paranaguá, na data de 03 de novembro de 1825, informando estar ciente da nomeação de Barbosa para assumir, interinamente, o cargo de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros após a demissão do Visconde de Cachoeira.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde de Paranaguá, na data de 19 de novembro de 1825, versando sobre a observância das Portarias de 22 de setembro de 1825 e 27 de outubro de 1824, que tratam das embarcações brasileiras que empregam o comércio licito da escravatura.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês e Visconde de Santo Amaro, na data de 04 de janeiro de 1826, versando sobre a observância da Ordem Imperial de 23 de novembro de 1825, referindo-se a todos os obséquios devidamente prestados ao Sir Charles Stuart (1779-1845), Barão de Rothesay e Marquês de Angra.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês e Visconde de Santo Amaro, na data de 04 de janeiro de 1826, informando que está ciente da nomeação, através das Portaria de 22 de novembro de 1825 e do Decreto de 21 de novembro de 1825, do Visconde de Santo Amaro para o cargo de Ministro e Secretário de Estado.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês e Visconde de Santo Amaro, na data de 27 de janeiro de 1826, acusando recebimento de ofício remetendo os exemplares do manifesto de declaração de Guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata, o qual publicou e distribuiu a todas as autoridades da Província da Bahia.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 30 de março de 1826, acusando recebimento de ofício e informando sobre a partida do Imperador. Documento contém anexo.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 22 de maio de 1826, informando a observância ao Decreto Imperial de 10 de abril de 1826 versando sobre o Tratado firmado entre os plenipotenciários de Brasil e Portugal na Bahia.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 22 de maio de 1826, versando sobre a proibição de Pedro Chapuy (s.d.), súdito francês, de entrar na província da Bahia.
Ofício enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 22 de maio de 1826, versando sobre a aprovação dos Consulentes estrangeiros exercerem suas funções na província da Bahia, bem como expõe que irá comunicar-se com o Sr. Guinebaud, cônsul francês, para que este apresente seu título para aprovação do governo.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850) , para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 10 de julho de 1826, informando sobre a ida a Corte de João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, em um brigue americano, de modo que Meneses exercerá o papel de presidente da Província da Bahia.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 29 de dezembro de 1826, informando que foram transportados de Portugal para a Corte, no navio “D. Affonso”, nove carpinteiros para trabalhar nos Arsenais Nacionais e Imperiais. Isto posto, informa o ordenado que irá pagar aos ditos carpinteiros.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe (1760-1837), na data de 09 de fevereiro de 1827, informando sobre a chegada da embarcação de guerra “Carlos João” na Bahia portando ofícios enviados pelo Cônsul do Brasil em Lisboa.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 05 de maio de 1827, informando sobre a partida de Nuno Eugênio de Lossio e Seiblitz (s.d.), Presidente da província da Bahia, de modo que Meneses foi nomeado para assumir o governo de dita província.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 12 de maio de 1827, informando ter recebido uma remessa de ofícios enviados pelo Cônsul Geral do Império em Portugal, isto posto participa que está enviando tais correspondências de forma urgente.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 16 de maio de 1827, informando ter recebido ofício enviado pelo Cônsul Geral do Império em Portugal requisitando que se dê ordens às autoridades e repartições da província da Bahia para que não sejam aceitos documentos do Reino de Portugal. Documento contém anexo.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 12 de julho de 1827, informando ter recebido o ofício do Encarregado de Negócios do Rei de Württemberg requisitando notícias de um súdito de Württemberg formado em medicina. Isto posto, comunica que o dito médico não se encontra na Bahia.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 23 de agosto de 1827, versando sobre ofício recebido do Encarregado de Negócios Interino de Portugal desacreditando que os protocolos alfandegários acordados foram executados, citando o não pagamento dos direitos sobre o sal português. Por conseguinte, Meneses aponta que indagou o provedor da Alfândega e espera esclarecimentos deste. Documento contém anexo.
Ofício enviado por Manoel Ignácio da Cunha Meneses (1779-1850), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 13 de setembro de 1827, relatando sobre a chegada do vice-cônsul da República do Peru na província da Bahia, além de atestar que cumpriu a ordem recebida no aviso de 07 de agosto de 1827.
Ofício enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 13 de outubro de 1827, participando que chegou à província da Bahia em 05 de outubro e tomou posse em 11 de outubro de 1827.
Ofício enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, na data de 29 de outubro de 1827, informando ter recebido ofício de Antônio da Silva Caldeira (s.d.), Cônsul do Brasil em Porto. Participa que o Mestre do navio “União Boa Amizade” deu entrada no consulado da cidade de Porto e mudou a bandeira da embarcação por uma portuguesa, apesar de tratar-se, originalmente, de uma propriedade brasileira. Documento contêm anexos.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 22 de dezembro de 1827, informando estar ciente da nomeação deste último como Ministro e Secretário de Negócios Estrangeiros.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 22 de dezembro de 1827, fazendo saber ter difundido o édito da Comissão Mista instalada na Corte, com intuito de solucionar as demandas conflituosas entre o Império do Brasil e o Reino de Portugal.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 30 de março de 1828, acusando recebimento de ofício requisitando informações sobre o marinheiro sueco Esaias Hyrell (s.d.). Quanto a isto, relata que o marujo está encarcerado na Bahia e que o encarregado de Negócios do Rei da Suécia e Noruega solicitou a soltura de Hyrell. Argumenta que este foi detido devido sua associação com o corsário de Buenos Aires, General Martins (s.d.), de modo que achou por bem não atender a petição do vice-cônsul sueco. Documento contém anexo.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 06 de junho de 1828, testificando que ordenou que as autoridades da província da Bahia acatem rigorosamente as cláusulas do Tratado de amizade, navegação e comércio ratificado pelo Imperador do Brasil e o Rei da Prússia.
Ofício original enviado por Ignácio José Vicente da Fonseca (s.d.), Presidente da província de Sergipe, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 08 de junho de 1828, acusando recepção do Tratado de amizade, navegação e comércio assinado entre os governos de Brasil e Prússia, o qual garante que será respeitado propriamente na província de Sergipe. Relata que chegou na Bahia para participar das sessões da Assembleia Geral Legislativa do Império, todavia interpõe que seu retorno a Sergipe está atrasado devido aos diversos problemas com as embarcações.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 20 de agosto de 1828, testificando ter difundido amplamente, entre autoridades e cônsules, os Tratados firmados e ratificados entre o Imperador do Brasil, o Imperador da Áustria e os Senados das Cidades Hanseáticas.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), Visconde de Camamu, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 07 de novembro de 1828, informando que, em observância às ordens do Imperador, continua a exercer a função de Presidente da província da Bahia.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), Visconde de Camamu, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 11 de novembro de 1828, acusando recebimento de ofício comunicando as resoluções do Imperador em relação às reclamações dos comerciantes prejudicados por corsários argentinos. Assevera que irá publicar a determinação imperial, de modo que chegue ao conhecimento de todos que sentiram-se lesados.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), Visconde de Camamu, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 26 de fevereiro de 1829, testificando que ordenou que as autoridades da província da Bahia acatem rigorosamente as cláusulas do Tratado de comércio e navegação firmado e ratificado entre os governos do Brasil e Dinamarca.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), Visconde de Camamu, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 07 de abril de 1829, versando sobre a aprovação imperial da nomeação de J. Luiague (s.d.) como Cônsul Geral dos Países Baixos na província da Bahia.
Ofício original enviado por José Egídio Gordilho de Barbuda (s.d.), Visconde de Camamu, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, na data de 06 de maio de 1829, versando sobre a anuência do Imperador em relação a nomeação de Pedro Peyche (s.d.) e Carlos Augusto Weiss (s.d.) como cônsules na província da Bahia.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Bah
标题
Bahia
日期
1822 - 1889 (创建)
描述层级
Série
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