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Nota diplomática original, datada do dia 14 de novembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente aos navios americanos Leonidas, Pioneer, Ruth e Sarah George, apreendidos pelo bloqueio naval brasileiro no Rio da Prata. Raguet retoma uma nota enviada no dia 13 de dezembro de 1825, informando que os Estados Unidos não admitiriam a validade de qualquer captura, exceto aquelas em que se comprovasse a tentativa de rompimento do bloqueio após advertência das autoridades. Raguet aponta que o governo brasileiro indenizaria três das embarcações, com exceção da Leonidas, cujo capitão obteve a liberação
Nota diplomática original, datada do dia 15 de julho de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à chegada ao Rio de Janeiro do navio americano Leonidas, apreendido no Rio da Prata. Raguet informa que aguardaria a chegada do capitão da respectiva embarcação para iniciar o processo sobre o caso.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de novembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), acusando o recebimento da nota do dia 15 de novembro enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, informando que o Comodoro Jones e a esquadra americana permaneceriam por mais três dias no Rio de Janeiro.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de setembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente a uma publicação do periódico Spectator sobre uma correspondência entre o almirante Rodrigo Pinto Guedes (1762-1843), Barão do Rio da Prata, e Joshua Bond, cônsul dos Estados Unidos em Montevidéu. Raguet aponta que nem todas as opiniões dos subordinados são as mesmas dos governos aos quais eles respondem. Ele critica as exposições do Barão do Rio da Prata, argumentando que as doutrinas defendidas por ele poderiam causar danos aos países neutros no conflito da Cisplatina, sendo um dos possíveis afetados os Estados Unidos.
Nota diplomática original, datada do dia 17 de abril de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente ao caso acontecido no dia 16 de abril, no Palácio Imperial, no qual o imperador recebeu os cumprimentos dos agentes diplomáticos pela ratificação do tratado de reconhecimento de paz e amizade celebrado entre o Brasil e Portugal. Raguet informa que a corte brasileira muito se aproximava das cortes europeias.
Nota diplomática original, datada do dia 28 de setembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), enviando a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, documentos referentes ao aluguel de sua casa. Raguet retoma a correspondência do dia 22 de setembro, que também tratava sobre a disputa com o Sr. Menezes acerca do seu aluguel. O documento contém anexos.
Nota diplomática original, datada do dia 30 de novembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, solicitando a resposta da nota do dia 14 de novembro referente aos navios americanos apreendidos no Rio da Prata.
Nota diplomática original, datada do dia 7 de janeiro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro, respondendo a nota do dia 30 de dezembro de 1830. Raguet aponta que após a reunião com Santo Amaro, realizada no dia 3 daquele mês, a necessidade de correspondência seria abolida. Raguet afirma que seus privilégios diplomáticos foram violados e dessa forma buscaria os meios legais para uma resolução.
Nota diplomática original, datada do dia 7 de outubro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), acusando o recebimento de uma nota do dia 5 de agosto de Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente ao perdão concedido pelo imperador a três marinheiros condenados por motim. Raguet informa que ainda que DeCourcy Wright (1795-1864) tenha conseguido uma passagem para o retorno de um dos marinheiros aos Estados Unidos, este marujo não possuía condições para a viagem devido ao seu estado de saúde, e que ainda que ele fosse americano, há mais de trinta anos havia entrado para o serviço britânico, o que o qualificava a receber tratamentos
Nota diplomática original, datada do dia 9 de setembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), acusando o recebimento da nota do dia 31 de agosto enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à liberação dos marinheiros do navio americano Ruth da presiganga em que se achavam detidos. Raguet apresenta críticas ao modo como os marinheiros foram apreendidos e encarcerados, informando que cinco tripulantes do Ruth tentaram recuperar seu navio, que estava em posse de doze marinheiros armados. Dessa forma,ele afirma que o tratamento aplicado aos prisioneiros foi injusto e violento.
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Condy Raguet (1784-1842)
Registo de autoridade
Condy Raguet (1784-1842)
Zona de identificação
tipo de entidade
Forma autorizada do nome
Condy Raguet (1784-1842)
Forma(s) paralela(s) de nome
Forma normalizada do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
área de descrição
Datas de existência
Histórico
Locais
Estado Legal
funções, ocupações e atividades
Mandatos/Fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
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