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Cópia da nota diplomática, datada do dia 12 de março de 1825, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Luís José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, referente ao marinheiro americano James H. Roger, que havia pedido o perdão do imperador após ser condenado em Pernambuco por perturbação pública. Raguet informa que esse assunto já havia sido tratado em sua nota do dia 11 de fevereiro e que foi aprovada a clemência do imperador.
Nota diplomática original, datada do dia 13 de fevereiro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), congratulando Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, pela sua nomeação como ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Raguet também informa sobre o caso do comerciante americano James Brickhead, que fora condenado pelo juiz da Superintendência dos Contrabandos devido a uma apreensão de cento e quarenta e sete lonas. Raguet pede que o governo brasileiro apele a favor do comerciante no referido caso.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de setembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente a uma publicação do periódico Spectator sobre uma correspondência entre o almirante Rodrigo Pinto Guedes (1762-1843), Barão do Rio da Prata, e Joshua Bond, cônsul dos Estados Unidos em Montevidéu. Raguet aponta que nem todas as opiniões dos subordinados são as mesmas dos governos aos quais eles respondem. Ele critica as exposições do Barão do Rio da Prata, argumentando que as doutrinas defendidas por ele poderiam causar danos aos países neutros no conflito da Cisplatina, sendo um dos possíveis afetados os Estados Unidos.
Nota diplomática original, datada do dia 19 de dezembro de 1825 e de autoria de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro, referente ao caso do navio americano Spermo, que havia sido apreendido em Pernambuco ao ser acusado de furar o bloqueio naval no Rio da Prata, a respeito do qual Raguet enviou uma nota no dia 3 de março endereçada a Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá. O mesmo Raguet aponta que o julgamento do Spermo acabou sendo transferido para diversas esferas judiciais brasileiras ao longo do ano de 1825. Devido à demora, o governo americano prestou queixas para a resolução do caso. Raguet também menciona a questão das indenizações aos proprietários dos navios
Nota diplomática original, datada do dia 2 de março de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à intimação recebida por Raguet e assinada pelo juiz Veloso. Raguet informa que recebeu o processo na manhã do dia 2 de março e pede que o governo brasileiro apele em seu caso, pois é um agente diplomático estrangeiro. O documento contém anexo.
Nota diplomática original, datada do dia 31 de dezembro de 1825, acusando o recebimento da nota do dia 30 de dezembro enviada por José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro. Também é informado que Condy Raguet (1784-1842) havia passado por uma indisposição nos últimos dez dias e não poderia encontrar-se com Santo Amaro.
Nota diplomática original, datada do dia 31 de dezembro de 1825, informando que Condy Raguet (1784-1842) acusa o recebimento de diversas notas enviadas por José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro. Dentre elas, a nota de 22 de novembro referente ao anúncio da nomeação de Santo Amaro como ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros e duas notas dos dias 2 e 7 de dezembro, anunciando, respectivamente, o nascimento e o batismo de Dom Pedro II. Também é mencionada uma nota do dia 22 de dezembro que continha duas cópias da declaração de guerra do Brasil às Províncias Unidas no Rio da Prata.
Nota diplomática original, datada do dia 4 de março de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à intimação, assinada pelo juiz Veloso, recebida por Raguet a respeito do aluguel de sua casa. Raguet realiza críticas sobre como o processo foi realizado, argumentando que por ser um agente diplomático estrangeiro, isto o tornava independente da jurisdição e autoridade de Estado em que residia, e não apenas o isentava da responsabilidade de ser feito parte em qualquer processo judicial como réu, mas igualmente o protegia da necessidade de comparecer como autor ou testemunha. Ele acrescenta que ofensas cometidas contra agentes diplomáticos deveriam ser punidas pelas autoridades do país de residência.
Tradução do ofício encaminhado pelo cônsul Condy Raguet (1784 – 1842), do consulado dos Estados Unidos da América, a José Joaquim Carneiro (1768-1836), Marquês de Caravelas, conselheiro de Estado, ministro e secretário de Estado das Negociações do interior Estrangeiro, no dia 25 de julho de 1823. A mesma refere-se a uma resposta sobre abaixo-assinado enviado por José Bonifácio ao consulado solicitando a concordância da prisão do cidadão estadunidense, capitão Austin (Willian Austin), por crime não explicitado.
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Condy Raguet (1784-1842)
Registo de autoridade
Condy Raguet (1784-1842)
Zona de identificação
tipo de entidade
Forma autorizada do nome
Condy Raguet (1784-1842)
Forma(s) paralela(s) de nome
Forma normalizada do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
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Histórico
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