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Série - Espanha
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Legações do Império do Brasil
Comunicações com representações estrangeiras instaladas no Brasil.
Espanha
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Nota diplomática datada de 16 de dezembro de 1823 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que o espanhol José Gomez havia procurado o consulado de sua nação após ser recrutado à força por uma patrulha do regimento de infantaria de artilheiros.
Nota diplomática datada de 8 de janeiro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que o espanhol Antonio Gomes Guerra havia procurado o consulado da sua nação queixando-se de haver sido recrutado à força por uma patrulha para o regimento de granadeiros imperiais. Este documento contém em anexo um certificado da nacionalidade de Antonio Gomes assinado por Antonio Luiz Pereira, secretário do consulado da Espanha no Rio de Janeiro.
Nota diplomática datada de 13 de janeiro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que envia adjunta uma lista de espanhóis que procuraram o consulado de sua nação após terem sido detidos por patrulhas do regimento de polícia e recrutados forçadamente pelo exército brasileiro. Delavart y Rincón entende que as detenções ocorriam porque muitos espanhóis não falavam tão bem o castelhano por serem originários de diferentes províncias da Espanha, mas que isso não impedia que fossem reconhecidos como súditos da Coroa espanhola e imunes aos recrutamentos arbitrários feitos por tropas brasileiras. Este documento contém em anexo uma lista de três espanhóis que passaram por este constrangimento e pediram ajuda ao consulado, além do registro de queixa de dois destes indivíduos.
Nota diplomática datada de 13 de janeiro de 1824 em que José Delavart y Rincón recapitula a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, o sucedido com o espanhol José Gomes, recrutado forçadamente pelo regimento de infantaria de artilheiros da Corte brasileira e posto a bordo da corveta de guerra Maria da Glória que seguia rumo a Bahia, província àquela altura passava por um bloqueio naval. Delavart y Rincón apela ao imperador para que José Gomes seja liberado do serviço militar imperial.
Nota diplomática datada de 8 de março de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que recebeu uma nota de autoria de Juan Sánchez Lima, coronel do exército espanhol, e Julian de Noboa, negociante da mesma nacionalidade, queixando-se da taxação de vinte por cento que o intendente da província de Mato Grosso fez sobre o ouro que os ditos indivíduos traziam do Peru.
Certificado assinado por José Delavart y Rincón com data de 13 de julho de 1824 que traz os nomes de passageiros espanhóis que estavam a bordo da fragata francesa La Telegrafo vinda de Le Havre com direção ao Peru, ancorada naquele momento no Rio de Janeiro
Nota diplomática datada de 30 de agosto de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os espanhóis Antonio Rodrigues e Juan Texera procuraram o consulado de sua nação para registrar suas detenções arbitrárias e recrutamentos forçados. Delavart y Rincón apela ao imperador para que estes indivíduos sejam postos em liberdade
Nota diplomática datada de 15 de setembro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que o espanhol Geronimo Salinas procurou o consulado de sua nação relatando ter perdido o documento de seguridade concedido por José Antonio Joaquín de Flórez y Pereyra (1759-1833), conde de Casaflores, sendo-lhe assim impossível comprovar sua nacionalidade após ter sido detido e recrutado à força por um regimento de artilharia da Corte do Rio de Janeiro. Delavart y Rincón apela ao imperador para que, após tudo ter sido verificado, libere Geronimo Salinas do serviço militar imperial.
Nota diplomática datada de 21 de outubro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os espanhóis Maurício Vásquez, Manuel López e José Crespo procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da detenção e recrutamento forçado que sofreram nas mãos da Marinha Imperial. Delavart y Rincón apela ao Imperador para que seus compatriotas sejam liberados do serviço militar imperial caso não tenham cometido nenhum ato ilícito que justificasse suas detenções
Nota diplomática datada de 29 de setembro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os espanhóis Francisco Gil, José Crespo, Manuel Fernandez e Alberto Garrido procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da detenção e recrutamento forçado que sofreram nas mãos da Marinha Imperial, tendo sido obrigados a embarcar no navio Príncipe Real que aportara no Rio de Janeiro. Delavart y Rincón pede que sejam instaurados meios de eliminar estas desagradáveis e repetidas ocorrências e solicita ao imperador que seus referidos compatriotas sejam liberados do serviço na Armada do Império.
Nota diplomática datada de 4 de novembro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que o espanhol Domingos Curvelo procurou o consulado da sua nação para queixar-se da sua detenção e recrutamento forçado pela Armada Imperial, que o colocou para servir a bordo da fragata Tetis que aportara no Rio de Janeiro vinda de Montevidéu. Delavart y Rincón apela ao Imperador para que seu compatriota seja liberado do serviço na Armada Imperial.
Nota diplomática datada de dezembro de 1824 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que envia em anexo cópias das representações feitas pelos espanhóis Domingos Curvelo, Antonio Afonso, Pedro Berlan e Juan Suallero, detidos em uma nau presiganga. Delavart y Rincón enumera os seguintes motivos pelos quais estas prisões ocorriam: a pobreza e vida errante dos espanhóis detidos, o fato de que muitos deles eram originários da Galícia, região limítrofe de Portugal e cujo dialeto não era semelhante ao castelhano, e o seu embarque em navios vindos de Lisboa para a América, onde se incorporavam ao rol da tripulação. Delavart y Rincón pede que seus referidos compatriotas sejam libertados e que se providenciem meios de evitar que estas aborrecidas ocorrências acontecessem. Este documento contém anexadas e numeradas de 1 a 4 as supramencionadas representações de Domingos Curvelo, Antonio Afonso, Pedro Berlan e Juan Suallero.
Nota diplomática datada de 26 de janeiro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que envia anexada uma lista com os nomes de cinco espanhóis detidos e forçadamente recrutados pela Marinha Imperial. Delavart y Rincón apela ao Imperador para que seus compatriotas sejam libertados. Este documento contém em anexo a supracitada lista, trazendo um resumo de cada uma das detenções.
Nota diplomática datada de 28 de janeiro de 1825 em que José Delavart y Rincón recapitula a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, as circunstâncias que levaram à sua nomeação para o cargo de cônsul geral da Espanha no Brasil, dizendo que como seu diploma de cônsul havia sido expedido quando outra ordem política existia no Brasil, o Imperador determinou que precisava atualizá-lo; não obstante, foi concedido a Delavart y Rincón continuar exercendo suas funções consulares até que o novo diploma ficasse pronto.
Nota diplomática datada de 28 de janeiro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que, levando em conta o relato que havia encaminhado sobre sua partida e seu retorno ao Brasil e as mudanças ocorridas nas suas funções diplomáticas, o Imperador sempre o reconheceu na classe de cônsul-geral, e por isso a qualidade de interino neste cargo duraria apenas enquanto seu novo diploma não ficasse pronto
Nota diplomática datada de 25 de fevereiro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os espanhóis José Lorenzo Duque e Ramón González procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da sua detenção e recrutamento forçado por parte de regimentos do exército imperial. Delavart y Rincón informa que envia anexados os documentos destes dois indivíduos que certificavam sua nacionalidade espanhola. Por isso, é solicitado ao Imperador que libere Lorenzo Duque e González do serviço militar imperial
Nota diplomática datada de 26 de fevereiro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os marinheiros espanhóis Juan Estarat e Ramon López procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da sua detenção e recrutamento forçado para o serviço da Armada Imperial. Por anteriormente servirem no bergantim espanhol El Recuperador sob o comando do capitão Victor Barreda, que confirmou a autenticidade dos relatos dos dois marinheiros, Delavart y Rincón pede ao Imperador que seus compatriotas sejam liberados do serviço na Armada brasileira, uma vez que não incorreram em crime de deserção
Nota diplomática datada de 5 de março de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que recebeu sua comunicação oficial que trazia a ordem do Imperador para que o governo espanhol fosse informado do ofensivo procedimento, relatado pelo capitão da sumaca Concepción Estrella, praticado por navios de bandeira espanhola no porto de Ajudá contra navios mercantes brasileiros.
Nota diplomática datada de 16 de março de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que os espanhóis Juan Manuel Muñoz e José Simvé procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se de sua detenção em uma nau presiganga com o intuito de servirem forçadamente na Marinha Imperial. Delavart y Rincón solicita ao Imperador que seus compatriotas sejam liberados do serviço na Marinha do Brasil.
Nota diplomática datada de 23 de março de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, que envia anexada a lista dos generais, chefes, oficiais e demais passageiros que acompanhavam o vice-rei do Peru a bordo da fragata francesa Ernestina, que seguiria rumo a Bordeaux após ter feito escala no Rio de Janeiro. Delavart y Rincón solicita que sejam expedidas ordens para que as autoridades portuárias não ponham empecilhos aos passageiros da fragata. Este documento contém em anexo a referida lista.
Nota diplomática datada de 6 de outubro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá, que recebeu seu ofício de 4 de outubro informando sobre sua nomeação para o cargo interino de secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Brasil.
Nota diplomática datada de 17 de outubro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá, que envia anexada a representação do espanhol Manuel Joaquin Vázquez, que queixava-se de ter sido preso e recrutado forçadamente pelo Segundo Batalhão de Caçadores da Corte do Rio de Janeiro. Delavart y Rincón solicita ao Imperador a liberação do seu compatriota do serviço militar brasileiro.
Nota diplomática datada de 24 de novembro de 1825 em que José Delavart y Rincón comunica a José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês e Visconde de Santo Amaro, que ficou informado, através do seu ofício de 22 de novembro, da sua nomeação para o cargo de ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil.
Nota diplomática datada de 23 de janeiro de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que ficou inteirado da sua nomeação para o cargo de ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil.
Nota diplomática datada de 15 de fevereiro de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que envia em anexo a lista dos chefes, oficiais e soldados que haviam chegado do Peru e aportado no Rio de Janeiro a bordo do bergantim Vera Cruz Triunfo, que depois seguiria em direção à Península Ibérica. Delavart y Rincón pede que seja expedido um aviso para a fortaleza de Villegagnon não impor empecilhos à partida dos passageiros do bergantim.
Nota diplomática datada de 19 de junho de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que o padeiro espanhol Felipe Fraquizo procurou o consulado de sua nação para queixar-se da sua detenção e recrutamento forçado pelo serviço militar brasileiro. Delavart y Rincón solicita ao Imperador que seu compatriota seja liberado do dito serviço.
Nota diplomática datada de 22 de julho de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que o capitão Juan Farroella e o piloto Andres Boni, ambos espanhóis, foram detidos nos portos de Cabinda e trazidos para o Rio de Janeiro pelo bergantim de guerra brasileiroEmpreendedor. Delavart y Rincón pede que o Imperador ordene uma averiguação dos motivos que levaram a estas duas detenções.
Nota diplomática datada de 27 de julho de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que os espanhóis José Ignácio e Miguel Marro procuraram o consulado de sua nação para se queixarem da sua detenção no porto de Ajudá por uma corveta de guerra britânica. Eles haviam sido acusados de praticar o tráfico de escravizados a bordo do navio Pilar, vindo de Havana.
Nota diplomática datada de 4 de agosto de 1826 em que José Delavart y Rincón trata com Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, do imbróglio envolvendo a apreensão, por parte do bergantim brasileiro Empreendedor, dos navios espanhóis Escudera e Ismenia, e das representações feitas ao consulado espanhol pelas tripulações destas embarcações, cujos integrantes se encontravam aprisionados. Nestas representações, o comandante do bergantim Empreendedor é acusado de praticar uma série de crueldades com os detidos, o que leva Delavart y Rincón a exigir do governo brasileiro a sua justa punição. Este documento contém em anexo cópias das mencionadas representações, numeradas de 1 a 5.
Nota diplomática datada de 23 de setembro de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que os marinheiros espanhóis José Martínez, Ramon Bracho, Fernando Bazquez, Francisco Olivera e Antonio Suárez procuraram o consulado de sua nação relatando que foram perseguidos por uma fragata inglesa após chegarem à África a bordo do navio Isabel, vindo de Cuba para praticar o tráfico de escravizados. Acuada e em fuga, a tripulação empreendeu viagem a Pernambuco, onde desembarcou para reabastecer suas necessidades de víveres. Os marinheiros contaram que, após pedirem um adiantamento do dinheiro dos seus soldos para comprar alguns itens, foram no dia seguinte acusados de motim pelo capitão do navio e levados ao cárcere. Delavart y Rincón pede ao Imperador que, caso fique comprovado que nenhum destes homens cometeu nenhum crime, conceda a eles liberdade.
Nota diplomática datada de 26 de setembro de 1826 em que José Delavart y Rincón recapitula a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, o caso dos membros da tripulação dos navios espanhóis Escudera e Ismenia, detidos pelo bergantim brasileiro Empreendedor e aprisionados sob condições cruéis e degradantes em uma presiganga. Delavart y Rincón volta a interceder por estes marinheiros, apoiando-se no caso dos oficiais de um navio anglo-americano que obtiveram permissão para vir a terra defender seus direitos após também terem sido detidos e acusados de sublevação.
Nota diplomática datada de 6 de novembro de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que os espanhóis José Aureal, Lorenzo Cabrera, Salvador Del Rio, José Francisco e Manuel Caro procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da sua detenção por parte de uma patrulha e seu aprisionamento em uma presiganga. Delavart y Rincón pede ao Imperador que seus compatriotas sejam libertados, pois alegam não ser desertores do serviço imperial
Nota diplomática datada de 15 de dezembro de 1826 em que José Delavart y Rincón presta a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, suas condolências e pêsames pelo falecimento da imperatriz Leopoldina (1797-1826) e solicita que inteire-se urgentemente da nota que enviou em 11 de dezembro.
Nota diplomática datada de 22 de dezembro de 1826 em que José Delavart y Rincón comunica a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima, que envia em anexo a cópia da representação feita pelo espanhol José Maria de Ybarra, capitão da corveta espanhola Atalanta, escrevendo em seu nome e no de cinco marinheiros do mesmo navio que queixavam-se da detenção que sofreram em Cabinda pelo comandante da corveta imperial Carioca. Este documento contém em anexo a referida cópia, na qual Delavart y Rincón apóia-se para pleitear ao imperador a libertação dos seus seis compatriotas.
Nota diplomática datada de 22 de janeiro de 1827 em que José Delavart y Rincón comunica a João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, que os espanhóis Juan Manuel Muñoz e Manuel David procuraram o consulado da sua nação para se queixarem do seu aprisionamento por parte da Marinha Imperial na nau presiganga Vasco da Gama. Delavart y Rincón solicita ao imperador que seus compatriotas sejam liberados do serviço na Marinha Imperial
Lista, datada de 24 de janeiro de 1827, das notas passadas por José Delavart y Rincón, cônsul interino da Espanha no Rio de Janeiro, ao ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Brasil, relativas aos casos dos navios espanhóis Ismenia, Escudera, Sultan e Atalanta.
Nota diplomática datada de 1 de fevereiro de 1827 em que José Delavart y Rincón comunica a João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, que os espanhóis Pedro Marquez e Juan Pinto procuraram o consulado de sua nação para queixarem-se da sua detenção e recrutamento forçado por parte da Marinha Imperial. Delavart y Rincón solicita ao imperador que seus compatriotas sejam liberados do serviço na Marinha Imperial desde que fique comprovado que não praticaram crime de deserção.
Nota diplomática datada de 8 de fevereiro de 1827 em que José Delavart y Rincón comunica a João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, que os espanhóis José Fernández e Marcelino Villanueba procuraram o consulado da sua nação para queixarem-se da sua detenção e recrutamento forçado por parte da Marinha Imperial. Delavart y Rincón solicita ao imperador que seus compatriotas sejam liberados do serviço na Marinha Imperial desde que fique comprovado que não praticaram crime de deserção.
Nota diplomática datada de 8 de fevereiro de 1827 em que José Delavart y Rincón trata com João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, dos motivos pelos quais ainda não havia apresentado o diploma que o autorizava a continuar exercendo as funções de cônsul geral da Espanha no Rio de Janeiro.
Nota diplomática datada de 12 de fevereiro de 1827 em que José Delavart y Rincón recapitula a João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, o sucedido com o espanhol José Ygnacio Cabrera, contramestre da corveta Pilar, e Miguel Marro, marinheiro do mesmo navio, que fora apresado por uma corveta britânica na costa da África sob a acusação de tráfico de escravizados e conduzido para o Rio de Janeiro pelo bergantim brasileiro Empreendedor. Os supracitados espanhóis voltaram a dirigir-se ao consulado espanhol para relatar o resultado da sentença judicial da qual eram réus, informando que alguns ingleses, companheiros seus de prisão, haviam sido libertados, mas eles não. Delavart y Rincón solicita, portanto, que seus compatriotas obtenham a liberdade assim como os ingleses.
Nota diplomática datada de 20 de fevereiro de 1827 em que José Delavart y Rincón comunica a João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, que o espanhol Francisco Reynaldo, capitão da escuna Intrépida apresada por ingleses na costa da África, procurou o consulado da sua nação após ter sido conduzido para o Rio de Janeiro e recrutado forçadamente poucos dias depois pela Marinha Imperial. O mesmo ocorreu com outro espanhol, Ramon Agulleiro, piloto da corveta Sultana, que havia chegado da Bahia munido de passaporte. Delavart y Rincón solicita ao imperador a libertação dos seus patriotas, relembrando o decreto que proibia o recrutamento de estrangeiros e queixando-se dos abusos cometidos pela Marinha Imperial neste tipo de procedimento.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 10 de janeiro de 1824, informando que haviam sido expedidas ordens ao ministro e secretário de Estado dos Negócios da Guerra a fim de que desse as providências necessárias para a soltura de um espanhol.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 10 de janeiro de 1824, acusando recebimento de duas notas e informando que havia oficiado ao ministro e secretário de Estado dos Negócios da Guerra para que expedisse ordens necessária.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 21 de janeiro de 1824, participando que haviam sido expedidas ordens para dar baixa a quatro espanhóis.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 26 de janeiro de 1824, participando que havia sido expedida ordem para dar baixa ao espanhol Antônio Gomes.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 9 de março de 1824, acusando recebimento de nota e documentos referentes ao pedido de restituição de imposto pago pelo ouro em pó e em barras que dois espanhóis haviam trazido do Peru.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 26 de junho de 1824, encaminhando cópia da portaria dirigida ao conselheiro intendente-geral da polícia para que se pusessem em vigor algumas medidas de segurança no Rio de Janeiro.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 2 de agosto de 1824, respondendo ao ofício que reclamava quatro marinheiros espanhóis que teriam sido recrutados para o serviço da Marinha brasileira.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 1 de setembro de 1824, informando que se realizaria uma averiguação dos presos Antônio Rodrigues e João Ferreira, supostos espanhóis apreendidos para o serviço da Armada Nacional.
Minuta de nota diplomática produzida por Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, para José Delavat y Rincon (1795 - 1856), com data de 15 de setembro de 1824, comunicando que foram expedidas ordens para a soltura do espanhol João Ferreira. Informa que não constava a presença de outro espanhol anteriormente mencionado.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComRepEx-
Título
Espanha
Data(s)
1822-1889 (Produção)
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Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Entidade detentora
Ministério das Relações Exteriores
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