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Série - Estados Unidos
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Legações do Império do Brasil
Comunicações com representações estrangeiras instaladas no Brasil.
Estados Unidos
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Nota diplomática original, datada do dia 7 de janeiro de 1829 e de autoria de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento das notas enviadas por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referentes à saída de José Silvestre Rebello (1777-1844) do cargo de encarregado de negócios do Brasil nos Estados Unidos, a segunda nota sendo uma resposta à sua nota do dia 20 de dezembro de 1828. Tudor solicita uma mudança no horário de funcionamento do descarregamento de produtos na alfândega, pedindo a permissão para que seja feito após as oito horas da manhã. É argumentado que o pouco tempo dessa atividade acaba sendo pouco produtivo, pois boa parte do dia é perdida e que os relatórios que deveriam ser entregues dos produtos desembarcados poderiam ser feitos no período da tarde. Dessa forma, é proposto o horário de meio-dia como limite para tal atividade.
Nota diplomática original, datada do dia 14 de janeiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), informando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, sobre a eleição de Andrew Jackson (1767-1845) como presidente dos Estados Unidos. É informado que os estados americanos de Ohio e Kentucky, que se supunha estarem a favor do John Quincy Adams (1767-1848), confirmaram os prognósticos e deram mais votos a Adams na eleição
Nota diplomática original, datada do dia 15 de janeiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), enviando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, uma ordem do ministro da Fazenda referente à restituição do navio americano Thule. Tudor informa que na ordem a grafia do nome está incorreta, e dessa forma solicita que o referido ministro seja informado para assim proceder à sua correção. Informa também que recebeu uma carta do Sr. Mansfield, cônsul dos Estados Unidos em Pernambuco, na qual ele declara Gideon T. Snow como seu agente consular no porto de Maceió em Alagoas. Contudo, o presidente da província de Alagoas enviou uma correspondência afirmando que esta nomeação deveria ser sancionada pelo Imperador. Tudor solicita que sejam enviadas as instruções para o presidente da província aceitar como válida a nomeação de Snow. O documento contém anexo.
Nota diplomática original, datada do dia 24 de janeiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, informando acerca de uma hesitação de alguns comissários em dar prosseguimento às reclamações do dia 5 de janeiro. Tudor também afirma que foi informado no dia anterior que deveria aguardar as instruções de Aracati sobre o caso.
Nota diplomática original, datada do dia 31 de janeiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), solicitando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, que seja marcada uma conferência o mais breve possível.
Nota diplomática original, datada do dia 5 de fevereiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente ao caso das compras de barcos a vapor americanos, intermediadas por José Silvestre Rebello (1777-1844). É comunicada uma reclamação por danos no valor de cento e cinquenta mil dólares por despesas no contrato dessa compra. Também é informado que um dos barcos chegou à província do Pará, com atraso e o problema foi transferido para o governo brasileiro. Sugere-se que sejam realizadas expedições pelo Rio Amazonas com os barcos a vapor. Tudor complementa que os americanos estavam realizando expedições pelos rios Missouri e Mississippi.
Nota diplomática original, datada do dia 16 de fevereiro de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, informando que dois casos seriam apresentados após o primeiro receber os documentos necessários. Também menciona o caso do navio “Presidente Adams”
Nota diplomática original, datada do dia 12 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, informando que não pode visitá-lo devido a seu estado de saúde. Também são refeitas as reclamações acerca dos navios apresados "Tell Tale", "Hannah", "Budget" e "Adams". Tudor divide sua reclamação em duas categorias: aquelas que foram finalmente decididas pelos tribunais, aquelas que nunca chegariam ao julgamento de qualquer tribunal, tendo sido destruídas sem cerimônia ou investigação, e aquelas cujo apelo ainda estava pendente.
Nota diplomática original, datada do dia 18 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente à notícia de que o almirante Martin George Guisse (1780-1828) faleceu durante o conflito entre a Grã-Colômbia e o Peru
Nota diplomática original, datada do dia 17 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento das notas enviadas por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati. Tudor expressa suas preocupações com a demora na liquidação de reivindicações entre o Império do Brasil e os Estados Unidos. Ele aponta que as promessas feitas pelo presidente americano foram baseadas em garantias de que certas demandas seriam resolvidas até fevereiro de 1829, o que não ocorreu. Também critica o demorado tratamento das questões da comissão responsável e defende uma análise conjunta e célere para evitar maiores prejuízos aos envolvidos. Tudor afirma ter agido de forma conciliatória, recusando reivindicações duvidosas, mas solicita que seja agilizada tal demanda.
Nota diplomática n.11 original, datada do dia 23 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente ao caso do navio americano Budget, o qual os proprietários levaram diretamente ao conhecimento do governo, e, como consequência, foram dadas instruções para requerer restituição. Tudor argumenta que os casos dos navios Adams, Hannah e Tell Tale estavam muito bem embasados e que, assim sendo, as embarcações deveriam ser indenizadas.
Nota diplomática original, datada do dia 23 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente aos navios Spermo e Pioneer. Tudor aponta a necessidade de maior flexibilidade nas formalidades e destaca que, embora o Brasil não deva pagar além do justificável, é crucial considerar a substância das provas nos casos. Ele também critica tanto os atrasos da justiça brasileira no processo quanto a indenização do navio Hero, no qual a decisão aceita foi de apenas um sexto do que foi reivindicado, embora tenha concordado com o valor. É informado também que o Sr. Brickhead, capitão do navio Spermo, ainda não havia recebido a solicitação da comissão brasileira.
Nota diplomática original, datada do dia 26 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento da nota do dia 26 de março enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente à South American Steamboat Company. Tudor argumenta que se Aracati tivesse apresentado uma resposta à solicitação, o prejuízo poderia ter sido evitado, acrescentando que era de José Silvestre Rebello (1777-1844) a responsabilidade do contrato.
Nota diplomática original, datada do dia 29 de março de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente às negociações para o pagamento das indenizações de navios americanos apresados. A proposta baseava-se em converter oitocentos réis por dólar nas indenizações apresentadas. A proposta foi idealizada, pois se fosse pela taxa de câmbio do dia da produção, os reclamantes perderiam quase dois terços da compensação a ser recebida. Tudor também informa que aguardaria o recebimento do navio Spermo e que o navio com as correspondências endereçadas a José Silvestre Rebello (1777-1844) não zarparia até a próxima terça-feira.
Nota diplomática original, datada do dia 6 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, solicitando uma resposta sobre sua nota anterior que mencionava a paridade do dólar e dos réis e informava sobre uma indenização a ser recebida por um capitão americano. Tudor informa que essa resolução seria crucial para o andamento do caso.
Nota diplomática original, datada do dia 6 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente à paridade do dólar e dos réis e a uma indenização a ser recebida por um capitão americano. É proposto que a reivindicação de mil e quinhentos mil-réis para um dólar fosse aprovada, pois o capitão do navio Boston aguardava a solicitação de uma audiência.
Nota diplomática original, datada do dia 6 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente ao envio de uma cópia de documentos dos Estados Unidos dirigidos às potências europeias durante os anos de 1789-1819.
Nota diplomática original, datada do dia 6 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), convidando João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, para um janta, devido à despedida de Tudor do Brasil. É solicitado que Aracati indique o dia que melhor lhe for conveniente.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento das notas dos dias 13 e 14 enviadas por José Clemente Pereira (1787-1854): a primeira informa a sua posse interina da chefia da Secretaria de Negócios Estrangeiros e a segunda nota menciona a resolução da indenização a ser recebida por um capitão americano. Tudor aponta que faltava apenas a reclamação do caso do navio americano Spermo a ser finalizada.
Nota diplomática original, datada do dia 16 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçado a José Clemente Pereira (1787-1854), referente ao caso de Sr. Rudge, que após transportar uma alta quantia de dólares a pedido de William Henry DeCourcy Wright (1795-1864) foi conduzido à delegacia. É informado que Wright endereçaria esse dinheiro para um navio americano, e no caminho, dois oficiais da alfândega o acusaram de contrabando. O produtor solicita que seja restituída a quantia confiscada, pois era um dinheiro que seria utilizado em prol dos Estados Unidos, e não por questões privadas.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de abril de 1829, de G.B. Thompson, endereçado a William Henry DeCourcy Wright (1795-1864), informando ao caso de George Rudge, que após transportar uma alta quantia de dólares foi conduzido à delegacia. É informado que o produtor não possui mais informações, apenas que o seu dever era de endereçar tal quantia para um navio americano.
Nota diplomática original, datada do dia 23 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a José Clemente Pereira (1787-1854), referente aos navios americanos Budget, Hannah, Tell Tale e Adams, apresados no Rio da Prata. É solicitado que sejam acelerados os julgamentos e que o montante exigido pelos capitães dos navios fique em torno de sessenta mil dólares.
Nota diplomática original, datada do dia 30 de abril de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a José Clemente Pereira (1787-1854) e referente ao caso de George Rudge, que após transportar uma alta quantia de dólares foi conduzido à delegacia e teve a quantia apreendida. Tudor solicita que o dinheiro apreendido pelos oficiais da alfândega seja restituído.
Nota diplomática original, datada do dia 9 de maio de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento da nota do dia 6 de maio enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, contendo uma declaração dos comissários responsáveis pelas reivindicações acerca do navio Joseph e de outra embarcação americana.
Nota diplomática original, datada do dia 13 de maio de 1829, de William Tudor (1779-1830), enviando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, alguns documentos referentes ao pagamento das indenizações de alguns navios americanos. Tudor informa que declarou a William Henry DeCourcy Wright (1795-1864) que os navios americanos Response, Potosi e Brighton estavam no Rio de Janeiro na época que a equalização do câmbio para o pagamento das indenizações foi realizado.
Nota diplomática original, datada do dia 18 de maio de 1829, de William Tudor (1779-1830), comunicando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, sobre sua renúncia ao cargo de encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil. O motivo dessa saída é devido ao seu estado de saúde, informando que esta já havia sido aprovada por Andrew Jackson (1767-1845), presidente dos Estados Unidos. Tudor informa que aguardava o navio Boston, então em Montevidéu, para retornar ao seu país assim que a embarcação aportasse no Rio de Janeiro.
Nota diplomática original, datada do dia 27 de maio de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento de uma nota enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente ao saque realizado por um corsário de Buenos Aires contra navios brasileiros durante sua passagem da Bahia para o Rio de Janeiro em um navio americano. É informado que embora o navio fosse americano, ele só poderia ser considerado um navio oficial do governo daquele país se fosse mutuamente reconhecido por ambos os governos. Também é informado o desejo de punir esse crime. O documento contém anexo.
Nota diplomática original, datada do dia 27 de maio de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, apresentando algumas observações sobre a reunião ocorrida no dia anterior. É informado que os participantes não chegaram a um acordo sobre as indenizações aos navios americanos, e Tudor solicita que seja nomeado o mais rápido possível para a conclusão do negócio. Também é mencionado o caso do navio americano Adams, que fora apreendido em Montevidéu. Tudor comunica que o proprietário da embarcação faliu devido à perda de seu navio e que uma restituição poderia atenuar tal questão.
Cópia de despacho, datado do dia 7 abril de 1829, de Martin Van Buren (1752-1864), endereçado a William Tudor (1779-1830), informando que no processo de despedida do Brasil, Tudor deveria indicar um sucessor ao cargo de encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil.
Nota diplomática original, datada do dia 1 de junho de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento da nota do dia 29 de maio enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, informando que o caso do navio americano Adams seria submetido a um exame mais detalhado. Tudor também agradece a cordialidade e tratamento de Aracati durante o tempo em que serviu como encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil.
Nota diplomática original, datada do dia 22 de junho de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento da nota do dia 20 de junho enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, enviando uma cópia do relatório que declara os motivos pela recusa da reivindicação no caso do navio americano Adams. Tudor informa que acataria a decisão, mas submeteria o documento mencionado para a análise do governo brasileiro.
Nota diplomática original, datada do dia 30 de junho de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente a quatro marinheiros americanos que estavam presos: William Spinner, David Crowell, Joseph Gordon e Francis Gandy. Tudor solicita a soltura desses quatro homens, argumentando que os crimes que cometeram já haviam sido pagos. Também solicita que Aracati comunique o caso a Dom Pedro I (1798-1834) para que ele liberte os marinheiros. Tudor garante que caso a soltura fosse determinada, eles poderiam ser entregues a William Henry DeCourcy Wright (1795-1864), que ficaria responsável por embarcar esses homens de volta aos Estados Unidos.
Nota diplomática original, datada do dia 1 de julho de 1829, de William Tudor (1779-1830), informando a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, que comprou uma passagem para a Filadélfia e solicita que seja marcada uma audiência com o Imperador para que comunique sobre a sua despedida do Brasil.
Nota diplomática original, datada do dia 19 de julho de 1829, de William Tudor (1779-1830), acusando o recebimento da nota enviada por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente aos novos arranjos feitos no Departamento da Marinha em relação ao fornecimento de água para navios de guerra estrangeiros. Tudor agradece o tratamento do governo brasileiro aos navios de guerra americanos.
Nota diplomática original, datada do dia 27 de julho de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, transmitindo a decisão sobre a representação do Sr. Maxwell Wright e outros, relativa ao reembolso de taxas na época de sua equalização, perto do final do ano anterior. É informado que os documentos sobre esse assunto foram transmitidos em nota do dia 13 de maio, e como houve um grande atraso para a obtenção dos documentos na alfândega, as partes estavam muito ansiosas para a resolução da indenização.
Nota diplomática original, datada do dia 11 de agosto de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente às letras de câmbio que foram emitidas em Pernambuco no valor dos títulos fornecidos para o navio americano "Spermo". Tudor informa que essas letras foram emitidas devido a algum equívoco, pois conforme sua nota de 23 de agosto de 1828 fora informado que esses títulos foram anulados.
Nota diplomática original, datada do dia 13 de outubro de 1829, de William Tudor (1779-1830), endereçada a João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, referente ao caso dos navios a vapor americanos contratados por José Silvestre Rebello (1777-1844) para serem usados na província do Grão-Pará. O desejo de tal compra era justificado pelo desejo de serem realizadas expedições pelos rios da província para assim melhor integrar o território. É informado que o primeiro barco a vapor foi enviado como um teste e que Tudor foi autorizado a continuar a negociação dos demais barcos. Também é extraído um trecho da correspondência de José Silvestre Rebello incentivando a produção de tais máquinas. Tudor demonstra insatisfação com uma quebra de contrato por parte do presidente da província e solicita que os donos das empresas de construção naval sejam indenizados pelo governo brasileiro. O documento contém anexo.
Nota diplomática original, datada do dia 28 de dezembro de 1820, de John James Appleton, acusando o recebimento da nota do dia 27 de dezembro enviada por Thomas Antônio de Villanova Portugal (1755-1839), referente à nomeação de Pedro de Sousa e Holstein (1781-1850), Duque de Palmela, como diretor da Repartição dos Negócios Estrangeiros da Guerra.
Nota diplomática original, datada do dia 12 de junho de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), solicitando a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, que emitisse uma ordem permitindo que o navio de guerra americano J.L. Elliot pudesse transmitir três mil e quinhentos dólares espanhóis que seriam destinados ao pagamento da tripulação.
Nota diplomática original, datada do dia 20 de junho de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente ao caso de dois marinheiros americanos, William Forbes e John B. Staut, que, segundo o cônsul dos Estados Unidos no Brasil, foram apreendidos à força a bordo do navio brasileiro Dona Paula. Raguet solicita que o assunto seja investigado pelas autoridades brasileiras.
Nota diplomática original, datada do dia 19 de março de 1821, de John James Appleton, endereçada a Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846), referente à prisão de dois marinheiros americanos, John Hughes e John Lovell, em um navio presiganga. Appleton informa que, caso não se comprovasse nenhum crime, fosse concedida a liberação aos marinheiros. Ele também menciona o caso de Joseph Baldez, que estava detido na mesma embarcação, e que sua sentença, de quatro anos, expiraria no próximo mês de junho. Dessa forma, Appleton pede que Baldez fosse liberado assim que sua pena se encerrasse
Nota diplomática original, datada do dia 20 de junho de 1826, solicitando a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, que sejam isentos de taxas os seis rolos de tapete importados por Condy Raguet (1784-1842).
Nota diplomática original, datada do dia 3 de maio de 1821, de John James Appleton, acusando o recebimento da carta enviada por Marcos de Noronha e Brito (1771-1828), 8.º Conde dos Arcos, informando sobre o Decreto Real de 22 de abril.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de julho de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à chegada ao Rio de Janeiro do navio americano Leonidas, apreendido no Rio da Prata. Raguet informa que aguardaria a chegada do capitão da respectiva embarcação para iniciar o processo sobre o caso.
Nota diplomática original, datada do dia 12 de junho de 1821, cujo autor desconhecido solicita a Pedro Álvares Diniz os passaportes para sua viagem para São Paulo e Minas Gerais.
Nota diplomática original, datada do dia 24 de julho de 1826, informando a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, sobre a chegada ao Rio de Janeiro do capitão do navio americano Leonidas, apreendido no Rio da Prata
Nota diplomática original, datada do dia 5 de setembro de 1826, informando a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, sobre o desejo do capitão Biddle, comandante da fragata americana Macedonian, e do cônsul dos Estados Unidos em serem apresentados ao imperador na cerimônia de independência do Brasil.
Nota diplomática original, datada do dia 15 de junho de 1821, cujo autor desconhecido solicita a Pedro Álvares Diniz a hora e o local para encontrar-se com o Príncipe Regente antes de sua partida para o interior.
Cópia de nota diplomática, datada do dia 11 de fevereiro de 1825 e de autoria de Condy Raguet (1784-1842), endereçada a Luís José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira, referente ao marinheiro americano James H. Roger, que havia pedido o perdão do imperador após ser condenado em Pernambuco por perturbação pública. Raguet afirma que não conhece o cidadão e por isso não pede mais considerações sobre o caso, apenas informa o seu pedido de clemência.
Nota diplomática original, datada do dia 9 de setembro de 1826, de Condy Raguet (1784-1842), acusando o recebimento da nota do dia 31 de agosto enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Marquês de Inhambupe, referente à liberação dos marinheiros do navio americano Ruth da presiganga em que se achavam detidos. Raguet apresenta críticas ao modo como os marinheiros foram apreendidos e encarcerados, informando que cinco tripulantes do Ruth tentaram recuperar seu navio, que estava em posse de doze marinheiros armados. Dessa forma,ele afirma que o tratamento aplicado aos prisioneiros foi injusto e violento.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComRepEx-
Título
Estados Unidos
Data(s)
1822-1889 (Produção)
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Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
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Ministério das Relações Exteriores
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