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Despacho datado de 10 de novembro de 1826 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que foi concedido a Manoel Luiz dos Santos [s.d] um privilégio exclusivo por vinte anos para o estabelecimento de uma companhia em Londres que promovesse no Império do Brasil o novo método de construção naval. Este despacho contém dois anexos: o primeiro, datado de 4 de outubro de 1826, é uma cópia do requerimento de Manoel Luiz dos Santos ao Império, solicitando o privilégio exclusivo para instalar sua companhia em Londres com um fundo de aproximadamente um milhão de libras esterlinas. O segundo anexo é a cópia de uma minuta em que o mesmo Manoel Luiz dos Santos expõe um relatório das vantagens do novo método de construção naval adotado na Inglaterra, detalhando os ganhos em flutuação, lotação, fortaleza, durabilidade, entre outros
Cópia de despacho enviado por Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá, para José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro, com data de 23 de junho de 1830. Acusa o recebimento do ofício n. 03, datado de 24 de abril, acompanhado do relatório de despesas da legação, e informa que o documento havia sido apresentado ao Imperador.
Cópia de despacho enviado por Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá, para Domingos Borges de Barros (1780-1855), Visconde de Pedra Branca, com data de 22 de novembro de 1826, acusando recebimento de ofício acompanhado de cópia de carta de Mr. Gauthier. Comunica que o Imperador mandou que encontrasse um construtor naval de reconhecida aptidão para ser empregado em algum dos Arsenais da Marinha do Império.
Despacho datado de 18 de abril de 1825 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica aos agentes brasileiros em Londres que o Imperador recebeu seu ofício com data de 9 de fevereiro de 1825 em que constava a tabela de preços de artigos militares das três principais fábricas da Suécia e a sugestão de que seria mais vantajoso comprar as peças de artilharia e âncoras naquele país, pelo ferro empregado ser de melhor qualidade e pelo preço ser baixo. O Marquês de Paranaguá repassa ordens do Imperador para que quaisquer encomendas já feitas de objetos não só necessários como até urgentes devem vir do lugar que ofereça a maior brevidade de tempo possível; para as encomendas que ainda seriam feitas, o princípio seria o de procurar o lugar mais vantajoso. Recomenda também que se verifique o peso das peças de artilharia caso a compra seja feita na Suécia e que no mesmo país seja averiguado se as âncoras estão sendo manufaturadas à maneira inglesa
Despacho datado de 26 de setembro de 1825 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que seu ofício com data de 18 de julho chegou à presença do Imperador. Informa que tem merecido a consideração do governo o primeiro dos objetos mencionados no ofício, devendo o segundo ser compreendido em estatística marítima, dependente de remessas de algumas das nações exigidas das províncias marítimas do Império
Despacho datado de 20 de setembro de 1825 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que seu ofício com data de 27 de junho chegou à presença do Imperador, que houve por bem determinar que Antonio Daly fosse admitido no posto de primeiro-tenente de comissão na Armada Imperial uma vez que se emendasse do seu vício de embriaguez
Despacho datado de 20 de dezembro de 1825 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que, em vista do comportamento escandaloso do primeiro-almirante Thomas John Cochrane (1775-1860), Marquês do Maranhão, o Imperador ordenou a desoneração deste do comando da fragata Ipiranga. Gameiro Pessoa ficaria encarregado de nomear outro comandante para a fragata e suspender o pagamento dos vencimentos do Marquês do Maranhão até que ele viesse a Corte responder pelos seus atos. Segue em anexo a este despacho o aviso do Visconde de Paranaguá, datado de 20 de dezembro de 1825, dirigido a Cochrane, contendo a ordem do Imperador que efetivava sua desoneração do comando da Ipiranga. Neste aviso é mencionado que o referido marquês havia aceitado uma oferta de servir na Grécia sem antes apresentar-se na Corte do Rio de Janeiro, conforme lhe fora ordenado repetidas vezes
Despacho datado de 4 de outubro de 1826 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que em 13 de setembro o Imperador admitiu o ingresso de Thomas Hayden [s.d] na Armada Imperial, sob a patente de capitão-tenente, após este ter apresentado sua carta de dispensa do serviço naval britânico. Contudo, Gameiro Pessoa não enviara mais notícias a respeito de Hayden, e por isso é instado pelo Império a dar detalhes do que ocorrera com o capitão-tenente
Despacho datado de 22 de outubro de 1825 em que Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, comunica a Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, que seu ofício com data de 9 de agosto de 1825 foi recebido pelo Imperador, assim como seus anexos: uma certidão do escrivão da fragata Ipiranga, a relação de pagamento de um mês de soldo e comedorias para oficiais e a relação do soldo da marujada da mencionada fragata
Cópia de despacho enviado por Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá, para Antônio Telles da Silva (1790-1875), Marquês de Resende, com data de 02 de março de 1831, acusando recebimento de ofício n.8 com data de 10 de dezembro de 1830 e declarando-se inteirado do conteúdo.
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Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá
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Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá
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Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Marquês de Paranaguá
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