显示 9 结果

文献著录
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Cert_L17-M3_1841-03-02 · Item documental · 02/03/1841
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Cert_L17-M3_1859-05-14 · Item documental · 14/05/1859
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Peti_L17-M3_1840-03-26 · Item documental · 26/03/1840
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Peti_L17-M3_1847-03-22 · Item documental · 22/03/1847
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Crq-Peti_L6-M3_1859-08-27 · Item documental · 27/08/1859
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Brigue de nacionalidade brasileira, propriedade de José Cerqueira de Lima, um importante negociante e armador da primeira metade do século XIX. Lima possuía uma extensa frota, com mais de 30 embarcações que realizavam viagens comerciais entre o porto da Bahia e a costa ocidental da África. Sob o comando de Manoel Cardoso dos Santos, o Cerqueira partiu do porto da Bahia em novembro de 1820, com destino a Molembo, um dos centros comerciais situados na região do Congo, conhecido por suas intensas trocas comerciais. Contudo, durante essa travessia, a embarcação foi interceptada pela fragata britânica Bann, sob o comando do capitão George William Courtney, que já havia apressado a Sumaca Criola na mesma época. Cerqueira foi apressado no porto de Onim, situado no golfo do Benim, uma localidade que frequentemente servia como ponto estratégico para patrulhas navais britânicas que atuavam no combate ao tráfico transatlântico de africanos escravizados. Após a captura, o navio foi conduzido a Serra Leoa, um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base da Comissão Mista, Serra Leoa era o principal destino das embarcações capturadas, onde eram submetidas a processos judiciais para avaliar a legalidade da viagem. Durante esses julgamentos, as autoridades britânicas examinavam a carga, documentos e depoimentos da tripulação em busca de evidências de envolvimento no tráfico de africanos escravizados, refletindo as tensões globais da época.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Dqz-Proc_L12-M1_1834-06-30_01 · Item documental · 30/06/1834
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Escuna de nacionalidade dúbia, sob posse de José Joaquim Teixeira, que a adquiriu de João de Sousa Matos, era comandada por José Joaquim de Barros e possuía uma robusta estrutura. A dubiedade de nacionalidade do brigue pode ser vista como uma tentativa de navegar entre os interesses conflitantes dos impérios e suas legislações, mas também, pode indicar uma recorrente estratégia utilizada para driblar patrulhas contra o tráfico atlântico de escravizados. Em janeiro de 1834, a embarcação iniciou sua viagem em Benguela e realizou uma escala em São Paulo de Loanda, ambos importantes entrepostos do tráfico de escravizados na costa ocidental da África. O contexto do tráfico em 1834 ainda favorecia os grandes negociantes, apesar das restrições legais. Embora o Brasil já tenha assinado a lei de 1831 proibindo o comércio de africanos escravizados, a fiscalização era ineficaz e a legislação amplamente desrespeitada. A demanda por mão de obra escravizada continuava alta, especialmente para a lavoura cafeeira em expansão no Sudeste, o que mantinha os circuitos comerciais ativos. Nesse cenário, traficantes utilizavam estratégias como o uso de bandeiras de diferentes nacionalidades para tentar escapar da patrulha britânica no Atlântico. Nesse contexto, o navio foi interceptado pela corveta britânica Satellite, em mais um episódio da crescente repressão ao comércio transatlântico de cativos. A escolha de Benguela como ponto de embarque reforça a importância dessa região dentro do tráfico para o Brasil. Localizada na atual Angola, Benguela era um dos principais polos de exportação de cativos para as Américas, abastecida por redes comerciais que levavam africanos capturados no interior até a costa. A escala em São Paulo de Loanda, outro grande centro comercial do tráfico, evidencia a complexidade do comércio ilícito de escravizados. A apreensão do Duquesa de Bragança pela corveta Satellite ilustra o aumento da vigilância britânica sobre o Atlântico Sul. A partir da década de 1830, a atuação da Marinha Real se intensificou, resultando na captura de diversas embarcações com fins de tráfico atlântico.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Proc_L17-M3_1842-06-04 · Item documental · 04/06/1842
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Proc_L17-M3_1846-09-19 · Item documental · 19/09/1846
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gun-Requ_L17-M3_s-d · Item documental · [S.d.]
一部分 Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O brigue Guiana, embarcação de bandeira inglesa operou entre as décadas de 1840 e 1850, se inserindo no contexto do tráfico atlântico de escravizados em um momento de crescente repressão internacional, mas ainda de intensa atividade clandestina entre a costa brasileira e a África Ocidental. De propriedade de Feliciana Maria de Brito Lopes, viúva de Manoel Francisco Lopes, o navio foi fretado às firmas Logari e Moore, o que sugere o envolvimento de intermediários ou agentes comerciais que buscavam driblar as legislações proibitivas valendo-se da utilização de bandeiras estrangeiras.
A presença de uma embarcação inglesa nesse circuito, apesar da postura oficial britânica de combate ao tráfico, não era incomum: muitas vezes navios eram registrados sob bandeiras neutras ou mesmo sob falsos registros, como forma de dificultar as abordagens e encobrir as atividades ilícitas.
Comandado por George Nickles, o Guiana partiu do porto da Bahia, tradicional centro de embarque e desembarque de mercadorias e pessoas ligadas ao comércio atlântico, com destino à cidade portuária de Onim, na região do Golfo do Benim — um dos principais pontos de concentração de redes traficantes naquele período. O itinerário Bahia–Onim revela a persistência das rotas consolidadas ao longo do século XIX, mesmo sob a vigilância crescente das forças navais britânicas e a intensificação das ações diplomáticas e legais contra o tráfico. A articulação entre proprietários locais, firmas comerciais e comandantes estrangeiros aponta para a complexidade das redes envolvidas nesse comércio ilegal, que continuava a movimentar grandes somas de capital e a alimentar a economia escravista brasileira, mesmo diante de crescentes restrições.
Contudo, a embarcação foi apreendida pela escuna Viper, sob o comando de George Burselen, reforçando o papel ativo da marinha britânica na repressão ao tráfico. Levado para Serra Leoa, centro judicial e administrativo das operações britânicas de combate ao tráfico ilegal, o caso do Guiana exemplifica a vigilância constante nas rotas atlânticas e a tentativa de sufocar as operações por meio da apreensão de navios.

无标题的