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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr--Requ_L5-M1_1860-02-24_05 · Item documental · 24/02/1860
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Calíope (1859)

Escuna de nacionalidade brasileira, Calíope pertencia a José Cerqueira Lima, proprietário de mais de 30 embarcações que realizaram viagens na primeira metade do século XIX entre o porto da Bahia e a África Ocidental. Em 1859, a embarcação, sob o comando de Silvério José Pereira, realizou viagem entre a Bahia e o porto de Aguê, na costa ocidental africana.
A Bahia, um dos principais centros da economia escravista no Brasil, mantinha uma forte demanda por mão de obra cativa, especialmente para as plantations de açúcar. Já o porto de Aguê, situado no Golfo da Guiné, era um ponto estratégico para o embarque de africanos escravizados, funcionando como uma escala importante dentro das rotas que ligavam a África ao Brasil.
Calíope, contudo, foi interceptada pelo brigue britânico Water Witch, sob o comando de Henry J. Watson, como parte da ofensiva da Marinha Real contra o tráfico atlântico. Após sua apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, um dos principais postos britânicos para a detenção de navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.
O caso da Calíope reflete a resistência de traficantes brasileiros em abandonar essa atividade lucrativa, mesmo diante do aumento da repressão marítima e das sanções impostas pelo Reino Unido contra o Brasil, mesmo após quase uma década da Lei Eusébio de Queirós.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr--Requ_L5-M1_1860-02-24_04 · Item documental · 24/02/1860
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Calíope (1859)

Escuna de nacionalidade brasileira, Calíope pertencia a José Cerqueira Lima, proprietário de mais de 30 embarcações que realizaram viagens na primeira metade do século XIX entre o porto da Bahia e a África Ocidental. Em 1859, a embarcação, sob o comando de Silvério José Pereira, realizou viagem entre a Bahia e o porto de Aguê, na costa ocidental africana.
A Bahia, um dos principais centros da economia escravista no Brasil, mantinha uma forte demanda por mão de obra cativa, especialmente para as plantations de açúcar. Já o porto de Aguê, situado no Golfo da Guiné, era um ponto estratégico para o embarque de africanos escravizados, funcionando como uma escala importante dentro das rotas que ligavam a África ao Brasil.
Calíope, contudo, foi interceptada pelo brigue britânico Water Witch, sob o comando de Henry J. Watson, como parte da ofensiva da Marinha Real contra o tráfico atlântico. Após sua apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, um dos principais postos britânicos para a detenção de navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.
O caso da Calíope reflete a resistência de traficantes brasileiros em abandonar essa atividade lucrativa, mesmo diante do aumento da repressão marítima e das sanções impostas pelo Reino Unido contra o Brasil, mesmo após quase uma década da Lei Eusébio de Queirós.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr--Requ_L5-M1_1860-02-24_03 · Item documental · 24/02/1860
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Calíope (1859)

Escuna de nacionalidade brasileira, Calíope pertencia a José Cerqueira Lima, proprietário de mais de 30 embarcações que realizaram viagens na primeira metade do século XIX entre o porto da Bahia e a África Ocidental. Em 1859, a embarcação, sob o comando de Silvério José Pereira, realizou viagem entre a Bahia e o porto de Aguê, na costa ocidental africana.
A Bahia, um dos principais centros da economia escravista no Brasil, mantinha uma forte demanda por mão de obra cativa, especialmente para as plantations de açúcar. Já o porto de Aguê, situado no Golfo da Guiné, era um ponto estratégico para o embarque de africanos escravizados, funcionando como uma escala importante dentro das rotas que ligavam a África ao Brasil.
Calíope, contudo, foi interceptada pelo brigue britânico Water Witch, sob o comando de Henry J. Watson, como parte da ofensiva da Marinha Real contra o tráfico atlântico. Após sua apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, um dos principais postos britânicos para a detenção de navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.
O caso da Calíope reflete a resistência de traficantes brasileiros em abandonar essa atividade lucrativa, mesmo diante do aumento da repressão marítima e das sanções impostas pelo Reino Unido contra o Brasil, mesmo após quase uma década da Lei Eusébio de Queirós.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr--Requ_L5-M1_1860-02-24_02 · Item documental · 24/02/1860
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Calíope (1859)

Escuna de nacionalidade brasileira, Calíope pertencia a José Cerqueira Lima, proprietário de mais de 30 embarcações que realizaram viagens na primeira metade do século XIX entre o porto da Bahia e a África Ocidental. Em 1859, a embarcação, sob o comando de Silvério José Pereira, realizou viagem entre a Bahia e o porto de Aguê, na costa ocidental africana.
A Bahia, um dos principais centros da economia escravista no Brasil, mantinha uma forte demanda por mão de obra cativa, especialmente para as plantations de açúcar. Já o porto de Aguê, situado no Golfo da Guiné, era um ponto estratégico para o embarque de africanos escravizados, funcionando como uma escala importante dentro das rotas que ligavam a África ao Brasil.
Calíope, contudo, foi interceptada pelo brigue britânico Water Witch, sob o comando de Henry J. Watson, como parte da ofensiva da Marinha Real contra o tráfico atlântico. Após sua apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, um dos principais postos britânicos para a detenção de navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.
O caso da Calíope reflete a resistência de traficantes brasileiros em abandonar essa atividade lucrativa, mesmo diante do aumento da repressão marítima e das sanções impostas pelo Reino Unido contra o Brasil, mesmo após quase uma década da Lei Eusébio de Queirós.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr--Requ_L5-M1_1860-02-24_01 · Item documental · 24/02/1860
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Calíope (1859)

Escuna de nacionalidade brasileira, Calíope pertencia a José Cerqueira Lima, proprietário de mais de 30 embarcações que realizaram viagens na primeira metade do século XIX entre o porto da Bahia e a África Ocidental. Em 1859, a embarcação, sob o comando de Silvério José Pereira, realizou viagem entre a Bahia e o porto de Aguê, na costa ocidental africana.
A Bahia, um dos principais centros da economia escravista no Brasil, mantinha uma forte demanda por mão de obra cativa, especialmente para as plantations de açúcar. Já o porto de Aguê, situado no Golfo da Guiné, era um ponto estratégico para o embarque de africanos escravizados, funcionando como uma escala importante dentro das rotas que ligavam a África ao Brasil.
Calíope, contudo, foi interceptada pelo brigue britânico Water Witch, sob o comando de Henry J. Watson, como parte da ofensiva da Marinha Real contra o tráfico atlântico. Após sua apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, um dos principais postos britânicos para a detenção de navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.
O caso da Calíope reflete a resistência de traficantes brasileiros em abandonar essa atividade lucrativa, mesmo diante do aumento da repressão marítima e das sanções impostas pelo Reino Unido contra o Brasil, mesmo após quase uma década da Lei Eusébio de Queirós.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Bfm-Requ_L4-M2_1860-01-02 · Item documental · 01/01/1860
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Bonfim (1849)

A escuna Bonfim era uma embarcação de bandeira brasileira associada às redes comerciais do Barão de Vila Nova do Minho, José Bernardino de Sá, um dos mais influentes negociantes da primeira metade do século XIX, que possuía uma vasta frota de mais de 50 embarcações, como os navios Princeza e Atrevida e mantinha conexões comerciais estratégicas que se estendiam pelo Atlântico.
O Bonfim pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro de José Bernardino de Sá, e tinha como comandante José Pinto de Araújo. Em 14 de novembro de 1840, partiu do porto do Rio de Janeiro com destino à ilha de São Tomé, localizada no Golfo da Guiné, uma região que, à época, estava intensamente ligada ao tráfico transatlântico de escravizados.
O Rio de Janeiro, um dos principais portos do Império do Brasil, era um ponto de partida estratégico devido à sua posição como centro econômico e político, além de contar com uma infraestrutura portuária consolidada para o comércio marítimo. São Tomé, por sua vez, localizada no Golfo da Guiné, era um entreposto fundamental no circuito atlântico, servindo como ponto de redistribuição de cativos capturados no interior da África Central.
Em 11 de janeiro de 1841, a escuna brasileira foi interceptada pelo navio britânico Persian, sob o comando de Thomas Seymond, como parte das ações da Marinha Real Britânica no combate ao tráfico negreiro. Após sua apreensão, o Bonfim foi levado a Serra Leoa, um dos principais centros das operações britânicas contra o comércio ilegal de africanos escravizados, destacando as tensões globais da época, marcadas pela pressão britânica para acabar com o comércio transatlântico de escravos e pela resistência de interesses comerciais em regiões como o Brasil e Portugal.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1860-02-09 · Item documental · 09/02/1860
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part9 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part8 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part7 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part6 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part5 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part4 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part3 · Item documental · 02/10/1859
Teil von Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part2 · Item documental · 02/10/1859
Teil von Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_08Part11 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_06 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_05 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_04 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_03 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_02 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1859-10-02_01 · Item documental · 02/10/1859
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1846-05-30 · Item documental · 30/05/1846
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1846-04-11 · Item documental · 11/04/1846
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trf-Requ_L30-M5_1846-04-11 · Item documental · 11/04/1846
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Triunfante (1845)

De porte médio, embora formalmente registrado em nome de Jerônimo Pereira Lopes da Silva, o brigue denominado Triunfante pertencia a Antônio de Sousa Ribeiro, herdeiro do título de Barão da Vila Nova do Minho. À frente da embarcação, o comandante José Maria Pereira partiu do Rio de Janeiro, em setembro de 1845, com destino à Ilha de Goa, ao norte de Moçambique, realizando várias escalas em portos da África Oriental. Por estar situada perto da costa de Moçambique, tal ilha tornou-se um ponto estratégico para o comércio e a navegação ao longo dos séculos. A sua localização favoreceu a ligação entre o Oceano Índico e o Atlântico Sul, tornando-a um entreposto crucial na rede de tráfico de escravizados. Contudo, a viagem do brigue foi interrompida no porto de Quelimane em uma das escalas realizadas pela embarcação. Lá, o navio foi apreendido pela corveta britânica S.M.B. Sapho, comandada por Robert Fitzgerald Gambier. Após a captura, o brigue foi levado para o Cabo da Boa Esperança, onde passaria a ser investigado. A apreensão no Cabo da Boa Esperança fazia parte de uma estratégia britânica mais ampla para garantir o controle das rotas comerciais no Atlântico e no Índico, especialmente após a abolição do tráfico de escravizados, e a Corveta Sapho era uma das embarcações que cumpria essa missão de fiscalização e patrulha.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Trh-Requ_L30-M06_1859-11-19 · Item documental · 19/11/1859
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Triunpho (1851)

O iate brasileiro denominado Triunpho tinha como proprietário o comerciante Pedro Lopes Ribeiro e navegava rumo ao Porto de Zimbros, em Vila de Porto Belo, Santa Catarina, quando foi apressado pelo bote de vapor inglês Locust em junho de 1851.
Pedro Lopes Ribeiro, o proprietário original da embarcação, faleceu em julho de 1857, e o navio passou a ser propriedade da viúva, Joaquina Fagundes, e seus filhos, Manoel Lopes Fagundes e João Pedro Fagundes, que denunciaram, em longo processo, a arbitrariedade com qual Triunpho havia sido apreendido.
Em 1851, comandado por José de Antônio Amorim, o iate Triunpho partiu do porto de Canavieiras, na Bahia, com destino ao Porto de Zimbros, na Vila de Porto Belo, em Santa Catarina. O trajeto entre a Bahia e Santa Catarina estava longe de ser trivial. Durante o auge do tráfico negreiro, o sul do Brasil era uma região-chave para a recepção de escravizados, e Santa Catarina, em particular, tinha uma rota ativa de importação de pessoas forçadas a trabalhar nas plantações e nas lavouras de arroz, nas salinas e nas indústrias locais. A vila de Porto Belo, destino final da embarcação, tinha grande importância no mercado de escravizados especialmente no contexto do século XIX, quando o Brasil ainda vivia sob a forte pressão do comércio ilegal de pessoas para trabalhar nas plantações, nas salinas e nas lavouras da região sul do país.
No dia 8 de julho de 1851, o iate foi apreendido pelo bote de vapor inglês Locust, comandado por Rogers L. Curtis, nas proximidades de Ponta de Ganchos, região costeira de Santa Catarina. A apreensão foi realizada no contexto das tensões internacionais sobre o tráfico de escravizados. Em virtude de acordos internacionais, como o Tratado de Comércio e Navegação, os britânicos tinham autoridade para intervir no comércio de escravizados e apreender embarcações com suspeitas de envolvimentos no comércio ilegal de escravizados. Para além disso, o episódio de apresamento do iate Triunpho está intrinsecamente ligado com o período de amplo comércio interprovincial de escravizados no Brasil após 1850, com a proibição do tráfico transatlântico de escravizados com a Lei Eusébio de Queiróz.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Bll-Requ_L3-M6_s-d · Item documental · [S.d.]
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Bella Clara (1845)
Hiate brasileiro, o Bella Clara pertencia a Coronel Justino Neves de Sento Sé. Sob o comando de José Julião da Cunha Bittencourt, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1845 com destino à costa africana.
O itinerário traçado por Bella Clara insere-se no contexto das décadas de 1840 e 1850, um período de intensa repressão ao tráfico transatlântico de escravizados. Apesar da proibição formal do tráfico em 1831 pelo Império do Brasil as rotas entre a Bahia e a costa centro-ocidental africana continuaram sendo amplamente utilizadas por traficantes brasileiros, principalmente devido à alta demanda por mão de obra escravizada nas plantações de café, cana-de-açúcar e outras culturas.
Depois de dezoito dias de embarque, contudo, a embarcação foi apreendida. Tal apreensão foi realizada pelo navio de Sua Majestade Britânica Pantalon, comandado pelo oficial Wilson, em ação que reflete a intensificação da repressão britânica ao tráfico a partir de 1845, com a promulgação do Bill Aberdeen, que autorizava a Marinha Real Britânica a capturar navios negreiros em alto-mar, mesmo sem a anuência do governo brasileiro. Nesse período, diversas embarcações baianas foram interceptadas, e seus tripulantes, muitas vezes, levados a julgamento em tribunais de comissão mista.
Dessa maneira, o caso do hiate Bella Clara representa, portanto, um episódio emblemático do embate entre a continuidade do tráfico e as crescentes pressões internacionais para sua erradicação. A Bahia, em particular, manteve sua conexão com a África de maneira resiliente. Mesmo após a intensificação das patrulhas britânicas, as redes de tráfico negreiro adaptaram-se, utilizando técnicas como registros fraudulentos e portos clandestinos para continuar suas operações.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Bll-Requ_L3-M6_1899-09-02 · Item documental · 02/09/1899
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Bella Clara (1845)
Hiate brasileiro, o Bella Clara pertencia a Coronel Justino Neves de Sento Sé. Sob o comando de José Julião da Cunha Bittencourt, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1845 com destino à costa africana.
O itinerário traçado por Bella Clara insere-se no contexto das décadas de 1840 e 1850, um período de intensa repressão ao tráfico transatlântico de escravizados. Apesar da proibição formal do tráfico em 1831 pelo Império do Brasil as rotas entre a Bahia e a costa centro-ocidental africana continuaram sendo amplamente utilizadas por traficantes brasileiros, principalmente devido à alta demanda por mão de obra escravizada nas plantações de café, cana-de-açúcar e outras culturas.
Depois de dezoito dias de embarque, contudo, a embarcação foi apreendida. Tal apreensão foi realizada pelo navio de Sua Majestade Britânica Pantalon, comandado pelo oficial Wilson, em ação que reflete a intensificação da repressão britânica ao tráfico a partir de 1845, com a promulgação do Bill Aberdeen, que autorizava a Marinha Real Britânica a capturar navios negreiros em alto-mar, mesmo sem a anuência do governo brasileiro. Nesse período, diversas embarcações baianas foram interceptadas, e seus tripulantes, muitas vezes, levados a julgamento em tribunais de comissão mista.
Dessa maneira, o caso do hiate Bella Clara representa, portanto, um episódio emblemático do embate entre a continuidade do tráfico e as crescentes pressões internacionais para sua erradicação. A Bahia, em particular, manteve sua conexão com a África de maneira resiliente. Mesmo após a intensificação das patrulhas britânicas, as redes de tráfico negreiro adaptaram-se, utilizando técnicas como registros fraudulentos e portos clandestinos para continuar suas operações.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Bll-Requ_L3-M6_1891-03-30 · Item documental · 30/03/1891
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Bella Clara (1845)
Hiate brasileiro, o Bella Clara pertencia a Coronel Justino Neves de Sento Sé. Sob o comando de José Julião da Cunha Bittencourt, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1845 com destino à costa africana.
O itinerário traçado por Bella Clara insere-se no contexto das décadas de 1840 e 1850, um período de intensa repressão ao tráfico transatlântico de escravizados. Apesar da proibição formal do tráfico em 1831 pelo Império do Brasil as rotas entre a Bahia e a costa centro-ocidental africana continuaram sendo amplamente utilizadas por traficantes brasileiros, principalmente devido à alta demanda por mão de obra escravizada nas plantações de café, cana-de-açúcar e outras culturas.
Depois de dezoito dias de embarque, contudo, a embarcação foi apreendida. Tal apreensão foi realizada pelo navio de Sua Majestade Britânica Pantalon, comandado pelo oficial Wilson, em ação que reflete a intensificação da repressão britânica ao tráfico a partir de 1845, com a promulgação do Bill Aberdeen, que autorizava a Marinha Real Britânica a capturar navios negreiros em alto-mar, mesmo sem a anuência do governo brasileiro. Nesse período, diversas embarcações baianas foram interceptadas, e seus tripulantes, muitas vezes, levados a julgamento em tribunais de comissão mista.
Dessa maneira, o caso do hiate Bella Clara representa, portanto, um episódio emblemático do embate entre a continuidade do tráfico e as crescentes pressões internacionais para sua erradicação. A Bahia, em particular, manteve sua conexão com a África de maneira resiliente. Mesmo após a intensificação das patrulhas britânicas, as redes de tráfico negreiro adaptaram-se, utilizando técnicas como registros fraudulentos e portos clandestinos para continuar suas operações.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sus-Requ_L29-M4_s-d · Item documental · [S.d.]
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Suspiro (1845)

Suspiro, patacho brasileiro com mais de 160 toneladas, zarpou do porto do Rio de Janeiro em maio de 1845 em meio a um contexto marcado por crescente repressão internacional ao tráfico transatlântico de escravizados. Registrado como propriedade de Manoel José da Silva e comandado por Manoel de Freitas Vitor e contando com 17 tripulantes a bordo, o patacho zarpou às Ilhas dos Açores, com menção a escalas em portos africanos. A prática de utilizar grandes embarcações como o Suspiro, com capacidade de transporte superior à média dos patuscos comuns no tráfico, pode demonstrar um esforço dos negociantes em ampliar o volume de cativos transportados por viagem, ao mesmo tempo em que tentavam garantir maior autonomia e resistência para rotas mais longas e perigosas. A apreensão do Suspiro foi realizada em 16 de julho de 1845, ainda próximo à costa do Rio de Janeiro, pelo navio britânico Prometheus, sob o comando de John Hay. Após a apreensão, o navio foi conduzido a Serra Leoa, epicentro das operações jurídicas e militares britânicas no combate ao tráfico atlântico, onde os casos eram julgados por tribunais internacionais e os cativos libertados. O episódio do patacho pode revelar não apenas a persistência das redes escravistas em pleno meio da década de 1840, mas também o embate crescente entre interesses econômicos escravistas internos e o esforço britânico em sufocar o tráfico pela via diplomática e naval.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Scf-Requ_L29-M3_s-d · Item documental · S.d.
Teil von Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Sociedade Feliz (1839)

Patacho de nacionalidade brasileira denominado Sociedade Feliz. De propriedade de Pedro Pereira de Sampaio e Silva, comerciante inserido nas estruturas do tráfico atlântico que ligavam a Bahia aos principais entrepostos africanos. A embarcação zarpou do porto baiano em agosto de 1839, com destino à costa da África, ainda sem um porto específico registrado, o que já indica a tentativa deliberada de encobrir o real propósito da viagem. A Bahia, nesse período, permanecia como um dos principais centros articuladores do tráfico atlântico, abrigando comerciantes influentes e uma infraestrutura portuária voltada ao recebimento de embarcações e cativos. Sob o comando de João de Sousa Campos, a embarcação buscou realizar itinerário pela costa da África revelando a persistência das rotas tradicionais do tráfico, mesmo diante do avanço das legislações internacionais proibitivas e da atuação dos tribunais mistos de repressão ao tráfico atlântico. Ainda assim, a escolha do Cabo das Palmas como ponto de passagem pode indicar uma tentativa de operar em regiões de menor vigilância, deslocando-se dos entrepostos mais vigiados como Luanda ou Lagos. Contudo, o patacho brasileiro foi apreendido pelo brigue britânico Warliquim, sob o comando de Francisco John Russel, nas imediações do Cabo das Palmas. Após a apreensão, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, sede do sistema britânico de repressão ao tráfico e centro dos tribunais responsáveis pelo julgamento dos casos e libertação dos africanos resgatados. A operação faz parte de um conjunto mais amplo de ações empreendidas pela marinha britânica na década de 1830, que visava conter o fluxo ilegal de cativos ainda vigorante, sobretudo a partir do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sjv-Requ_L29-M1_s-d_02 · Item documental · [S.d.]
Teil von Escritório de Representação no Rio de Janeiro

São João Voador era uma sumaca brasileira pertencente a João José de Sampaio, José João da Cunha e Antônio Dias Coelho, comerciantes que mantinham negócios regulares entre o Brasil e a costa ocidental africana. Sob o comando de Antônio José Galvão, a embarcação partiu da Bahia com destino à Costa da África, realizando escalas estratégicas nos portos de Ajudá e Popó, ambos situados na região do Golfo do Benim. Esses portos eram conhecidos por sua importância no tráfico transatlântico.
Diante do contexto do fortalecimento de patrulhas navais contrárias ao comércio ilícito, apreensão do São João Voador ocorreu no porto de Aquitar. naquela ocasião, a embarcação foi interceptada pela fragata britânica Éden, comandada por William Fitz e William Owen, que já haviam realizado apreensões semelhantes na mesma região, como as embarcações Esmenia e Vencedora, que realizavam rotas próximas à do São João Voador. A operação contou ainda com a participação da barca britânica Africana, sob o comando de James Badgley, evidenciando um esforço coordenado das forças navais britânicas para reprimir o tráfico ilegal na região.
Após a apreensão, o São João Voador foi inicialmente levado para Fernando Pó, uma ilha no Golfo da Guiné que frequentemente servia como base de operações britânicas durante as patrulhas de combate ao tráfico. Posteriormente, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, onde seria submetida a julgamento por tribunais navais.
Servindo como base da Comissão Mista, Serra Leoa era o principal destino das embarcações capturadas, onde eram submetidas a processos judiciais para avaliar a legalidade da viagem. Durante esses julgamentos, as autoridades britânicas examinavam a carga, documentos e depoimentos da tripulação em busca de evidências de envolvimento no tráfico de africanos escravizados, refletindo as tensões globais da época, marcadas pela crescente pressão britânica para extinguir o comércio transatlântico de escravizados e pela resistência de poderosos interesses comerciais em países como Brasil e Portugal, onde o tráfico ainda representava uma atividade lucrativa.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sjv-Requ_L29-M1_s-d_01 · Item documental · [S.d.]
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São João Voador era uma sumaca brasileira pertencente a João José de Sampaio, José João da Cunha e Antônio Dias Coelho, comerciantes que mantinham negócios regulares entre o Brasil e a costa ocidental africana. Sob o comando de Antônio José Galvão, a embarcação partiu da Bahia com destino à Costa da África, realizando escalas estratégicas nos portos de Ajudá e Popó, ambos situados na região do Golfo do Benim. Esses portos eram conhecidos por sua importância no tráfico transatlântico.
Diante do contexto do fortalecimento de patrulhas navais contrárias ao comércio ilícito, apreensão do São João Voador ocorreu no porto de Aquitar. naquela ocasião, a embarcação foi interceptada pela fragata britânica Éden, comandada por William Fitz e William Owen, que já haviam realizado apreensões semelhantes na mesma região, como as embarcações Esmenia e Vencedora, que realizavam rotas próximas à do São João Voador. A operação contou ainda com a participação da barca britânica Africana, sob o comando de James Badgley, evidenciando um esforço coordenado das forças navais britânicas para reprimir o tráfico ilegal na região.
Após a apreensão, o São João Voador foi inicialmente levado para Fernando Pó, uma ilha no Golfo da Guiné que frequentemente servia como base de operações britânicas durante as patrulhas de combate ao tráfico. Posteriormente, a embarcação foi conduzida a Serra Leoa, onde seria submetida a julgamento por tribunais navais.
Servindo como base da Comissão Mista, Serra Leoa era o principal destino das embarcações capturadas, onde eram submetidas a processos judiciais para avaliar a legalidade da viagem. Durante esses julgamentos, as autoridades britânicas examinavam a carga, documentos e depoimentos da tripulação em busca de evidências de envolvimento no tráfico de africanos escravizados, refletindo as tensões globais da época, marcadas pela crescente pressão britânica para extinguir o comércio transatlântico de escravizados e pela resistência de poderosos interesses comerciais em países como Brasil e Portugal, onde o tráfico ainda representava uma atividade lucrativa.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_20 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_19 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_18 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_17 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_16 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_15 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_14 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_13 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_12 · Item documental · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

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