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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_11 · Item · [S.d.]
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_10 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_09 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_08 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_07 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_06 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_05 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_04 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_03 · Item · [S.d.]
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São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_02 · Item · [S.d.]
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Sbd-Requ_L28-M4_s-d_01 · Item · [S.d.]
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

São Benedito (1826)
Galera brasileira denominada São Benedito, pertencente à viúva do Comendador Joaquim José de Oliveira. Sob o comando de João Sabino, a embarcação partiu da Bahia com destino a Molembo, na costa norte de Angola, por volta do final da década de 1820. Molembo era um porto estratégico amplamente utilizado para o tráfico transatlântico de africanos escravizados, especialmente por comerciantes brasileiros e portugueses que mantinham rotas regulares entre o litoral africano e portos do Brasil.
Durante esse período, a Bahia se consolidava como um dos principais centros receptores de africanos escravizados no Brasil, alimentando um mercado interno em expansão e abastecendo atividades econômicas como a produção de açúcar, café e outros gêneros agrícolas. As rotas que conectavam a Bahia à costa ocidental africana eram movimentadas e frequentemente patrulhadas por embarcações britânicas que buscavam coibir o tráfico ilegal, embora seus esforços fossem muitas vezes dificultados por estratégias como o uso de bandeiras de conveniência ou registros dúbios.
Diante desse contexto, a embarcação foi interceptada e apreendida pela fragata britânica Brazen, comandada por George W. Willis, e a embarcação foi posteriormente conduzida a Serra Leoa, um dos principais centros administrativos britânicos para o julgamento de navios apreendidos em operações de repressão ao tráfico atlântico. A escolha de Serra Leoa como destino das embarcações capturadas se devia à presença de tribunais especializados que tinham como função avaliar a legalidade do comércio praticado e, quando possível, libertar os africanos cativos encontrados a bordo.
A captura do São Benedito reflete um período de intensificação das operações britânicas contra o tráfico transatlântico, especialmente após tratados que buscavam legalizar e regulamentar essas apreensões.

Manoel Cerqueira Lima (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Rsl-Requ_L28-M02_1830-02-26 · Item · 26/02/1830
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A 3ª Rosália era uma escuna de bandeira brasileira, pertencente aos herdeiros de Manoel Francisco Moreira. A embarcação partiu da Bahia em 11 de fevereiro de 1828, sob o comando de Manoel Pereira Sarmento, com destino ao porto de Cabinda, na costa centro-ocidental da África, uma das mais recorrentes nas articulações comerciais e no tráfico de africanos escravizados ao longo do Atlântico Sul no início do século XIX. A escuna foi capturada em abril de 1828 pela fragata britânica North Star, comandada por Septimius Arabin. A apreensão ocorreu no contexto da atuação da Marinha Real Britânica no combate ao tráfico atlântico, intensificada a partir das primeiras décadas do século XIX, com base em tratados bilaterais firmados entre o Reino Unido e o Império do Brasil. Em 1828, o tráfico de africanos escravizados ainda era legal sob a legislação brasileira, mas já sofria crescente oposição por parte das autoridades britânicas, que promoviam patrulhamento naval e capturas de navios envolvidos nessas rotas. A atuação da North Star insere-se nessa política de vigilância e repressão, que visava desarticular as conexões comerciais entre portos brasileiros e regiões da costa africana como Cabinda, reconhecidamente um dos principais pontos de embarque de cativos nesse período. A captura da embarcação, portanto, não se deu em um contexto de ilegalidade formal, mas sim como parte da estratégia britânica de antecipar e forçar o fim do tráfico, aplicando medidas de coerção mesmo diante da ambiguidade legal. A partir de tais ações, a repressão ao tráfico deixaria de ser apenas um tema de tratados diplomáticos para tornar-se um processo concreto, marcado por abordagens, bloqueios e capturas, que se intensificariam ao longo das décadas seguintes até culminar, no caso brasileiro, na promulgação da Lei de 1831 e, mais tarde, da Lei Eusébio de Queirós em 1850.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Prv-Requ_L27-M2_s-d · Item · [S.d.]
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

De propriedade de D. Ana Josefa de Bonfim e Oliveira, viúva de Joaquim José de Oliveira, o patacho brasileiro chamado Providência, partiu do porto da Bahia, em fins de 1826, sob o comando de João Pedro de Sousa, com destino ao porto de Molembo, localizado na costa centro-ocidental africana. Pesando 147 toneladas, o Providência estava inserido numa ampla rede de comércio transatlântico ao longo do século XIX. Indícios apontam a importância de Joaquim José de Oliveira para o tráfico ilícito de escravizados entre Bahia e portos da África Ocidental na medida em que apresentava-se como proprietário de diversas embarcações que, entre 1810 e 1830, realizavam itinerário semelhante ao que Andorinha pretendia desenvolver em 1829. O comércio entre a Bahia e os portos africanos, exemplificado pela viagem do patacho Providência, era um elo crucial na rede colonial. Contudo, o patacho brasileiro foi apreendido pela marinha britânica em março de 1827. A Corveta de Sua Majestade Britânica Maidstone, sob o comando do capitão Charles Bullen, interceptou e apreendeu o patacho no porto de Onim. Esse porto era um dos locais mais conhecidos de atividade comercial no Golfo do Benim, onde o tráfico de africanos ainda prosperava, apesar da proibição formal por várias nações. Charles Bullen, comandante da Corveta britânica, era reconhecido por sua atuação no combate ao tráfico e já havia participado da apreensão de outros navios em rotas semelhantes, como o Príncipe da Guiné. Suas ações refletiam o esforço britânico de patrulhar as águas do Atlântico e desmantelar a rede de tráfico atlântico.

BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part9 · Item · S.d.
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part8 · Item · S.d.
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part7 · Item · S.d.
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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part6 · Item · S.d.
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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part5 · Item · S.d.
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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pgu-Requ_L27-M1_s-d_01Part4 · Item · S.d.
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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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Em meados do século XIX, o brigue brasileiro denominado Príncipe da Guiné, pertencente a Antonio Pedroso de Albuquerque, um comerciante de considerável influência, fazia parte de uma rede complexa de comércio marítimo entre a África Ocidental e as Américas. Comandado por Manoel Joaquim de Almeida, zarpou de Molembo, um porto estratégico na costa ocidental africana, com destino à Bahia, um portos brasileiros no que diz respeito ao tráfico transatlântico de escravizados.
Antonio Pedroso de Albuquerque foi um importante negociante brasileiro, proprietário de aproximadamente 15 navios que, entre as décadas de 1820 e 1840, realizavam itinerários semelhantes ao do Príncipe da Guiné. O trajeto tinha grande relevância econômica no período, pois estava intimamente ligado ao funcionamento das plantações de açúcar no Brasil e à crescente demanda por mão de obra escravizada nas Américas.
O comércio entre a Bahia e os portos africanos era, portanto, um elo crucial na rede de exploração colonial, não apenas do ponto de vista econômico, mas também político, à medida que se estabeleciam disputas e tensões entre os diferentes interesses coloniais e internacionais, como, por exemplo, as crescentes pressões internacionais para a abolição do tráfico de escravizados, especialmente por parte da Grã-Bretanha, que já havia abolido o comércio em 1807 e intensificado suas ações contra o tráfico ilegal com os tratados de 1815 e, principalmente, de 1817, que autorizavam a apreensão de navios que praticassem o tráfico ilegal de escravizados, permitindo que a Marinha britânica interceptasse embarcações brasileiras e as levasse para tribunais em Serra Leoa, porto onde a embarcação Príncipe da Guiné foi levada ao ser apreendida, em agosto de 1826, pela escuna inglesa Hope, comandada por William Fucher.
Entretanto, Hope não era uma embarcação oficial da Marinha Britânica, mas sim de propriedade particular de Charles Bullen, indicando que se tratava de uma operação privada, possivelmente motivada pelo crescente esforço britânico em reprimir o tráfico de escravizados após a abolição do comércio transatlântico, destacando a tensão entre os interesses comerciais brasileiros e a fiscalização britânica no Atlântico.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pza-Requ_L26-M6-P1_1860-03-09 · Item · 09/03/1860
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Princeza (1843)

Barca de nacionalidade brasileira, o navio Princeza se insere na rica história de comércio e navegação do século XIX. Propriedade de Manoel dos Santos, a embarcação teve sua posse anterior nas mãos de Jerônimo Pereira Lopes, antes de ser adquirida pelo cessionário José Bernardino de Sá, mais conhecido como o Barão de Vila Nova de Minho, um influente comerciante e proprietário de mais de 50 embarcações e que contava com uma rede de negócios que alcançava diversas regiões. A Princeza tinha como comandante João Evangelista, que foi sucedido por Joaquim Antônio Vieira, ambos conhecidos no contexto das navegações atlânticas. Em outubro de 1843, a embarcação partiu do porto de Santos e, apesar de seu destino final ser incerto, sabe-se que a barca passou por locais como Quelimane e Moçambique, na costa oriental da África. Os portos da África Oriental desempenhavam um papel crucial no comércio marítimo do século XIX, especialmente nas rotas que ligavam o Brasil à região. A posição geográfica favorecia a conexão com o Oceano Índico e as rotas comerciais europeias, tornando-se pontos de escala importantes para as embarcações que navegavam entre o continente africano e as Américas. Durante a viagem, contudo, Princeza foi apreendida pelos brigues da Sociedade Marítima Brasileira (SMB) denominados Moutine e Lilli, comandados por Richard B. Crawford, um nome que ficou registrado nas memórias navais da época. O segundo comandante do brigue que participou da apreensão da Princeza permanece desconhecido, mas o que se sabe é que a ação ocorreu apressadamente, nas águas do Cabo Monte, uma região costeira estratégica. Após a captura, a Princeza foi levada para Serra Leoa, território de grande importância estratégica na costa ocidental da África onde a capital, Freetown, era usada como base naval pela Marinha Real Britânica para interceptar navios envolvidos no comércio ilegal de escravizados, como o caso da barca Princeza.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pnh-Requ_L26-M02_1851-08-21 · Item · 21/08/1851
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Pertencente a Antonio Alves Ferreira e comandado por João Pedro Leira, o hiate brasileiro denominado Penha partiu do Rio de Janeiro com destino ao porto de Itapocorói, localizado na atual região de Penha, em Santa Catarina, uma área que, no século XIX, se destacava como ponto estratégico para atividades comerciais e portuárias. Durante sua travessia, em julho de 1851, foi apreendida pelo cruzador britânico Locust, sob comando de R.L. Curtis, sendo posteriormente encaminhada para a Ilha de Santa Helena, um dos principais postos britânicos para julgamento e repressão ao tráfico transatlântico. Localizada a cerca de 1.950 km da costa africana, a Ilha de Santa Helena desempenhou um papel relevante na estrutura de repressão montada pelo Império Britânico, funcionando como entreposto naval e ponto de apoio logístico para ações de patrulhamento no Atlântico Sul. A escolha da ilha como destino da embarcação apreendida evidencia a sistematicidade das operações britânicas e o uso de territórios ultramarinos como base de sustentação das políticas de controle marítimo. A apreensão do Penha insere-se em um contexto de crescente vigilância marítima britânica no Atlântico Sul, parte do esforço do Reino Unido para erradicar o tráfico ilegal de africanos escravizados. O cruzador Locust já havia se envolvido em diversas operações semelhantes, como na captura das embarcações Triunpho e Calíope, reforçando a atuação persistente da Marinha Real Britânica na repressão ao comércio transatlântico ilícito. O destino do Penha, o porto de Itapocorói, evidencia a complexidade das rotas comerciais no Brasil imperial. A região catarinense, apesar de não ser um dos principais centros da economia escravista como o Rio de Janeiro e a Bahia, abrigava atividades comerciais relevantes, incluindo a pesca da baleia e o transporte interprovincial de mercadorias e pessoas.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pnh-Requ_L26-M02_1851-08-20_02 · Item · 20/08/1851
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Pertencente a Antonio Alves Ferreira e comandado por João Pedro Leira, o hiate brasileiro denominado Penha partiu do Rio de Janeiro com destino ao porto de Itapocorói, localizado na atual região de Penha, em Santa Catarina, uma área que, no século XIX, se destacava como ponto estratégico para atividades comerciais e portuárias. Durante sua travessia, em julho de 1851, foi apreendida pelo cruzador britânico Locust, sob comando de R.L. Curtis, sendo posteriormente encaminhada para a Ilha de Santa Helena, um dos principais postos britânicos para julgamento e repressão ao tráfico transatlântico. Localizada a cerca de 1.950 km da costa africana, a Ilha de Santa Helena desempenhou um papel relevante na estrutura de repressão montada pelo Império Britânico, funcionando como entreposto naval e ponto de apoio logístico para ações de patrulhamento no Atlântico Sul. A escolha da ilha como destino da embarcação apreendida evidencia a sistematicidade das operações britânicas e o uso de territórios ultramarinos como base de sustentação das políticas de controle marítimo. A apreensão do Penha insere-se em um contexto de crescente vigilância marítima britânica no Atlântico Sul, parte do esforço do Reino Unido para erradicar o tráfico ilegal de africanos escravizados. O cruzador Locust já havia se envolvido em diversas operações semelhantes, como na captura das embarcações Triunpho e Calíope, reforçando a atuação persistente da Marinha Real Britânica na repressão ao comércio transatlântico ilícito. O destino do Penha, o porto de Itapocorói, evidencia a complexidade das rotas comerciais no Brasil imperial. A região catarinense, apesar de não ser um dos principais centros da economia escravista como o Rio de Janeiro e a Bahia, abrigava atividades comerciais relevantes, incluindo a pesca da baleia e o transporte interprovincial de mercadorias e pessoas.

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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Pnh-Requ_L26-M02_1851-08-20 · Item · 20/08/1851
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Pertencente a Antonio Alves Ferreira e comandado por João Pedro Leira, o hiate brasileiro denominado Penha partiu do Rio de Janeiro com destino ao porto de Itapocorói, localizado na atual região de Penha, em Santa Catarina, uma área que, no século XIX, se destacava como ponto estratégico para atividades comerciais e portuárias. Durante sua travessia, em julho de 1851, foi apreendida pelo cruzador britânico Locust, sob comando de R.L. Curtis, sendo posteriormente encaminhada para a Ilha de Santa Helena, um dos principais postos britânicos para julgamento e repressão ao tráfico transatlântico. Localizada a cerca de 1.950 km da costa africana, a Ilha de Santa Helena desempenhou um papel relevante na estrutura de repressão montada pelo Império Britânico, funcionando como entreposto naval e ponto de apoio logístico para ações de patrulhamento no Atlântico Sul. A escolha da ilha como destino da embarcação apreendida evidencia a sistematicidade das operações britânicas e o uso de territórios ultramarinos como base de sustentação das políticas de controle marítimo. A apreensão do Penha insere-se em um contexto de crescente vigilância marítima britânica no Atlântico Sul, parte do esforço do Reino Unido para erradicar o tráfico ilegal de africanos escravizados. O cruzador Locust já havia se envolvido em diversas operações semelhantes, como na captura das embarcações Triunpho e Calíope, reforçando a atuação persistente da Marinha Real Britânica na repressão ao comércio transatlântico ilícito. O destino do Penha, o porto de Itapocorói, evidencia a complexidade das rotas comerciais no Brasil imperial. A região catarinense, apesar de não ser um dos principais centros da economia escravista como o Rio de Janeiro e a Bahia, abrigava atividades comerciais relevantes, incluindo a pesca da baleia e o transporte interprovincial de mercadorias e pessoas.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Src-Requ_L21-M6_s.d. · Item · S.d.
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Nossa Senhora do Carmo (1863), sumaca brasileira pertencente à Griselda Maria da Silva. Tendo como consignatário o português José Antônio Gonçalves dos Santos, de quarenta e três anos de idade, a pequena embarcação de dois mastros saiu do porto do Rio de Janeiro rumo ao porto de Paraty sendo comandada pelo, também português, Henrique Francisco Pedrosa de cinquenta e seis anos de idade. Transportando sal, sabão, velas e vinhos, a embarcação foi apreendida pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli com a acusação de tráfico interprovincial de escravizados. Segundo o interrogatório de Henrique Francisco Pedrosa a embarcação transportava três escravizados de nome Pedro, Davi e Justino, pertencentes a diferentes senhores. Para além dos escravizados a tripulação da embarcação também contava com a presença do contramestre brasileiro denominado Joaquim Gomes de Oliveira e outros três marinheiros, sendo dois brasileiros e um português. O episódio de apresamento da Sumaca Nossa Senhora do Carmo está intrinsecamente ligado com o período de amplo comércio interprovincial de escravizados no Brasil após 1850, com a proibição do tráfico transatlântico de escravizados em 1850. Esse aumento foi impulsionado principalmente pela expansão de atividades agrícolas, impactando significativamente as lógicas de escravização e comércio especialmente no Sudeste, onde os proprietários de escravos buscaram alternativas para suprir suas necessidades de mão de obra, como é o caso de Paraty em que, na década de 1860, a economia da cidade era baseada era fortemente baseada na agricultura, com a produção de açúcar e a crescente importância do café tornando a demanda por mão de obra escravizada cada vez mais latente.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Nwp-Requ_L21-M4_1882-02-07 · Item · 07/02/1882
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O New Port era um navio de bandeira inglesa, sob propriedade de Francisco Antonio Flores, comerciante envolvido nas redes de comércio atlântico da segunda metade do século XIX. A embarcação partiu de Londres, com destino à costa centro-ocidental africana, mais especificamente aos portos de Ambriz ou São Paulo de Loanda, dois importantes pontos de articulação do tráfico e do comércio na região. Em 21 de setembro de 1854, o navio foi apreendido no porto de Ambriz pelo navio de guerra britânico Philomel e conduzido à Ilha de Santa Helena, território britânico que, à época, servia como base de julgamentos de embarcações suspeitas de envolvimento no tráfico ilegal de escravizados. Localizada a cerca de 1.950 km da costa africana, a Ilha de Santa Helena desempenhou um papel relevante na estrutura de repressão montada pelo Império Britânico, funcionando como entreposto naval e ponto de apoio logístico para ações de patrulhamento no Atlântico Sul. A escolha da ilha como destino da embarcação apreendida evidencia a sistematicidade das operações britânicas e o uso de territórios ultramarinos como base de sustentação das políticas de controle marítimo. Contudo, apreensão da embarcação levanta questões relevantes sobre as estratégias utilizadas pelos traficantes na tentativa de burlar a repressão internacional. A utilização de navios registrados sob bandeiras de potências abolicionistas, como a britânica, era uma prática comum para disfarçar a real finalidade das embarcações, ocultando sua ligação com redes clandestinas de tráfico atlântico. O fato de o New Port ser formalmente um navio inglês, mas pertencente a um comerciante estrangeiro, pode revelar uma ambiguidade proposital de nacionalidade, que visava explorar brechas legais e dificultar a fiscalização. A segunda metade do século XIX foi marcada por uma atuação cada vez mais eficaz da Marinha britânica, que buscava sufocar definitivamente as remanescentes atividades do tráfico transatlântico. Embora formalmente extinto, o tráfico ainda encontrava mecanismos de continuidade e adaptação, como o uso de intermediários, falsos destinos e bandeiras estrangeiras. A apreensão em Ambriz, um porto de grande movimentação comercial e presença portuguesa, reforça o papel da região como ponto sensível para a fiscalização internacional e também como elo persistente das rotas ilegais no Atlântico.

José Marcelino Pereira de M.
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_12 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_11 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_10 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_09 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_08 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_07 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_06 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_05 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_04 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_03 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_02 · Item · 1859
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mnv-Requ_L21-M2_1859_01 · Item · 1859
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Galera de bandeira portuguesa com 270 toneladas, pertencente aos comerciantes João Vitor Moreira e Manoel José de Magalhães denominada Minerva. Sob o comando de Manoel J. de Almeida, a embarcação partiu da Bahia em novembro de 1823, com destino ao porto de Molembo, na costa da Mina, uma das regiões mais ativas na exportação de africanos escravizados durante a primeira metade do século XIX.
Entretanto, Minerva foi apreendida em janeiro de 1824 pela fragata britânica Bann, comandada por Jorge William Courtney, quando se encontrava no porto de Onim, também localizado na costa ocidental africana. Após a captura, a embarcação foi conduzida para Serra Leoa, nde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal, revelando o rigor crescente da repressão naval britânica.
Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão da Minerva ocorreu em um momento crucial do tráfico transatlântico, quando a Marinha britânica intensificava suas ações de patrulhamento e repressão ao comércio ilegal, especialmente após a assinatura de acordos bilaterais que permitiam a interceptação de navios suspeitos em zonas estratégicas da costa africana.

Diogo Soares da Silva de Bivar (1785 – 1865)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mra-Requ_L20-M2_1859-10-03_11 · Item · 03/10/1859
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Maria (1840)

O patacho Maria, de nacionalidade brasileira, pertencente e comandado por Joaquim José de Mesquita, partiu do Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas, com destino a Goa, na costa oeste da Índia, e escalas programadas para os portos de Sofala e Moçambique, no litoral da contracosta africana. Sofala, porto histórico de transações de ouro, e Moçambique, um centro de abastecimento de mercadorias, faziam parte de uma rede que sustentava o comércio global, especialmente no âmbito da colonização portuguesa. Assim, a viagem do Maria, com destino ao próspero mercado de Goa, refletia a complexidade de tais ligações comerciais. No entanto, o itinerário do patacho brasileiro foi interrompido ao ser apreendido pelo o brigue britânico Lilly, comandado por George Alexander Seymour. A apreensão, que ocorreu durante a década de 1840 (ver data correta), estava inserida em um momento crítico da história do tráfico transatlântico, em que a luta contra o tráfico de escravizados atingia seu ápice, com o Império Britânico cada vez mais comprometido com a erradicação de tal prática. No Brasil, apesar da abolição do tráfico de escravizados em 1831, o comércio ilegal de escravizados continuava a prosperar, tornando as apreensões de navios envolvidos nesse sistema, como o Maria, cada vez mais comuns. Após a captura, a embarcação brasileira foi levada ao Cabo da Boa Esperança, porto estratégico sob controle britânico, situado no extremo sul da África, que conectava os oceanos Atlântico e Índico, local crucial para o Império Britânico reforçar seu poder naval e comercial, durante o das ações estavam voltadas para a erradicação do tráfico de escravizados.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mra-Requ_L20-M2_1859-10-03_10 · Item · 03/10/1859
Part of Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria (1840)

O patacho Maria, de nacionalidade brasileira, pertencente e comandado por Joaquim José de Mesquita, partiu do Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas, com destino a Goa, na costa oeste da Índia, e escalas programadas para os portos de Sofala e Moçambique, no litoral da contracosta africana. Sofala, porto histórico de transações de ouro, e Moçambique, um centro de abastecimento de mercadorias, faziam parte de uma rede que sustentava o comércio global, especialmente no âmbito da colonização portuguesa. Assim, a viagem do Maria, com destino ao próspero mercado de Goa, refletia a complexidade de tais ligações comerciais. No entanto, o itinerário do patacho brasileiro foi interrompido ao ser apreendido pelo o brigue britânico Lilly, comandado por George Alexander Seymour. A apreensão, que ocorreu durante a década de 1840 (ver data correta), estava inserida em um momento crítico da história do tráfico transatlântico, em que a luta contra o tráfico de escravizados atingia seu ápice, com o Império Britânico cada vez mais comprometido com a erradicação de tal prática. No Brasil, apesar da abolição do tráfico de escravizados em 1831, o comércio ilegal de escravizados continuava a prosperar, tornando as apreensões de navios envolvidos nesse sistema, como o Maria, cada vez mais comuns. Após a captura, a embarcação brasileira foi levada ao Cabo da Boa Esperança, porto estratégico sob controle britânico, situado no extremo sul da África, que conectava os oceanos Atlântico e Índico, local crucial para o Império Britânico reforçar seu poder naval e comercial, durante o das ações estavam voltadas para a erradicação do tráfico de escravizados.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mra-Requ_L20-M2_1859-10-03_09 · Item · 03/10/1859
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Maria (1840)

O patacho Maria, de nacionalidade brasileira, pertencente e comandado por Joaquim José de Mesquita, partiu do Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas, com destino a Goa, na costa oeste da Índia, e escalas programadas para os portos de Sofala e Moçambique, no litoral da contracosta africana. Sofala, porto histórico de transações de ouro, e Moçambique, um centro de abastecimento de mercadorias, faziam parte de uma rede que sustentava o comércio global, especialmente no âmbito da colonização portuguesa. Assim, a viagem do Maria, com destino ao próspero mercado de Goa, refletia a complexidade de tais ligações comerciais. No entanto, o itinerário do patacho brasileiro foi interrompido ao ser apreendido pelo o brigue britânico Lilly, comandado por George Alexander Seymour. A apreensão, que ocorreu durante a década de 1840 (ver data correta), estava inserida em um momento crítico da história do tráfico transatlântico, em que a luta contra o tráfico de escravizados atingia seu ápice, com o Império Britânico cada vez mais comprometido com a erradicação de tal prática. No Brasil, apesar da abolição do tráfico de escravizados em 1831, o comércio ilegal de escravizados continuava a prosperar, tornando as apreensões de navios envolvidos nesse sistema, como o Maria, cada vez mais comuns. Após a captura, a embarcação brasileira foi levada ao Cabo da Boa Esperança, porto estratégico sob controle britânico, situado no extremo sul da África, que conectava os oceanos Atlântico e Índico, local crucial para o Império Britânico reforçar seu poder naval e comercial, durante o das ações estavam voltadas para a erradicação do tráfico de escravizados.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mra-Requ_L20-M2_1859-10-03_08 · Item · 03/10/1859
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Maria (1840)

O patacho Maria, de nacionalidade brasileira, pertencente e comandado por Joaquim José de Mesquita, partiu do Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas, com destino a Goa, na costa oeste da Índia, e escalas programadas para os portos de Sofala e Moçambique, no litoral da contracosta africana. Sofala, porto histórico de transações de ouro, e Moçambique, um centro de abastecimento de mercadorias, faziam parte de uma rede que sustentava o comércio global, especialmente no âmbito da colonização portuguesa. Assim, a viagem do Maria, com destino ao próspero mercado de Goa, refletia a complexidade de tais ligações comerciais. No entanto, o itinerário do patacho brasileiro foi interrompido ao ser apreendido pelo o brigue britânico Lilly, comandado por George Alexander Seymour. A apreensão, que ocorreu durante a década de 1840 (ver data correta), estava inserida em um momento crítico da história do tráfico transatlântico, em que a luta contra o tráfico de escravizados atingia seu ápice, com o Império Britânico cada vez mais comprometido com a erradicação de tal prática. No Brasil, apesar da abolição do tráfico de escravizados em 1831, o comércio ilegal de escravizados continuava a prosperar, tornando as apreensões de navios envolvidos nesse sistema, como o Maria, cada vez mais comuns. Após a captura, a embarcação brasileira foi levada ao Cabo da Boa Esperança, porto estratégico sob controle britânico, situado no extremo sul da África, que conectava os oceanos Atlântico e Índico, local crucial para o Império Britânico reforçar seu poder naval e comercial, durante o das ações estavam voltadas para a erradicação do tráfico de escravizados.

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