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RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Esp-Rela_P14-M04_1829-11-20_01 · Item documental · 20/11/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Esperança (1828), a escuna brasileira saiu da Bahia no dia 9 de março de 1828, ao lado de outros dois navios brasileiros, com destino ao porto de Cabinda, região central da África. A embarcação de mais de 196 toneladas pertencia a José Álvares da Cruz Rios. Comandada por Francisco de Souza, o navio também contava com a presença do mestre José da Silva Rios.
Abordado em 13 de abril de 1828 pela fragata inglesa Sybelle, na altura de Lagos, o navio brasileiro foi acusado de realizar tráfico atlântico de escravizados. Liderada pelo Comandante Francis August Collier, a abordagem inglesa denunciou Esperança pelo ilegal comércio africano indicando, dentre outros fatores, que a escuna conduzia diversos objetos, como aguardente e espingardas. A bebida era muito utilizada como parte importante da dieta nos conveses atlânticos, já a arma de fogo tinha por utilidade a prevenção de insurreições escravas dentro dos porões. Acusada de já ter transportado mais de 400 escravizados, Esperança foi condenada em 28 de maio de 1828. No entanto, indícios apontam que Esperança seguiu sendo importante embarcação escravagista do itinerário entre o porto baiano e de Cabinda, tendo realizado, de forma ilegal, mais duas viagens, nos dois anos consecutivos.
Região ao norte do Rio Zaire, o porto de Cabinda desempenhou importante papel no comércio atlântico de escravizados, caracterizando-se como uma das principais fontes abastecedoras de africanos ao Brasil. Para o porto de Salvador, no início do século XIX, foi responsável por cerca de 35% das embarcações escravagistas que lá desembarcaram.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1831-12-10_02 · Item documental · 10/12/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1831-12-10_01 · Item documental · 10/12/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Bento da Silva Lisboa (1793-1864), Barão de Cairu. Filho do economista José da Silva Lisboa, um dos principais responsáveis pela abertura dos portos em 1808 e futuro visconde de Cairu. Em 22 de agosto de 1809, foi nomeado oficial da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra e Estrangeiros pelo conde de Linhares. Quatro anos depois, passou a assessorar o ministro Conde das Galvêas na chefia do órgão. Com a revolução portuguesa, que levou à convocação das Cortes Constitucionais, deu fim a todos os lugares de embaixadores, enviados extraordinários e diplomatas residentes, substituindo-os por encarregados de Negócios Políticos e Comerciais. Assumiu, no entanto, uma posição na Secretaria dos Negócios Estrangeiros em Lisboa, então sob a chefia de Silvestre Pinheiro Ferreira. Em abril de 1823, pediu sua demissão e retornou ao Brasil, sendo integrado na posição de oficial da Secretaria de Estado no fim do ano. Em meados de 1826, assumiu a posição de oficial maior de forma interina, sendo efetivado por decreto de 13 de dezembro de 1827. Em 1838, foi convidado para ser um dos colaboradores no IHGB, do qual chegou a ser segundo vice-presidente.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1831-10-20 · Item documental · 20/10/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1831-04-24 · Item documental · 24/04/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1831-02-07 · Item documental · 07/02/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1830-10-28 · Item documental · 28/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1830-10-19 · Item documental · 19/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Vilela Barbosa (1769-1846), Visconde e Marquês de Paranaguá, estudou matemática em Coimbra no ano de 1796. Iniciou sua carreira na Marinha Portuguesa. Desempenhou o cargo de deputado pelo Rio de Janeiro nas Cortes de Lisboa e, em seu retorno para o Rio de Janeiro, atuou na Constituinte de 1823. Senador do Rio de Janeiro, desenvolveu várias atividades diplomáticas, como o reconhecimento da Independência do Brasil por Portugal e fez negociações com a França. Assumiu, interinamente, a secretaria de Negócios Estrangeiros - de 04 de outubro a 21 de novembro de 1825 -, sucedendo a Luís José de Carvalho e Melo (Visconde de Cachoeira).

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1830-04-23 · Item documental · 23/04/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1830-02-28 · Item documental · 28/02/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1830-01-19 · Item documental · 19/01/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-12-29 · Item documental · 29/12/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-09-09 · Item documental · 09/09/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-08-20_02 · Item documental · 20/08/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-08-20_01 · Item documental · 20/08/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-02-18_01 · Item documental · 18/02/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1829-02-13 · Item documental · 13/02/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia brasileira e a escravidão no século XIX foram intricadamente entrelaçadas em um período de mudanças significativas e lutas pelo fim do comércio transatlântico de escravos. A década de 1840 marcou uma virada crucial na campanha internacional contra o tráfico de escravos, anteriormente liderada principalmente pela Grã-Bretanha. Durante esse período, outras potências marítimas do Mundo Atlântico também se engajaram ativamente nesse esforço abolicionista. O impacto dessa mobilização foi profundo, afetando as redes sociais, políticas e comerciais associadas ao comércio de escravos, especialmente para grandes nações escravistas remanescentes como Portugal e Brasil. Desde 1807 até o início da década de 1840, a Grã-Bretanha liderou uma campanha diplomática e militar para restringir e, eventualmente, abolir o comércio de escravos. Esse esforço envolveu não apenas pressão diplomática, mas também o aumento da presença militar ao longo da costa africana para patrulhar e reprimir o tráfico. No entanto, apesar dos esforços britânicos, os traficantes de escravos demonstraram uma notável capacidade de se adaptar e continuar suas atividades, recorrendo a bandeiras de países alternativos, embarcações mais rápidas e portos mais distantes para evitar a repressão. A cooperação internacional na luta contra o tráfico de escravos foi variada, com países como França e Estados Unidos se juntando à Grã-Bretanha na campanha abolicionista. No entanto, Portugal e Brasil resistiram mais fortemente devido a interesses políticos, econômicos e sociais ligados à escravidão. Ambos os países empregaram uma estratégia diplomática para proteger seus interesses escravistas e adiar medidas mais rigorosas contra o comércio de escravos, envolvendo negociações complexas e, por vezes, conflituosas com potências estrangeiras, especialmente a Grã-Bretanha. Essa dinâmica influenciou as relações entre Portugal e Brasil, moldando suas políticas internas e externas. Enquanto isso, no Brasil, o processo de abolição da escravidão foi marcado por uma trajetória lenta e gradual ao longo do período imperial. Iniciado no período joanino, com os primeiros tratados entre Portugal e Inglaterra pelo fim do tráfico de escravos, o movimento abolicionista culminou no final do século XIX, após décadas de luta, resistência e pressões tanto internas quanto externas. Embora tenha havido esforços para reprimir o tráfico, como a Lei de 7 de novembro de 1831 e a Lei Eusébio de Queirós em 1850, a abolição gradual não significou o fim imediato da escravidão. O trabalho compulsório persistiu, especialmente na produção de café, e a transição para o trabalho livre foi lenta. O movimento abolicionista no Brasil ganhou força na segunda metade do século XIX, especialmente após a abolição nos Estados Unidos. As pressões sociais, políticas e econômicas culminaram na promulgação da Lei Áurea em 1888, que declarou a extinção da escravidão no país. No entanto, a libertação dos escravizados não foi acompanhada de medidas eficazes para sua inclusão na sociedade, deixando muitos à própria sorte após a emancipação. A história da diplomacia brasileira e da escravidão no século XIX reflete não apenas as lutas pela abolição do comércio de escravos, mas também as complexidades políticas, econômicas e sociais envolvidas na transição para uma sociedade pós-escravista.

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1828-12-09 · Item documental · 09/12/1828
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1828-07-19 · Item documental · 19/07/1828
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1828-05-19 · Item documental · 19/05/1828
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Min-Ofic_308-3-6_1828-04-10 · Item documental · 10/04/1828
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Exerceu o cargo de governador e, posteriormente, senador da capitania do Ceará, governador e capitão-general de São Paulo. O Marquês também foi nomeado governador de Moçambique por carta régia de 22 de dezembro de 1836, tomando posse no ano seguinte.

A província de Minas Gerais teve um papel fundamental na história do Brasil desde o período colonial até o período imperial. Instituída no Reino do Brasil pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 28 de fevereiro de 1821, a província surgiu a partir da Capitania de Minas Gerais e tornou-se parte do Império do Brasil após a independência em 1822. Durante o período imperial, que se estendeu de 1822 a 1889, Minas Gerais desempenhou um papel crucial na consolidação e estabilidade do novo regime político. A província era historicamente rica e influente, exercendo um papel central na economia, política e cultura do país. A viagem do então Príncipe Regente Pedro a Minas Gerais em 1822 foi um evento histórico significativo que ocorreu como parte do processo de independência do Brasil. A visita teve como objetivo fortalecer o apoio à independência e obter o respaldo das elites locais. Ao longo do século XIX, Minas Gerais passou por várias transformações territoriais e políticas. A expansão dos limites da província incluiu a incorporação de novas regiões, como o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. No entanto, também houve eventos como a transferência temporária de certas áreas para outras províncias, como a anexação do Noroeste de Minas à Bahia em 1827. A política e a cultura de Minas Gerais foram marcadas por eventos como a Revolução Liberal de 1842, que refletiu as tensões políticas e sociais da época. Durante esse período, os conflitos entre grupos conservadores e liberais levaram a levantes e revoltas em várias partes da província. Além disso, a imigração europeia para Minas Gerais desempenhou um papel importante no desenvolvimento econômico e social da região. Embora em menor escala do que em outras partes do Brasil, a imigração contribuiu para a colonização e diversificação da população. A economia de Minas Gerais durante o período imperial foi dominada pela agricultura, principalmente pela produção de café. Embora tenha sido uma importante fonte de renda para a província, a cafeicultura enfrentou desafios como a dependência da mão de obra escrava e a concorrência com outras regiões produtoras, como São Paulo. No final do século XIX, Minas Gerais continuou a desempenhar um papel significativo no cenário nacional, e sua influência política, econômica e cultural perdurou ao longo dos anos, moldando a história do Brasil.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_s-d · Item documental · S.d.
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-04-20 · Item documental · 20/04/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-04-06 · Item documental · 06/04/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-03-02 · Item documental · 02/03/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-03-02 · Item documental · 02/03/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Maria da Glória (1819-1853), Maria II de Portugal. Nasceu no Rio de Janeiro e foi a primeira filha de D. Pedro I e D. Leopoldina. Começou seu reinado em Portugal no ano de 1826, quando seu pai abdicou da Coroa Portuguesa. Casou-se com seu tio, o Infante D. Miguel, que foi seu regente, porém seu casamento foi anulado anos depois. Casou-se mais duas vezes. Faleceu por complicações do parto do seu 11º filho em 1853.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-02-27 · Item documental · 27/02/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-02-18 · Item documental · 18/02/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-02-18 · Item documental · 18/02/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-02-01 · Item documental · 01/02/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-01-19 · Item documental · 19/01/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

Henry John Temple (1784 - 1865), Lord Palmerston, foi um estadista liberal cuja longa carreira, incluindo muitos anos como secretário de Relações Exteriores britânico (1830–34, 1835–41 e 1846–51) e primeiro-ministro (1855–58 e 1859–65), fez dele um símbolo do nacionalismo britânico.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-01-19 · Item documental · 19/01/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

Henry John Temple (1784 - 1865), Lord Palmerston, foi um estadista liberal cuja longa carreira, incluindo muitos anos como secretário de Relações Exteriores britânico (1830–34, 1835–41 e 1846–51) e primeiro-ministro (1855–58 e 1859–65), fez dele um símbolo do nacionalismo britânico.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-01-18 · Item documental · 18/01/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1831-01-05 · Item documental · 05/01/1831
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Maria da Glória (1819-1853), Maria II de Portugal. Nasceu no Rio de Janeiro e foi a primeira filha de D. Pedro I e D. Leopoldina. Começou seu reinado em Portugal no ano de 1826, quando seu pai abdicou da Coroa Portuguesa. Casou-se com seu tio, o Infante D. Miguel, que foi seu regente, porém seu casamento foi anulado anos depois. Casou-se mais duas vezes. Faleceu por complicações do parto do seu 11º filho em 1853.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-12-29 · Item documental · 29/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Maria da Glória (1819-1853), Maria II de Portugal. Nasceu no Rio de Janeiro e foi a primeira filha de D. Pedro I e D. Leopoldina. Começou seu reinado em Portugal no ano de 1826, quando seu pai abdicou da Coroa Portuguesa. Casou-se com seu tio, o Infante D. Miguel, que foi seu regente, porém seu casamento foi anulado anos depois. Casou-se mais duas vezes. Faleceu por complicações do parto do seu 11º filho em 1853.

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-12-22 · Item documental · 22/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-12-20 · Item documental · 20/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês e Visconde de Santo Amaro, foi cavaleiro da Casa Real e capitão-mor das Ordenanças da Bahia, funcionário do Conselho Ultramarino e secretário do gabinete de d. João VI, conselheiro do Tesouro Geral e da Fazenda, um dos membros responsáveis pela organização da coroação do Imperador D. Pedro I, atuando também como mestre de cerimônia da ocasião, deputado participante da Assembleia Constituinte de 1823 que foi dissolvida por D. Pedro I pouco tempo depois. Fez parte do Conselho de Estado formado por d. Pedro (1823), encarregado da elaboração da Constituição, de 1824. Foi ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros (1825-1826) e um dos negociadores, junto de Francisco Vilela Barbosa e Luís José de Carvalho e Melo, do tratado de reconhecimento da independência brasileira por Portugal (1826).

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-12-15 · Item documental · 15/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-12-15 · Item documental · 15/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Villela Barbosa (1769 - 1846) , 1° Visconde e Marquês de Paranaguá, nasceu em Braga, em Portugal. Bacharelado em matemática pela Universidade de Coimbra, foi lente da Academia Real de Marinha em 1801. Foi Deputado pela Província do Rio de Janeiro nas Cortes portuguesas de 1821 e, em 1823, se desliga do posto de Major de Engenheiros no Exército português para se deslocar para o Brasil, onde foi nomeado Coronel de Engenheiros. Foi Ministro da Guerra por 7 vezes, e Ministro dos Negócios Estrangeiros por 3 vezes.
Foi Senador e Conselheiro de Estado em 1836, sendo um dos incumbidos de negociar o reconhecimento da independência do Brasil junto a Portugal em 1825. Foi membro de Academias científicas em Portugal e no Brasil, além do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro desde 1838.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-11-19 · Item documental · 19/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

George Hamilton Gordon, Conde / Lord Aberdeen (1784 - 1860), teve um mandato de curta duração com Primeiro Ministro britânico. Embora tenha conseguido aprovar uma série de reformas, foi derrubado pela forma como lidou com a Guerra da Crimeia e pelo seu fracasso em gerir as personalidades fortes dos seus colegas. Ele chegou à política parlamentar relativamente tarde. Aos 22 anos, ingressou na Câmara dos Lordes e alguns anos depois iniciou uma carreira na diplomacia que lhe valeu o título de nobreza. Seu primeiro cargo governamental foram 2 períodos como Secretário de Relações Exteriores, de 1828 a 1830, sob o Duque de Wellington, e de 1841 a 1846, sob Sir Robert Peel . Ele provou as suas convicções como pacificador, acalmando as relações externas da Grã-Bretanha. Em 1852, quando o governo de Derby foi derrotado, o Conde de Aberdeen tornou-se primeiro-ministro de um governo de coligação de Peelites, Whigs, radicais e membros irlandeses. O seu gabinete estava repleto de talentos – Lord Russell como Ministro dos Negócios Estrangeiros, Lord Palmerston como Ministro do Interior e Gladstone como Chanceler do Tesouro – mas controlar personalidades tão grandes revelou-se difícil para ele. No início do seu mandato, conseguiu aprovar legislação relativa à tributação, à função pública e a questões jurídicas, o que mostrou a sua capacidade de reforma, mas o seu governo foi dominado pelas relações exteriores enquanto a Grã-Bretanha se aproximava da guerra com a Rússia. A responsabilidade por não ter conseguido gerir a Guerra da Crimeia de forma eficiente foi atribuída pessoalmente a Lord Aberdeen. As tentativas de realizar um inquérito sobre a condução da guerra levaram à sua renúncia em 1855. Lord Aberdeen morreu 5 anos depois, em 1860.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-11-13 · Item documental · 13/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).
George Hamilton Gordon, Conde / Lord Aberdeen (1784 - 1860), teve um mandato de curta duração com Primeiro Ministro britânico. Embora tenha conseguido aprovar uma série de reformas, foi derrubado pela forma como lidou com a Guerra da Crimeia e pelo seu fracasso em gerir as personalidades fortes dos seus colegas. Ele chegou à política parlamentar relativamente tarde. Aos 22 anos, ingressou na Câmara dos Lordes e alguns anos depois iniciou uma carreira na diplomacia que lhe valeu o título de nobreza. Seu primeiro cargo governamental foram 2 períodos como Secretário de Relações Exteriores, de 1828 a 1830, sob o Duque de Wellington, e de 1841 a 1846, sob Sir Robert Peel . Ele provou as suas convicções como pacificador, acalmando as relações externas da Grã-Bretanha. Em 1852, quando o governo de Derby foi derrotado, o Conde de Aberdeen tornou-se primeiro-ministro de um governo de coligação de Peelites, Whigs, radicais e membros irlandeses. O seu gabinete estava repleto de talentos – Lord Russell como Ministro dos Negócios Estrangeiros, Lord Palmerston como Ministro do Interior e Gladstone como Chanceler do Tesouro – mas controlar personalidades tão grandes revelou-se difícil para ele. No início do seu mandato, conseguiu aprovar legislação relativa à tributação, à função pública e a questões jurídicas, o que mostrou a sua capacidade de reforma, mas o seu governo foi dominado pelas relações exteriores enquanto a Grã-Bretanha se aproximava da guerra com a Rússia. A responsabilidade por não ter conseguido gerir a Guerra da Crimeia de forma eficiente foi atribuída pessoalmente a Lord Aberdeen. As tentativas de realizar um inquérito sobre a condução da guerra levaram à sua renúncia em 1855. Lord Aberdeen morreu 5 anos depois, em 1860.

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-11-11 · Item documental · 11/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-11-05 · Item documental · 05/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Os acervos relativos as legações do Império do Brasil foram custodiados pela Secretaria dos Negócios Estrangeiros (1822-1889), e com a Proclamação da República em 1889 tornaram-se parte do acervo do Ministério das Relações Exteriores onde se encontra atualmente.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-11-03 · Item documental · 03/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-30 · Item documental · 30/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

George Hamilton Gordon, Conde / Lord Aberdeen (1784 - 1860), teve um mandato de curta duração com Primeiro Ministro britânico. Embora tenha conseguido aprovar uma série de reformas, foi derrubado pela forma como lidou com a Guerra da Crimeia e pelo seu fracasso em gerir as personalidades fortes dos seus colegas. Ele chegou à política parlamentar relativamente tarde. Aos 22 anos, ingressou na Câmara dos Lordes e alguns anos depois iniciou uma carreira na diplomacia que lhe valeu o título de nobreza. Seu primeiro cargo governamental foram 2 períodos como Secretário de Relações Exteriores, de 1828 a 1830, sob o Duque de Wellington, e de 1841 a 1846, sob Sir Robert Peel . Ele provou as suas convicções como pacificador, acalmando as relações externas da Grã-Bretanha. Em 1852, quando o governo de Derby foi derrotado, o Conde de Aberdeen tornou-se primeiro-ministro de um governo de coligação de Peelites, Whigs, radicais e membros irlandeses. O seu gabinete estava repleto de talentos – Lord Russell como Ministro dos Negócios Estrangeiros, Lord Palmerston como Ministro do Interior e Gladstone como Chanceler do Tesouro – mas controlar personalidades tão grandes revelou-se difícil para ele. No início do seu mandato, conseguiu aprovar legislação relativa à tributação, à função pública e a questões jurídicas, o que mostrou a sua capacidade de reforma, mas o seu governo foi dominado pelas relações exteriores enquanto a Grã-Bretanha se aproximava da guerra com a Rússia. A responsabilidade por não ter conseguido gerir a Guerra da Crimeia de forma eficiente foi atribuída pessoalmente a Lord Aberdeen. As tentativas de realizar um inquérito sobre a condução da guerra levaram à sua renúncia em 1855. Lord Aberdeen morreu 5 anos depois, em 1860.

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Jorge IV (1762-1830) foi o Rei do Reino Unido entre janeiro de 1820 a junho de 1830, filho mais velho de Jorge III e da Rainha Carlota. Era conhecido pela sua extravagância, sendo
patrono de formas de prazer, estilo e gosto, sendo referência para a moda durante o período da regência. Tornou-se Rei a partir da morte do pai, em 1820, teve um reinado considerado não popular, devido ao seu estilo de vida.

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-28 · Item documental · 28/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-28 · Item documental · 28/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

D. Maria da Glória (1819-1853), Maria II de Portugal. Nasceu no Rio de Janeiro e foi a primeira filha de D. Pedro I e D. Leopoldina. Começou seu reinado em Portugal no ano de 1826, quando seu pai abdicou da Coroa Portuguesa. Casou-se com seu tio, o Infante D. Miguel, que foi seu regente, porém seu casamento foi anulado anos depois. Casou-se mais duas vezes. Faleceu por complicações do parto do seu 11º filho em 1853.

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzaga Evaristo (1802-1866), D. Miguel I, rei de Portugal no período de 1826-1828, foi o terceiro filho de d. João VI e d. Carlota Joaquina, nasceu no Palácio de Queluz, em Portugal. Acompanhou a família real para o Brasil em 1807, em virtude da primeira invasão francesa, só regressando a Portugal com a corte em 1821. Encabeçou o partido tradicionalista, D. Miguel foi promotor e executor dos movimentos da Vila Francada, em 1823, e da Abrilada, em 1824, de natureza antiliberal, ambos dirigidos contra o rei. O primeiro pôs termo ao funcionamento das cortes liberais, à vigência da Constituição de 1822 e D. Miguel foi, ainda, elevado a comandante-chefe do exército português. Quanto à Abrilada, o infante conseguiu prender altos funcionários e o próprio rei, mas as intervenções dos embaixadores francês e inglês decretaram o malogro do golpe de Estado. Exilado por ordem de seu pai, D. Miguel deixou o país em 13 de maio de 1824. A personalidade de D. Miguel retornará ao primeiro plano da política portuguesa em 1826 com a morte de d. João VI. Com efeito, o herdeiro do trono era d. Pedro IV, então imperador do Brasil, que outorga a carta constitucional e abdica em favor de sua filha, d. Maria da Glória, que de acordo com o arranjo dinástico e político então combinado, casaria com o tio, D. Miguel, garantindo-lhe a posição de regente durante a minoridade da rainha, que então contava com sete anos. Entre 1827 e 1828, D. Miguel tomou diversas movimentações políticas, de modo que em julho de 1828 jurou perante os três Estados e em novembro foi aclamado rei, apesar da oposição liberal espalhada pelo país. Este reinado caracterizou-se pela incerteza política e por uma guerra civil (1832-1834), dirimida a favor dos liberais e contra D. Miguel que terminou por regressar ao exílio.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-16 · Item documental · 16/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-15 · Item documental · 15/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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RIO-AHI-SNEIB-FIM-MES-MEsBR-Gbr-Sam-Ofic_271-4-4_1830-10-06 · Item documental · 06/10/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Pereira de Almeida (1806-1866), 2° Visconde de Santo Amaro, casou-se com D. Anna Constança Caldeira Brant, filha dos Marqueses de Barbacena e irmã do Conde de Iguaçu e do Visconde de Barbacena. Seguiu a carreira diplomática, tendo servido como chefe da legação brasileira em Paris, Bruxelas e Nápoles; e como Ministro Residente em São Petersburgo. Além das funções diplomáticas, possuía altas condecorações do império brasileiro e era sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

Miguel Calmon du Pin e Almeida (1794-1865), Visconde e Marquês de Abrantes, nasceu na vila Nossa Senhora da Purificação, hoje cidade de Santo Amaro, na Bahia. Era filho de José Gabriel de Almeida Calmon e Maria Germana de Souza Magalhães. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1821 e retornou ao Brasil no auge do processo de independência. Integrou o conselho do governo provisório da província, instalado em setembro de 1822, na vila de Cachoeira, que reuniu as forças contrárias ao governo do lusitano Inácio Luís Madeira de Melo, fiel a Portugal. Proclamada a independência, foi deputado geral pela Bahia à Assembleia Geral Constituinte, dissolvida por d. Pedro I em 12 de novembro de 1823. Convocada a Assembleia Geral Legislativa, foi eleito deputado geral por quatro legislaturas (1826-1829), (1830-1833), (1834-1837) e (1838-1841), e senador pela província do Ceará (1840-1865). Assumiu diversos cargos na administração imperial, foi ministro e secretário das secretarias de Estado dos Negócios da Fazenda (1827-1829, 1837-1839 e 1841-1843) e dos Estrangeiros (1829-1830 e 1862-1864), e conselheiro de Estado (1843). Foi ministro plenipotenciário na Europa, tendo chefiado a missão que tentou obter apoio para uma intervenção militar no Prata, contra o ditador argentino João Manuel de Rosas (1844-1846). Recebeu o título de Visconde (1841) e Marquês de Abrantes (1854). Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB em 1839, presidente da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional (1857), presidente da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (1857), provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (1854), comissário do governo no Instituto dos Meninos Cegos e presidente da Comissão Promotora do Instituto dos Surdos-Mudos.

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