Affichage de 595 résultats

Description archivistique
581 résultats avec objets numériques Afficher les résultats avec des objets numériques
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Requ_L7-M3_s.d. · Item documental · S.d.
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Requ_L7-M3_1863-02-27 · Item documental · 27/02/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Rela_L7-M3_1863-04-29_02 · Item documental · 29/04/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Rela_L7-M3_1863-01-24 · Item documental · 24/01/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Brb-Rela_L3-M5_1860-02-27 · Item documental · 27/02/1860
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Bárbara, D. (1829)
Escuna brasileira de propriedade de Wencesláo Miguel d’Almeida, importante negociador português e proprietário de outras cinco embarcações apreendidas acusadas de tráfico ilegal de africanos com viagens realizadas durante a década de 1820, com trajetos, em sua maioria, entre portos da África Ocidental e a Bahia.
Comandada por Thomas Luis, também português e morador da Bahia há uma década, “Dona Bárbara” saiu da Bahia em 4 de dezembro de 1828 com destino a Cabinda, chegando a tal porto africano em 9 de janeiro de 1829. Retornando em direção à Bahia, foi apreendida, em Serra Leoa, pela fragata inglesa Sybelle, administrada pelo comandante Francis August Collier. A embarcação inglesa já havia apreendido outros navios que tinham por finalidade o comércio de escravizados, como, por exemplo, a escuna brasileira Esperança, que pretendia realizar o mesmo trajeto da embarcação, também brasileira, denominada “Dona Bárbara”.
Região ao norte do Rio Zaire, o porto de Cabinda desempenhou importante papel no comércio atlântico de escravizados, caracterizando-se como uma das principais fontes abastecedoras de africanos ao Brasil. Para o porto de Salvador, no início do século XIX, foi responsável por cerca de 35% das embarcações escravagistas que lá desembarcaram.
Pesando 163 toneladas, “Dona Bárbara” foi capturada no dia 21 de fevereiro de 1829, com a presença de 357 escravizados em seu interior. Deste total, 8 africanos aparentavam estar gravemente doentes. Para além dos africanos escravizados, a embarcação continha uma tripulação de 22 pessoas, sendo destes 19 oficiais marinheiros.
Por fim, indícios apontam que o trajeto entre a costa ocidental africana e a Bahia já havia sido realizado pela escuna “Dona Bárbara”, no ano anterior, também comandada pelo capitão português Thomas Luis.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Brb-Rela_L3-M5_1860-01-11 · Item documental · 11/01/1860
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Bárbara, D. (1829)
Escuna brasileira de propriedade de Wencesláo Miguel d’Almeida, importante negociador português e proprietário de outras cinco embarcações apreendidas acusadas de tráfico ilegal de africanos com viagens realizadas durante a década de 1820, com trajetos, em sua maioria, entre portos da África Ocidental e a Bahia.
Comandada por Thomas Luis, também português e morador da Bahia há uma década, “Dona Bárbara” saiu da Bahia em 4 de dezembro de 1828 com destino a Cabinda, chegando a tal porto africano em 9 de janeiro de 1829. Retornando em direção à Bahia, foi apreendida, em Serra Leoa, pela fragata inglesa Sybelle, administrada pelo comandante Francis August Collier. A embarcação inglesa já havia apreendido outros navios que tinham por finalidade o comércio de escravizados, como, por exemplo, a escuna brasileira Esperança, que pretendia realizar o mesmo trajeto da embarcação, também brasileira, denominada “Dona Bárbara”.
Região ao norte do Rio Zaire, o porto de Cabinda desempenhou importante papel no comércio atlântico de escravizados, caracterizando-se como uma das principais fontes abastecedoras de africanos ao Brasil. Para o porto de Salvador, no início do século XIX, foi responsável por cerca de 35% das embarcações escravagistas que lá desembarcaram.
Pesando 163 toneladas, “Dona Bárbara” foi capturada no dia 21 de fevereiro de 1829, com a presença de 357 escravizados em seu interior. Deste total, 8 africanos aparentavam estar gravemente doentes. Para além dos africanos escravizados, a embarcação continha uma tripulação de 22 pessoas, sendo destes 19 oficiais marinheiros.
Por fim, indícios apontam que o trajeto entre a costa ocidental africana e a Bahia já havia sido realizado pela escuna “Dona Bárbara”, no ano anterior, também comandada pelo capitão português Thomas Luis.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mrn-Rela_L21-M01_1828-03-10 · Item documental · 10/03/1828
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Mariana (1812), escuna de nacionalidade portuguesa de propriedade de José da Silva Serra. Comandada pelo mesmo, a embarcação saiu da Bahia em novembro de 1812 com direção aos portos da Costa da Mina para realizar sua primeira viagem com objetivo de comércio de africanos para fins de tráfico atlântico tendo como primeiro piloto o também português Francisco de Paula. A escuna tinha por intenção capturar pouco mais de trezentos cativos na Costa da Mina, contudo, foi apreendida em 30 de dezembro de 1812, no porto de Iaque-Iaque, pelo navio londrino denominado “Bart”, comandada por James Wilkins e conduzida para Serra Leoa.
Ao longo do século XIX, a Costa da Mina e a Bahia estiveram profundamente conectadas pelo tráfico de escravizados, que foi um dos pilares da economia colonial brasileira. A Costa da Mina, localizada na região da atual África Ocidental, forneceu um número significativo de africanos que foram trazidos para o Brasil, especialmente para a Bahia, que se tornou um dos principais portos de desembarque.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mrn-Rela_L21-M01_1812-11-16 · Item documental · 16/11/1812
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Mariana (1812), escuna de nacionalidade portuguesa de propriedade de José da Silva Serra. Comandada pelo mesmo, a embarcação saiu da Bahia em novembro de 1812 com direção aos portos da Costa da Mina para realizar sua primeira viagem com objetivo de comércio de africanos para fins de tráfico atlântico tendo como primeiro piloto o também português Francisco de Paula. A escuna tinha por intenção capturar pouco mais de trezentos cativos na Costa da Mina, contudo, foi apreendida em 30 de dezembro de 1812, no porto de Iaque-Iaque, pelo navio londrino denominado “Bart”, comandada por James Wilkins e conduzida para Serra Leoa.
Ao longo do século XIX, a Costa da Mina e a Bahia estiveram profundamente conectadas pelo tráfico de escravizados, que foi um dos pilares da economia colonial brasileira. A Costa da Mina, localizada na região da atual África Ocidental, forneceu um número significativo de africanos que foram trazidos para o Brasil, especialmente para a Bahia, que se tornou um dos principais portos de desembarque.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mrn-Rela_L21-M01_1810-10-20 · Item documental · 20/10/1810
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Mariana (1812), escuna de nacionalidade portuguesa de propriedade de José da Silva Serra. Comandada pelo mesmo, a embarcação saiu da Bahia em novembro de 1812 com direção aos portos da Costa da Mina para realizar sua primeira viagem com objetivo de comércio de africanos para fins de tráfico atlântico tendo como primeiro piloto o também português Francisco de Paula. A escuna tinha por intenção capturar pouco mais de trezentos cativos na Costa da Mina, contudo, foi apreendida em 30 de dezembro de 1812, no porto de Iaque-Iaque, pelo navio londrino denominado “Bart”, comandada por James Wilkins e conduzida para Serra Leoa.
Ao longo do século XIX, a Costa da Mina e a Bahia estiveram profundamente conectadas pelo tráfico de escravizados, que foi um dos pilares da economia colonial brasileira. A Costa da Mina, localizada na região da atual África Ocidental, forneceu um número significativo de africanos que foram trazidos para o Brasil, especialmente para a Bahia, que se tornou um dos principais portos de desembarque.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flc-Rela_L16-M3_1812-10-03 · Item documental · 03/10/1812
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Flor de Alecrim (1811), sob o comando do Capitão José Francisco Camacho, a sumaca portuguesa pertencente a José Francisco Mindelo e outros sócios pernambucanos denominada Flor de Alecrim, saiu de Pernambuco no dia 8 de novembro de 1810 em direção ao porto de Calabar, no Benim com a pretensão de apreender escravizados africanos. A rota da embarcação contava com escalas em São Tomé e Príncipe e portos da Costa da Mina para abastecimento de mantimentos. Contudo, em 6 de janeiro de 1811, ao realizar escala na Costa da Mina, a Sumaca portuguesa foi apreendida pelo navio inglês denominado Dart. Administrada pelo comandante Diogo Williams, a embarcação britânica conduziu Flor de Alecrim, de forma violenta e hostil, até Serra Leoa para que fosse julgada por tráfico ilícito de africanos.
Indícios suscitam que José Francisco Mindelo e seus sócios pernambucanos, proprietários da sumaca portuguesa, eram importantes agentes do comércio atlântico entre Pernambuco e a Costa Ocidental Africana. No mesmo ano de 1811, outra embarcação de propriedade de Mindelo e seus sócios, denominada Santo Antônio Milagroso, também comandada por José Francisco Camacho, foi apreendida ao se deslocar de Pernambuco em direção à Costa Ocidental Africana, com escalas em Serra Leoa, para fins de tráfico de escravizados.
No início do século XIX, Pernambuco desempenhou um papel central no comércio transatlântico de escravizados, com embarcações locais viajando para a África, especialmente para os portos da Costa da Mina, Benin e Golfo da Guiné, para negociar escravizados. Esses comerciantes, como José Francisco Mindelo e seus sócios, estabeleciam rotas comerciais ilícitas, muitas vezes em confronto com as tentativas britânicas de suprimir o tráfico de escravizados. A região de Pernambuco era um importante ponto de escoamento para os escravizados destinados às plantations pernambucanas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flc-Rela_L16-M3_1812-09-26 · Item documental · 26/09/1812
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Flor de Alecrim (1811), sob o comando do Capitão José Francisco Camacho, a sumaca portuguesa pertencente a José Francisco Mindelo e outros sócios pernambucanos denominada Flor de Alecrim, saiu de Pernambuco no dia 8 de novembro de 1810 em direção ao porto de Calabar, no Benim com a pretensão de apreender escravizados africanos. A rota da embarcação contava com escalas em São Tomé e Príncipe e portos da Costa da Mina para abastecimento de mantimentos. Contudo, em 6 de janeiro de 1811, ao realizar escala na Costa da Mina, a Sumaca portuguesa foi apreendida pelo navio inglês denominado Dart. Administrada pelo comandante Diogo Williams, a embarcação britânica conduziu Flor de Alecrim, de forma violenta e hostil, até Serra Leoa para que fosse julgada por tráfico ilícito de africanos.
Indícios suscitam que José Francisco Mindelo e seus sócios pernambucanos, proprietários da sumaca portuguesa, eram importantes agentes do comércio atlântico entre Pernambuco e a Costa Ocidental Africana. No mesmo ano de 1811, outra embarcação de propriedade de Mindelo e seus sócios, denominada Santo Antônio Milagroso, também comandada por José Francisco Camacho, foi apreendida ao se deslocar de Pernambuco em direção à Costa Ocidental Africana, com escalas em Serra Leoa, para fins de tráfico de escravizados.
No início do século XIX, Pernambuco desempenhou um papel central no comércio transatlântico de escravizados, com embarcações locais viajando para a África, especialmente para os portos da Costa da Mina, Benin e Golfo da Guiné, para negociar escravizados. Esses comerciantes, como José Francisco Mindelo e seus sócios, estabeleciam rotas comerciais ilícitas, muitas vezes em confronto com as tentativas britânicas de suprimir o tráfico de escravizados. A região de Pernambuco era um importante ponto de escoamento para os escravizados destinados às plantations pernambucanas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flc-Rela_L16-M3_1810-12-22 · Item documental · 22/12/1810
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Flor de Alecrim (1811), sob o comando do Capitão José Francisco Camacho, a sumaca portuguesa pertencente a José Francisco Mindelo e outros sócios pernambucanos denominada Flor de Alecrim, saiu de Pernambuco no dia 8 de novembro de 1810 em direção ao porto de Calabar, no Benim com a pretensão de apreender escravizados africanos. A rota da embarcação contava com escalas em São Tomé e Príncipe e portos da Costa da Mina para abastecimento de mantimentos. Contudo, em 6 de janeiro de 1811, ao realizar escala na Costa da Mina, a Sumaca portuguesa foi apreendida pelo navio inglês denominado Dart. Administrada pelo comandante Diogo Williams, a embarcação britânica conduziu Flor de Alecrim, de forma violenta e hostil, até Serra Leoa para que fosse julgada por tráfico ilícito de africanos.
Indícios suscitam que José Francisco Mindelo e seus sócios pernambucanos, proprietários da sumaca portuguesa, eram importantes agentes do comércio atlântico entre Pernambuco e a Costa Ocidental Africana. No mesmo ano de 1811, outra embarcação de propriedade de Mindelo e seus sócios, denominada Santo Antônio Milagroso, também comandada por José Francisco Camacho, foi apreendida ao se deslocar de Pernambuco em direção à Costa Ocidental Africana, com escalas em Serra Leoa, para fins de tráfico de escravizados.
No início do século XIX, Pernambuco desempenhou um papel central no comércio transatlântico de escravizados, com embarcações locais viajando para a África, especialmente para os portos da Costa da Mina, Benin e Golfo da Guiné, para negociar escravizados. Esses comerciantes, como José Francisco Mindelo e seus sócios, estabeleciam rotas comerciais ilícitas, muitas vezes em confronto com as tentativas britânicas de suprimir o tráfico de escravizados. A região de Pernambuco era um importante ponto de escoamento para os escravizados destinados às plantations pernambucanas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Procu_L7-M3_1863-01-28 · Item documental · 28/01/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Proc_L7-M3_1863-01-19 · Item documental · 19/01/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Mrn-Proc_L21-M01_1812-12-18 · Item documental · 18/12/1812
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Mariana (1812), escuna de nacionalidade portuguesa de propriedade de José da Silva Serra. Comandada pelo mesmo, a embarcação saiu da Bahia em novembro de 1812 com direção aos portos da Costa da Mina para realizar sua primeira viagem com objetivo de comércio de africanos para fins de tráfico atlântico tendo como primeiro piloto o também português Francisco de Paula. A escuna tinha por intenção capturar pouco mais de trezentos cativos na Costa da Mina, contudo, foi apreendida em 30 de dezembro de 1812, no porto de Iaque-Iaque, pelo navio londrino denominado “Bart”, comandada por James Wilkins e conduzida para Serra Leoa.
Ao longo do século XIX, a Costa da Mina e a Bahia estiveram profundamente conectadas pelo tráfico de escravizados, que foi um dos pilares da economia colonial brasileira. A Costa da Mina, localizada na região da atual África Ocidental, forneceu um número significativo de africanos que foram trazidos para o Brasil, especialmente para a Bahia, que se tornou um dos principais portos de desembarque.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Chv-Peti_L7-M3_1863-02-27 · Item documental · 27/02/1863
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Chaves Primeiro (1863), patacho brasileiro pertencente à Clara Maria Ferreira e consignado a João Fernandes de Matias. Pilotada pelo mestre Romão Quinteiros, saiu de Benevente em 31 de dezembro de 1863 com destino ao porto do Rio de Janeiro. Com o carregamento de madeira, milho, café e “alguns cativos” foi apreendida no dia seguinte, em 1º de janeiro pelo navio de vapor inglês denominado Stromboli às 8 da manhã.
Nos anos derradeiros do século XIX, o Porto de Benevente, como parte da rede de portos e vias comerciais do Tejo, estava indiretamente vinculado ao tráfico de escravizados para o Rio de Janeiro, principalmente pela sua relação com Lisboa, o principal porto de embarque de escravizados para o Brasil. Embora Benevente em si não fosse um ponto chave para o tráfico direto de escravizados, o Porto de Lisboa e outros portos fluviais ao longo do Tejo eram fundamentais para a logística do tráfico ilegal que ainda persistia mesmo após a lei abolicionista de 1850.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Cps-Peti_L5-M3_1811 · Item documental · 1811
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Calipso (1811), construído na cidade de Liverpool, o brigue inglês atendia pelo nome de Violet até ser adquirido, em um leilão, por Guilherme José Ferreira. O negociador brasileiro, então, retomou o navio como Calipso e, saindo da Bahia, foi navegar aos portos da Costa da Mina para negociações de escravos. Tendo como capitão José Santos Ferreira, o brigue inglês, pilotado por Antonio Ribeiro Pinto Braga, pretendia adquirir africanos nos portos da África Ocidental para comercializá-los no porto do Pará, no norte brasileiro.
Já no porto de Onim, na Costa da Mina, em 1º de setembro de 1811, Calipso foi apreendido pelo navio britânico denominado Thais, comandado pelo inglês Edward Scobell. Pesando 159 toneladas, a embarcação contava com 104 cativos a bordo e, ao ser capturado, foi encaminhado à Serra Leoa. Para além dos africanos capturados, o brigue também contava com dois marinheiros e tinha, em seu interior, variados instrumentos para a manutenção da viagem que iria começar, como âncoras, armas e diversos mantimentos.
A relação entre a Costa da Mina e o porto da Bahia estreitou-se ainda mais no contexto da repressão do tráfico atlântico de escravizados. Estudos demonstram um grande deslocamento dos negociantes, como o caso de Guilherme José Ferreira, à Costa da Mina, na costa afro ocidental.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Panf_225-1-2_1830-08-09 · Item documental · 09/08/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

As relações diplomáticas entre Brasil e França remetem ao período da história do Brasil colonial, quando, ainda sob o controle português, o território americano era palco de disputas entre os impérios europeus. Desde o século XVI, os franceses mantinham interesse na costa atlântica da América do Sul, com o estabelecimento da França Antártica na Baía de Guanabara entre 1555 e 1560. Apesar de serem expulsos do litoral sudeste, no século XVII, os franceses tentaram firmar uma nova colônia no Maranhão, conhecida como França Equinocial, mas também sem sucesso. Esses eventos iniciais marcaram os primeiros contatos entre os dois países e evidenciaram a rivalidade entre França e Portugal na região.

Ao longo do século XVIII, as atenções francesas se voltaram mais para o Caribe, diminuindo a pressão sobre o território brasileiro. No entanto, a influência cultural francesa continuou a crescer no Brasil, especialmente através de ideias iluministas que chegavam via Portugal. Com a independência do Brasil em 1822, a França foi um dos primeiros países a reconhecer o novo Estado, estabelecendo relações diplomáticas formais em 1825. Este reconhecimento foi crucial para a legitimação internacional do Brasil como uma nação soberana e marcou o início de uma nova era de cooperação entre os dois países.

No início do século XIX, as principais cidades onde ocorriam atividades diplomáticas e comerciais eram Paris e o Rio de Janeiro, que era a capital do Brasil. Além do Rio de Janeiro, cidades como Salvador e Recife também desempenhavam papéis importantes devido ao seu dinamismo econômico e portuário. Na França, além de Paris, cidades como Havre, Lyon, Bordeaux e Marselha eram centros vitais de comércio. A presença de representações diplomáticas permanentes, como embaixadas e consulados, em ambas as nações facilitou o intercâmbio comercial e cultural. Estas representações permitiram um fluxo constante de ideias, bens e pessoas, consolidando uma relação que iria se aprofundar ao longo dos séculos seguintes.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Brb-Ofic_L3-M5_1860-03-01 · Item documental · 01/03/1860
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Bárbara, D. (1829)
Escuna brasileira de propriedade de Wencesláo Miguel d’Almeida, importante negociador português e proprietário de outras cinco embarcações apreendidas acusadas de tráfico ilegal de africanos com viagens realizadas durante a década de 1820, com trajetos, em sua maioria, entre portos da África Ocidental e a Bahia.
Comandada por Thomas Luis, também português e morador da Bahia há uma década, “Dona Bárbara” saiu da Bahia em 4 de dezembro de 1828 com destino a Cabinda, chegando a tal porto africano em 9 de janeiro de 1829. Retornando em direção à Bahia, foi apreendida, em Serra Leoa, pela fragata inglesa Sybelle, administrada pelo comandante Francis August Collier. A embarcação inglesa já havia apreendido outros navios que tinham por finalidade o comércio de escravizados, como, por exemplo, a escuna brasileira Esperança, que pretendia realizar o mesmo trajeto da embarcação, também brasileira, denominada “Dona Bárbara”.
Região ao norte do Rio Zaire, o porto de Cabinda desempenhou importante papel no comércio atlântico de escravizados, caracterizando-se como uma das principais fontes abastecedoras de africanos ao Brasil. Para o porto de Salvador, no início do século XIX, foi responsável por cerca de 35% das embarcações escravagistas que lá desembarcaram.
Pesando 163 toneladas, “Dona Bárbara” foi capturada no dia 21 de fevereiro de 1829, com a presença de 357 escravizados em seu interior. Deste total, 8 africanos aparentavam estar gravemente doentes. Para além dos africanos escravizados, a embarcação continha uma tripulação de 22 pessoas, sendo destes 19 oficiais marinheiros.
Por fim, indícios apontam que o trajeto entre a costa ocidental africana e a Bahia já havia sido realizado pela escuna “Dona Bárbara”, no ano anterior, também comandada pelo capitão português Thomas Luis.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1830-01-25 · Item documental · 25-01-1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Inácio da Cunha (1781-1834). Natural de São Luís, Maranhão. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, Portugal, em 1806, e exerceu o cargo de juiz de órfãos em Lisboa (1807). Nesse mesmo ano, retornou ao Brasil e iniciou carreira na magistratura, tendo sido desembargador do Tribunal da Relação da Bahia, chanceler, desembargador de agravos e regedor da Casa da Suplicação do Brasil (1824). Foi também desembargador da Mesa do Desembargo do Paço, intendente-geral de Polícia da Corte e senador. Nomeado ministro de Estado dos Negócios da Justiça em 1829 e 1831, assumiu ainda a pasta do Império (1828). Conselheiro de Estado, Barão (1825) e Visconde de Alcântara (1826), foi agraciado com os títulos das ordens Militar da Torre da Espada (1808), de Cristo e com a Imperial Ordem do Cruzeiro. Foi sócio fundador da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e seu primeiro presidente (1827).

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1830-01-21 · Item documental · 21/01/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1829-11-18 · Item documental · 18-11-1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

José Egídio Gordilho de Barbuda (1787 - 1830), Visconde com grandeza de Camamu, nasceu na vila de Chamusca, próxima a Santarém, em Portugal. Iniciou sua vida militar como cadete do Corpo de Artilharia aos 12 anos de idade, ainda em Portugal, e alcançou a patente de 2° Tenente antes de embarcar para o Brasil. Foi Tenente da Legião de Caçadores da Capitania da Bahia e Ajudante de Ordens do Governo da Província da Bahia. Tornou-se Brigadeiro de Exército em 1824, sendo nomeado Comandante das Armas e Presidente da Província do Rio Grande do Sul no mesmo ano de 1824. Em 1827 foi nomeado Presidente da Província da Bahia, e serviu esta função até 1830, quando foi assassinado.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1829-09-28 · Item documental · 28/09/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José Clemente Pereira (1787-1854). Político português que emigrou para o Brasil em 1815. Aqui, logo foi eleito como juiz de fora de Praia Grande (Niterói- RJ) e, em 1820, se tornou juiz de fora da cidade do Rio de Janeiro. Durante sua vida desempenhou diversos cargos no cenário político brasileiro: deputado geral, deputado provincial, senador, ministro do Império, ministro da Guerra, membro do conselho de estado e presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Presenciou as articulações da Independência do Brasil, como a permanência de D. Pedro I no país, tendo uma importante participação nos atos jurídicos posteriores à Independência do Brasil, sobretudo na elaboração da Constituição de 1824.

As Relações diplomáticas entre o Brasil e os Países Baixos ao longo dos séculos de existência do Brasil variaram bastante. Durante o século XVII, vigorando a União das Coroas Ibéricas sob controle da monarquia castelhana de D. Felipe II, as companhias comerciais neerlandesas se dedicaram a investir contra o império português no Atlântico e no Índico. Após 1640, no entanto, as relações entre os Países Baixos e Portugal voltaram a se estabilizar, mesmo que ainda ocorressem disputas no cenário colonial.
Ao longo do século XVIII e sobretudo com a inauguração do Brasil como país independente as relações se tornaram mais harmoniosas, com a manutenção de intenso comércio, vigente desde o século XVI. Após a independência do Brasil em 1822, os dois países rapidamente estabeleceram laços diplomáticos formais. Em 1825, o Reino dos Países Baixos reconheceu a independência brasileira, e em 1827, foi assinado um tratado de amizade, comércio e navegação entre os dois países. Este tratado facilitou o comércio bilateral, especialmente no setor de exportação de café brasileiro e importação de produtos manufaturados holandeses. Além disso, as relações diplomáticas foram fortalecidas por visitas oficiais e missões diplomáticas, promovendo um clima de cooperação mútua. Houve a manutenção de embaixadas dos Países Baixos no Brasil.
Durante o século XIX, a presença holandesa no Brasil também se manifestou por meio de influências culturais e científicas. Naturalistas e cientistas holandeses visitaram o Brasil para estudar sua rica biodiversidade, contribuindo para o intercâmbio de conhecimentos científicos entre as nações. As comunidades de imigrantes holandeses que se estabeleceram no Brasil ao longo do século contribuíram para a diversidade cultural e econômica do país, especialmente nas regiões sul e sudeste. As relações diplomáticas entre Brasil e Países Baixos no século XIX, portanto, não se limitaram apenas ao comércio, mas também englobaram importantes trocas culturais e científicas, fortalecendo os laços entre as duas nações.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1829-08-20 · Item documental · 20/08/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1829-08-14_01 · Item documental · 14/08/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_437-1-6_1829-01-04 · Item documental · 04/01/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

As relações diplomáticas entre Brasil e França remetem ao período da história do Brasil colonial, quando, ainda sob o controle português, o território americano era palco de disputas entre os impérios europeus. Desde o século XVI, os franceses mantinham interesse na costa atlântica da América do Sul, com o estabelecimento da França Antártica na Baía de Guanabara entre 1555 e 1560. Apesar de serem expulsos do litoral sudeste, no século XVII, os franceses tentaram firmar uma nova colônia no Maranhão, conhecida como França Equinocial, mas também sem sucesso. Esses eventos iniciais marcaram os primeiros contatos entre os dois países e evidenciaram a rivalidade entre França e Portugal na região.

Ao longo do século XVIII, as atenções francesas se voltaram mais para o Caribe, diminuindo a pressão sobre o território brasileiro. No entanto, a influência cultural francesa continuou a crescer no Brasil, especialmente através de ideias iluministas que chegavam via Portugal. Com a independência do Brasil em 1822, a França foi um dos primeiros países a reconhecer o novo Estado, estabelecendo relações diplomáticas formais em 1825. Este reconhecimento foi crucial para a legitimação internacional do Brasil como uma nação soberana e marcou o início de uma nova era de cooperação entre os dois países.

No início do século XIX, as principais cidades onde ocorriam atividades diplomáticas e comerciais eram Paris e o Rio de Janeiro, que era a capital do Brasil. Além do Rio de Janeiro, cidades como Salvador e Recife também desempenhavam papéis importantes devido ao seu dinamismo econômico e portuário. Na França, além de Paris, cidades como Havre, Lyon, Bordeaux e Marselha eram centros vitais de comércio. A presença de representações diplomáticas permanentes, como embaixadas e consulados, em ambas as nações facilitou o intercâmbio comercial e cultural. Estas representações permitiram um fluxo constante de ideias, bens e pessoas, consolidando uma relação que iria se aprofundar ao longo dos séculos seguintes.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-31_03 · Item documental · 31/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José Marques Lisboa (1807-1897), filho de Francisco Marques Lisboa, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Patrão-Mór do RS, e coronel de Milícias, e de Euphrazia Joaquina de Azevedo Lima e Alarcão. Neto paterno de Luiz Marques Lisboa de Oliveira, Capitão-Mór da Vila de Famalicão e de Teresa Maria de Jesus Bueno da Ribeira. Neto materno de Domingos de Lima Veiga, Escrivão da Provedoria da cidade de Porto-Alegre e Guarda-Mór das terras minerais daquela província e de Gertrudes Pais Leme de Araújo Gusmão. Foi Conselho de Sua Majestade, o Imperador Pedro II, Grande Dignitário da Ordem da Rosa, Comendador da Ordem de Cristo, e da de Leopoldo da Bélgica, Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Londres.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-31_02 · Item documental · 31/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-31_01 · Item documental · 31/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-20 · Item documental · 20/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-14 · Item documental · 14/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Gaspar José Lisboa (1803-1865) nasceu na Bahia. Na carreira diplomática desde 1828 como encarregado de negócios na Rússia, Confederação Argentina e Uruguai, foi ministro residente nos Estados Unidos de novembro de 1840 a 1845, quando seu cargo foi elevado ao nível de ministro plenipotenciário. Em 1847, foi destituído, devido a seu comportamento na questão da corveta Saratoga. A legação ficou então sob a chefia de encarregados de negócios interinos.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-10_02 · Item documental · 10/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-10_01 · Item documental · 10/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-07 · Item documental · 07/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-06 · Item documental · 06/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-12-02 · Item documental · 02/12/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) nasceu na cidade do Rio de Janeiro, sendo filho legítimo do Dr. Bartholomeu Corrêa Vidigal. Formado em direito canônico pela Universidade de Coimbra. De Portugal mudou-se para Roma para apurar seus estudos, onde tomou ordens de presbítero. De volta ao Brasil, foi nomeado Vigário para Cuiabá, trabalhando na administração paroquial e adotou a profissão de advogado, ganhando notável reputação. D. Pedro o nomeou Conde da Catedral e o Bispo D. José Caetano o conferiu a vara de provedor do juízo eclesiastico na reitoria do Seminário de São José. Foi enviado extraordinário à corte papal, por nomeação de Dom Pedro, em 7 de agosto de 1824, com a missão de convencer a Santa Sé a reconhecer a Independência do Brasil e assinar uma Concordata estabelecendo as condições que deveriam reger as relações entre Igreja e Estado no Brasil. As negociações não avançaram entre o Brasil e a Santa Sé até que Portugal oficializasse o reconhecimento da Independência, em 29 de agosto de 1825, no pontificado de Leão XII. Monsenhor Vidigal foi recebido pelo papa como representante do Brasil em 23 de janeiro de 1826, quando foram concedidos os documentos pontificais que tratavam da relação entre Igreja e Estado no novo país. Em 1829, foi nomeado ministro do Império do Brasil junto à corte de Roma. Já com o título de Monsenhor nas eleições para a primeira legislatura, foi Corrêa Vidigal eleito primeiro deputado pela província do Rio de Janeiro.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-11-30 · Item documental · 30/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Afonso Maurício de Souza Coutinho (1796 - 1834), Visconde com grandeza e Marquês de Maceió, nasceu em Turim, na Itália, filho de D. Rodrigo de Souza Coutinho, Conde de Linhares, um dos ministros de maior confiança de D. João VI, especialmente na decisão de transferência da Corte portuguesa para o Rio de Janeiro em 1808. D. Francisco Afonso teve ascensão militar acelerada pela sua decisão de tomar o partido brasileiro na independência, e de capitão passou a Tenente-Coronel em poucos anos, chegando a participar do Estado-maior do Exército. Em 1827 assumiu a pasta da Marinha como Ministro no sexto Gabinete; e no ano seguinte foi enviado como Ministro Plenipotenciário à Corte de Viena.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-11-24 · Item documental · 24/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Manuel de Assis Mascarenhas (1805-1867), quinto conde de Óbidos, de Palma e de Sabugal, diplomata, 14º presidente da província do Espírito Santo, nomeado adido de primeira classe à legação imperial em Viena, Áustria. Herdou o título de seu pai a 27 de agosto de 1806, e teve a renovação do tratamento de parente da Casa Real, por decreto de 26 de outubro de 1823. Aderiu ao regime liberal de 1826 e, eleito para o Reino, fez parte da câmara alta. Em 1828 foi nomeado embaixador extraordinário pelo imperador D. Pedro I do Brasil.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-11-08 · Item documental · 08/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1830-06-27 · Item documental · 27/06/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Manuel de Assis Mascarenhas (1805-1867), quinto conde de Óbidos, de Palma e de Sabugal, diplomata, 14º presidente da província do Espírito Santo, nomeado adido de primeira classe à legação imperial em Viena, Áustria. Herdou o título de seu pai a 27 de agosto de 1806, e teve a renovação do tratamento de parente da Casa Real, por decreto de 26 de outubro de 1823. Aderiu ao regime liberal de 1826 e, eleito para o Reino, fez parte da câmara alta. Em 1828 foi nomeado embaixador extraordinário pelo imperador D. Pedro I do Brasil.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-2_1829-12-23 · Item documental · 23/12/1829
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.
Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-02-16 · Item documental · 16/02/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-02-12 · Item documental · 12/02/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.
José Silvestre Rebello (1777 - 1844), foi um intelectual e diplomata brasileiro, conhecido por ter conquistado o primeiro reconhecimento formal da Independência brasileira pelo governo dos Estados Unidos da América. Nascido em Portugal, José Silvestre Rebello mudou-se para o Brasil em sua juventude. Inicialmente, ele prosperou como comerciante e mais tarde se envolveu na administração lusitana, tornando-se Juiz da Comissão Mista encarregada de lidar com questões relacionadas ao tráfico ilegal de escravizados. Sua carreira diplomática alcançou destaque quando ele se tornou o primeiro encarregado de Negócios do Império brasileiro nos Estados Unidos. Durante seu período em Washington, Rebello negociou o reconhecimento da Independência do Brasil pelo governo americano. Após retornar ao Brasil em 1829, ele tornou-se membro da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e sócio fundador do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (IHGB). Na sua carreira diplomática entre 1824 e 1829, Rebello representou o Império Brasileiro perante o governo estadunidense, desempenhando um papel crucial na história das relações internacionais do Brasil. Durante esse período, ele organizou a primeira legação brasileira nos Estados Unidos, contratou serviços para a marinha brasileira e mediou conflitos entre os dois países. Rebello também viajou pelos Estados Unidos, interagiu com figuras importantes, participou de associações e observou de perto a sociedade e política estadunidenses. Ele faleceu em 1844, na cidade do Rio de Janeiro.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-26 · Item documental · 26/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-26 · Item documental · 26/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-26 · Item documental · 26/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-13 · Item documental · 13/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.
José Silvestre Rebello (1777 - 1844), foi um intelectual e diplomata brasileiro, conhecido por ter conquistado o primeiro reconhecimento formal da Independência brasileira pelo governo dos Estados Unidos da América. Nascido em Portugal, José Silvestre Rebello mudou-se para o Brasil em sua juventude. Inicialmente, ele prosperou como comerciante e mais tarde se envolveu na administração lusitana, tornando-se Juiz da Comissão Mista encarregada de lidar com questões relacionadas ao tráfico ilegal de escravizados. Sua carreira diplomática alcançou destaque quando ele se tornou o primeiro encarregado de Negócios do Império brasileiro nos Estados Unidos. Durante seu período em Washington, Rebello negociou o reconhecimento da Independência do Brasil pelo governo americano. Após retornar ao Brasil em 1829, ele tornou-se membro da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e sócio fundador do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (IHGB). Na sua carreira diplomática entre 1824 e 1829, Rebello representou o Império Brasileiro perante o governo estadunidense, desempenhando um papel crucial na história das relações internacionais do Brasil. Durante esse período, ele organizou a primeira legação brasileira nos Estados Unidos, contratou serviços para a marinha brasileira e mediou conflitos entre os dois países. Rebello também viajou pelos Estados Unidos, interagiu com figuras importantes, participou de associações e observou de perto a sociedade e política estadunidenses. Ele faleceu em 1844, na cidade do Rio de Janeiro.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-08_02 · Item documental · 08/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa,. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_420-1-1_1827-01-08_01 · Item documental · 08/01/1827
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Antônio Pereira da Cunha (s.d. - s.d.). Diplomata brasileiro, nascido em Lisboa. Serviu como encarregado de negócios e ministro residente em vários postos, notadamente na França em 1827, na Prússia em 1828-1830 e na Áustria em 1836. Em 1825, o tenente-coronel João Antônio Pereira da Cunha, comandante do 1º Batalhão de Caçadores da Corte, solicita a pensão de estudos ao Ministério dos Negócios da Guerra. Seu pedido é deferido e, assim, o coronel parte em viagem de estudos para estudar no Estado-Maior da França, exercendo simultaneamente funções diplomáticas.
José Silvestre Rebello (1777 - 1844) foi um intelectual e diplomata brasileiro, conhecido por ter conquistado o primeiro reconhecimento formal da Independência brasileira pelo governo dos Estados Unidos da América. Nascido em Portugal, José Silvestre Rebello mudou-se para o Brasil em sua juventude. Inicialmente, ele prosperou como comerciante e mais tarde se envolveu na administração lusitana, tornando-se Juiz da Comissão Mista encarregada de lidar com questões relacionadas ao tráfico ilegal de escravizados. Sua carreira diplomática alcançou destaque quando ele se tornou o primeiro encarregado de Negócios do Império brasileiro nos Estados Unidos. Durante seu período em Washington, Rebello negociou o reconhecimento da Independência do Brasil pelo governo americano. Após retornar ao Brasil em 1829, ele tornou-se membro da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e sócio fundador do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (IHGB). Na sua carreira diplomática entre 1824 e 1829, Rebello representou o Império Brasileiro perante o governo estadunidense, desempenhando um papel crucial na história das relações internacionais do Brasil. Durante esse período, ele organizou a primeira legação brasileira nos Estados Unidos, contratou serviços para a marinha brasileira e mediou conflitos entre os dois países. Rebello também viajou pelos Estados Unidos, interagiu com figuras importantes, participou de associações e observou de perto a sociedade e política estadunidenses. Ele faleceu em 1844, na cidade do Rio de Janeiro.

Sans titre
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lon-Ofic_417-4-9_1830-11-23 · Item documental · 23/11/1830
Fait partie de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842), político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros, eleito deputado à constituinte em 1823, senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823.

Sans titre