Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882) foi um professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista e patrono da Academia Brasileira de Letras (ABL). Nascido em Itaboraí-RJ, mudou-se para o Rio de Janeiro e formou-se em Medicina na Faculdade do Rio de Janeiro, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1844. Contudo, atuou pouco tempo como médico, em sua cidade natal, e passou a dedica-se como escritor. Nesse ramo, escreveu “A Moreninha” (1844), considerada uma das principais obras do Romantismo, sendo sucesso de público e crítica. Em 1845, entrou para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) como membro efetivo, fazendo parte do movimento fundador da historiografia brasileira. Foi professor de História e Geografia do Colégio Pedro II, como também, professor dos filhos da Princesa Isabel (1846-1921). Em 1849, junto de Araújo Porto-Alegre (1806-1879) e Gonçalves Dias (1823-1864), fundaram a revista “Guanabara”, no qual Joaquim Manuel de Macedo publicou seu poema-romance “A Nebulosa” (1857). Como também, escreveu para o jornal “A Nação”, que pertencia ao Partido Liberal, o qual foi eleito para os cargos de deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e deputado geral (1864-68 e 1873-81).
Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882)José Matheus Nicolay (s. d.) foi diplomata, servindo como Cônsul Geral do Brasil na Sardenha ao longo dos anos 1820 e pelo menos 1830. Em 1843 é mencionado como Cônsul Geral de Turim e Parma, residente em Gênova, sem remuneração.
Joaquim Francisco da Costa (1761 - 1829) foi um religioso brasileiro que, após se entregar à vida religiosa, mudou seu nome para Joaquim Francisco do Livramento, como ficou conhecido. Nasceu em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, em 1761 filho de imigrantes açorianos. Dedicou sua vida a construir hospitais, asilos, escolas e seminários em diversas regiões do Brasil, desde a atual Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Realiza suas obras com dinheiro de doações e esmolas. Faleceu em 1829 em uma viagem de retorno da Europa para o Brasil, depois de uma de suas viagens para angariar recursos para caridade.
José Matheus Nicolay.