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RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-01-18 · Item documental · 18/01/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Luiz Moutinho de Lima Álvares e Silva (1792-1863) ocupou o cargo de oficial da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e foi nomeado como encarregado de Negócios nos Estados Unidos, porém essa decisão logo foi revogada devido à necessidade da sua presença na Secretaria do Estado. Também teve um papel importante sendo responsável pela inspeção e revisão do Diário do Governo. Grande diplomata da época, era encarregado de Negócios junto aos Estados Papais e ao Grão-Ducado de Toscana. Chefiou missões como a de Paris, Buenos Aires, Toscana, Vaticano, Parma e Sardenha.

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-10-09 · Item documental · 09/10/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Mariano José Pereira da Fonseca (1773-1848), Visconde e Marquês de Maricá, formado em Matemática e Filosofia pela Universidade de Coimbra. Senador pela Província do rio de Janeiro; Conselheiro de Estado; pertenceu ao Conselho do Imperador; Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; Membro da Junta de Comércio; Censor Régio da Imprensa; Administrador Tesoureiro da Fábrica de Pólvora e um dos administradores da Imprensa Régia.Foi também, um dos colocadores da Constituição do Império. Em 1823 assumiu a pasta da Fazenda numa fase bastante difícil, pois os meios financeiros escassos dificultavam a consolidação interna da independência. Realizou na Inglaterra o primeiro empréstimo externo do Governo brasileiro, no valor de três milhões de libras esterlinas, com hipoteca de rendas aduaneiras.Foram designados negociadores do Brasil, em Londres, Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira e horta e Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa. Por sua proposta, foi nomeada uma Comissão para examinar o estado da Fazenda Pública do Império, firmar e consolidar o seu crédito e fundar a Dívida Nacional, a qual teve como presidente o Marquês de Barbacena, nomeado, posteriormente, Ministro da Fazenda.

Marianno José Pereira da Fonseca (1773-1848), Marquês de Maricá
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-10-15 · Item documental · 15/10/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-11-11 · Item documental · 11/10/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Wenzel Philipp Leopold (1784-1851), Barão de Mareschal, embaixador da Áustria no Rio de Janeiro. Filho de uma família nobre de Luxemburgo, ingressou na Academia Imperial-Real de engenharia em 1798 e comissionado em 1809, no ano seguinte foi apontado ao serviço diplomático em São Petersburgo, continuando neste posto mesmo durante a breve campanha austríaca contra a Rússia em 1812. Após o fim de seu serviço militar em 1819, tornou-se secretário da legação da Áustria no Rio de Janeiro; subindo à posição de embaixador, continuou no Rio de Janeiro até 1830.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-11-17 · Item documental · 17/11/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1824-12-06 · Item documental · 06/12/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1825-01-21_02 · Item documental · 21/01/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1825-01-25 · Item documental · 21/01/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1825-01-26 · Item documental · 26/01/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1825-01-29 · Item documental · 29/01/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Avis_294-2-13_1825-02-03 · Item documental · 03/02/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Luiz de Souza Dias (s.d), diplomata, fidalgo e cavaleiro por alvará de outubro de 1811. Serviu como encarregado de negócios em Haya (1826), e em São Petersburgo (1824), foi ministro plenipotenciário em Bogotá (1829), e em Buenos Aires (1839).

A Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi instalada no Brasil em 11 de março de 1808, e foi prevista como parte da organização administrativa no Brasil imperial conforme estabelecido pela Constituição de 1824. Este órgão tinha a responsabilidade de gerir as relações internacionais do Brasil, refletindo a importância que o jovem império dava à sua inserção e atuação no cenário mundial. Sua criação foi essencial para consolidar a soberania nacional e para estabelecer um canal formal de comunicação e negociação com outras nações. Entre as funções da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros estavam a gestão das relações diplomáticas, a negociação de tratados e acordos internacionais, a supervisão do comércio exterior e a proteção dos direitos dos cidadãos brasileiros no exterior. A secretaria também tinha a responsabilidade de representar o Brasil em congressos e conferências internacionais e de tratar de questões relativas à imigração e emigração. A estrutura do órgão incluía departamentos dedicados ao serviço diplomático, à elaboração de tratados e ao comércio exterior, garantindo uma abordagem abrangente e eficaz na condução da política externa brasileira. A atuação da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros foi fundamental em várias ocasiões durante o período imperial. Um exemplo significativo foi a negociação do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação com os Estados Unidos em 1828, que estabeleceu bases importantes para o comércio bilateral e para as relações diplomáticas entre os dois países. Outro exemplo foi a mediação de conflitos na região do Prata, onde o Brasil teve papel ativo na resolução de disputas entre países vizinhos, contribuindo para a estabilidade regional. Essas ações demonstram a importância da secretaria na promoção dos interesses brasileiros e na consolidação do Brasil como um ator relevante no cenário internacional.

Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Exec-Faze-Decr_294-2-13_s-d_13 · Item documental · [S.d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Luiz de Souza Dias (s.d), diplomata, fidalgo e cavaleiro por alvará de outubro de 1811. Serviu como encarregado de negócios em Haya (1826), e em São Petersburgo (1824), foi ministro plenipotenciário em Bogotá (1829), e em Buenos Aires (1839).

Mariano José Pereira da Fonseca (1773-1848), Visconde e Marquês de Maricá, formado em Matemática e Filosofia pela Universidade de Coimbra. Senador pela Província do rio de Janeiro; Conselheiro de Estado; pertenceu ao Conselho do Imperador; Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; Membro da Junta de Comércio; Censor Régio da Imprensa; Administrador Tesoureiro da Fábrica de Pólvora e um dos administradores da Imprensa Régia.Foi também, um dos colocadores da Constituição do Império. Em 1823 assumiu a pasta da Fazenda numa fase bastante difícil, pois os meios financeiros escassos dificultavam a consolidação interna da independência. Realizou na Inglaterra o primeiro empréstimo externo do Governo brasileiro, no valor de três milhões de libras esterlinas, com hipoteca de rendas aduaneiras.Foram designados negociadores do Brasil, em Londres, Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira e horta e Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa. Por sua proposta, foi nomeada uma Comissão para examinar o estado da Fazenda Pública do Império, firmar e consolidar o seu crédito e fundar a Dívida Nacional, a qual teve como presidente o Marquês de Barbacena, nomeado, posteriormente, Ministro da Fazenda.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Desp-436-4-6-1828-01-03 · Item documental · 03/01/1828
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.
Domingos Borges de Barros (1780-1855) foi um político e escritor notável, além de ser o primeiro e único Barão e Visconde com grandeza de Pedra Branca. Doutor em Filosofia pela Universidade de Coimbra, ele se destacou como Deputado nas Cortes Portuguesas de 1821, representando a Província da Bahia, onde se tornou pioneiro na defesa do voto e da emancipação política feminina. Optando por não prestar juramento à constituição promulgada em Portugal, retornou ao Brasil, onde desempenhou um papel significativo como embaixador. Negociou o reconhecimento da independência brasileira por Carlos X, rei da França, em conjunto com seu Ministro Chateaubriand. Adicionalmente, desempenhou um papel crucial na negociação do casamento entre D. Pedro I e a Princesa D. Amélia de Leuchtenberg em 1826. Além de sua destacada carreira política, Borges de Barros também deixou um legado literário, com obras publicadas que incluem um dicionário português-francês/francês-português, bem como trabalhos de poesia.

Bento Barroso Pereira
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flt-Proc_L16-M6_1812-08-08_02 · Item documental · 08/08/1859
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Flor do Porto era uma sumaca portuguesa de sessenta e seis toneladas, pertencente a Antonio Esteves dos Santos. Sob o comando de Francisco Xavier de Abreu, a embarcação partiu da Bahia rumo à Costa da Mina, contando com vinte e quatro tripulantes a bordo. Pequena e ágil, a sumaca era um tipo de navio frequentemente utilizado para o comércio colonial e, no contexto do tráfico atlântico, servia tanto para transporte direto de cativos quanto para apoio logístico a embarcações maiores.
O itinerário da embarcação a levava aos portos da Costa da Mina, uma das regiões mais ativas no fornecimento de cativos para o Brasil e outras colônias das Américas.
Contudo, Flor do Porto foi interceptada em março de 1812 pela fragata britânica Amélia, comandada por Frederico Paolo Irby, no porto de Onim. A mesma fragata já havia apreendido outras embarcações naquele ano, como os navios Prazeres, Feliz Americano e Dezengano, evidenciando a intensificação das ações britânicas contra o tráfico.
A localidade de Onim, onde foi apreendida, era um importante entreposto comercial na atual Nigéria, utilizado por traficantes portugueses e brasileiros para negociações com intermediários africanos. Essas áreas litorâneas funcionavam como pontos de concentração de cativos trazidos do interior do continente, antes de serem embarcados para a travessia atlântica. A conexão entre a Bahia e esses portos africanos era mantida por redes de comerciantes que, mesmo diante das pressões abolicionistas britânicas, insistiam em manter o tráfico ativo.

Manuel Pinto da Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flt-Proc_L16-M6_1812-08-08_03 · Item documental · 08/08/1859
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Flor do Porto era uma sumaca portuguesa de sessenta e seis toneladas, pertencente a Antonio Esteves dos Santos. Sob o comando de Francisco Xavier de Abreu, a embarcação partiu da Bahia rumo à Costa da Mina, contando com vinte e quatro tripulantes a bordo. Pequena e ágil, a sumaca era um tipo de navio frequentemente utilizado para o comércio colonial e, no contexto do tráfico atlântico, servia tanto para transporte direto de cativos quanto para apoio logístico a embarcações maiores.
O itinerário da embarcação a levava aos portos da Costa da Mina, uma das regiões mais ativas no fornecimento de cativos para o Brasil e outras colônias das Américas.
Contudo, Flor do Porto foi interceptada em março de 1812 pela fragata britânica Amélia, comandada por Frederico Paolo Irby, no porto de Onim. A mesma fragata já havia apreendido outras embarcações naquele ano, como os navios Prazeres, Feliz Americano e Dezengano, evidenciando a intensificação das ações britânicas contra o tráfico.
A localidade de Onim, onde foi apreendida, era um importante entreposto comercial na atual Nigéria, utilizado por traficantes portugueses e brasileiros para negociações com intermediários africanos. Essas áreas litorâneas funcionavam como pontos de concentração de cativos trazidos do interior do continente, antes de serem embarcados para a travessia atlântica. A conexão entre a Bahia e esses portos africanos era mantida por redes de comerciantes que, mesmo diante das pressões abolicionistas britânicas, insistiam em manter o tráfico ativo.

Manuel Pinto da Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flt-Proc_L16-M6_1812-08-08_04 · Item documental · 08/08/1859
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A Flor do Porto era uma sumaca portuguesa de sessenta e seis toneladas, pertencente a Antonio Esteves dos Santos. Sob o comando de Francisco Xavier de Abreu, a embarcação partiu da Bahia rumo à Costa da Mina, contando com vinte e quatro tripulantes a bordo. Pequena e ágil, a sumaca era um tipo de navio frequentemente utilizado para o comércio colonial e, no contexto do tráfico atlântico, servia tanto para transporte direto de cativos quanto para apoio logístico a embarcações maiores.
O itinerário da embarcação a levava aos portos da Costa da Mina, uma das regiões mais ativas no fornecimento de cativos para o Brasil e outras colônias das Américas.
Contudo, Flor do Porto foi interceptada em março de 1812 pela fragata britânica Amélia, comandada por Frederico Paolo Irby, no porto de Onim. A mesma fragata já havia apreendido outras embarcações naquele ano, como os navios Prazeres, Feliz Americano e Dezengano, evidenciando a intensificação das ações britânicas contra o tráfico.
A localidade de Onim, onde foi apreendida, era um importante entreposto comercial na atual Nigéria, utilizado por traficantes portugueses e brasileiros para negociações com intermediários africanos. Essas áreas litorâneas funcionavam como pontos de concentração de cativos trazidos do interior do continente, antes de serem embarcados para a travessia atlântica. A conexão entre a Bahia e esses portos africanos era mantida por redes de comerciantes que, mesmo diante das pressões abolicionistas britânicas, insistiam em manter o tráfico ativo.

Manuel Pinto da Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ave-Rela_L03-M02_1859-12-26 · Item documental · 26/12/1859
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Ave Maria (1834)

A Ave Maria era uma escuna brasileira de 23 toneladas pertencente a Manoel José Teixeira. Em 11 de setembro de 1844, a embarcação partiu do porto da Bahia sob o comando de José Manoel de Faria e com um total de 15 tripulantes, buscando alcançar o destino final: a Costa da África. À época, a região mantinha intenso comércio com portos brasileiros, mantendo-se como um dos principais eixos do tráfico transatlântico de africanos, apesar das leis proibitivas.
O porto baiano possuía longa tradição de comércio com a região centro-ocidental da África, como Angola, Daomé e Benin. Mesmo após a proibição formal do tráfico, em 1831, negociantes brasileiros, como Manoel José Teixeira, continuavam a financiar itinerários clandestino para abastecer a mão de obra escravizada no Brasil.
Em 25 de outubro de 1834, contudo, Ave Maria foi apreendida pelo navio britânico denominado Cygnet, comandada por Henry Laiton. A embarcação inglesa já havia capturado naquele período outro navio, o Aquila, e levou ambas as embarcações para Serra Leoa, um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem.
A apreensão da Ave Maria ocorreu dentro do contexto mais amplo da intensificação da repressão britânica ao tráfico negreiro brasileiro na década de 1840.

José Feliciano de Castilho Barreto e Noronha (1810 - 1879)