Mostrar 52 resultados

Descrição arquivística
52 resultados com objetos digitais Mostrar resultados com objetos digitais
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Nnj-Peti_L23-M2_1860-03-03_01 · Item documental · 03/03/1860
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Brigue-escuna de nacionalidade brasileira e com o peso de cento e trinta e sete toneladas, a embarcação pertencia a Antônio Fernandes Coelho. Comandada por João Francisco Antônio de Oliveira e com mais doze marinheiros em sua tripulação, o brigue partiu do porto do Rio de Janeiro em 1º de dezembro de 1840. Seu destino final era Cabinda, um porto estratégico na costa centro-ocidental africana. Nova Inveja também faria escalas nas Ilhas de Cabo Verde e São Tomé antes de prosseguir viagem. Tais paradas eram comuns tanto para abastecimento quanto para negociações comerciais intermediárias.
No entanto, diante da repressão britânica ao tráfico transatlântico de africanos, a embarcação de bandeira brasileira foi apreendida pelo brigue britânico denominado Persian em 10 de janeiro de 1840, na região da Serra Leoa, um dos principais centros de operação britânica na África Ocidental. Naquela mesma ação, o navio britânico também capturou patacho chamado Dois de Abril, outra embarcação envolvida com rotas similares, destacando as tensões globais da época, marcadas pela pressão britânica para acabar com o comércio transatlântico de escravos e pela resistência de interesses comerciais.
A década de 1840 marcou a intensificação da repressão ao tráfico transatlântico de escravizados, impulsionada pela crescente pressão diplomática e militar britânica sobre nações que ainda mantinham tal comércio. Nesse contexto, a apreensão do Nova Inveja ocorreu em meio à ampliação das patrulhas navais britânicas ao longo da costa atlântica africana e das rotas marítimas que ligavam a África ao Brasil. A fiscalização sobre embarcações envolvidas nesse comércio tornou-se mais rigorosa após a assinatura de tratados entre o Reino Unido e o Brasil, que previam medidas para coibir o tráfico atlântico, ainda que sua aplicação enfrentasse resistência por parte de comerciantes e autoridades brasileiras.

J. F. de Castilho Barreto Noronha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Amz-Peti_L01-M06_1830-11-18 · Item documental · 18/11/1830
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Amizade (1829)

O brigue-escuna, de nacionalidade brasileira denominado Amizade pertencia a Manoel Francisco da Silva e, comandado por Manoel Joaquim dos Santos, saiu do Rio de Janeiro em 1829. Com mais de quarenta tripulantes a bordo, a embarcação tinha como destino final Moçambique, fazendo escalas em importantes portos da costa oriental africana, como Inhambane e Lourenço Marques. No entanto, após uma tempestade, a escuna não conseguiu completar sua jornada comercial. O navio foi apreendido no contexto da luta contra o comércio ilícito de escravizados, em uma ação coordenada pela Comissão Mista Brasil-Britânica. A embarcação continha mais de 300 escravizados a bordo.
A presença de Manoel Francisco da Silva como figura importante no bojo do comércio transatlântico fica evidente quando se observa que outra embarcação de sua propriedade, denominada Trajano, também buscava realizar um trajeto semelhante, partindo do Rio de Janeiro com destino à Quelimane, na mesma região contracosta africana, mais ao norte de Lourenço Marques. Tal indício sugere que o proprietário era um importante negociante nas praças de escravizados e produtos, além de ser parte de uma rede de comércio de alto volume entre o Brasil e as colônias portuguesas na África.
A relação entre o Rio de Janeiro e os portos da África Oriental no período escravista foi crucial para a dinâmica do comércio transatlântico de escravizados e reflete a complexa rede de intercâmbios que envolvia o Brasil e as colônias portuguesas na África.
Os portos da África Oriental, incluindo Moçambique, Quelimane, Inhambane e Lourenço Marques, estavam diretamente envolvidos no tráfico de escravizados, sendo escalas essenciais para os navios que viajavam entre a África e o Brasil. Entre os fins do século XVIII e a primeira metade do século XIX, a chegada de embarcações provenientes da costa moçambicana ao Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas e destino de tal embarcação, tornava-se cada vez mais regular.

Francisco Carneiro de Campos (1765 - 1842)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-Ofic_436-3-7_1829-10-24 · Item documental · 24/10/1829
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

As relações diplomáticas entre Brasil e França remetem ao período da história do Brasil colonial, quando, ainda sob o controle português, o território americano era palco de disputas entre os impérios europeus. Desde o século XVI, os franceses mantinham interesse na costa atlântica da América do Sul, com o estabelecimento da França Antártica na Baía de Guanabara entre 1555 e 1560. Apesar de serem expulsos do litoral sudeste, no século XVII, os franceses tentaram firmar uma nova colônia no Maranhão, conhecida como França Equinocial, mas também sem sucesso. Esses eventos iniciais marcaram os primeiros contatos entre os dois países e evidenciaram a rivalidade entre França e Portugal na região. Ao longo do século XVIII, as atenções francesas se voltaram mais para o Caribe, diminuindo a pressão sobre o território brasileiro. No entanto, a influência cultural francesa continuou a crescer no Brasil, especialmente através de ideias iluministas que chegavam via Portugal. Com a independência do Brasil em 1822, a França foi um dos primeiros países a reconhecer o novo Estado, estabelecendo relações diplomáticas formais em 1825. Este reconhecimento foi crucial para a legitimação internacional do Brasil como uma nação soberana e marcou o início de uma nova era de cooperação entre os dois países. No início do século XIX, as principais cidades onde ocorriam atividades diplomáticas e comerciais eram Paris e o Rio de Janeiro, que era a capital do Brasil. Além do Rio de Janeiro, cidades como Salvador e Recife também desempenhavam papéis importantes devido ao seu dinamismo econômico e portuário. Na França, além de Paris, cidades como Havre, Lyon, Bordeaux e Marselha eram centros vitais de comércio. A presença de representações diplomáticas permanentes, como embaixadas e consulados, em ambas as nações facilitou o intercâmbio comercial e cultural. Estas representações permitiram um fluxo constante de ideias, bens e pessoas, consolidando uma relação que iria se aprofundar ao longo dos séculos seguintes.

João Pedro Adolfo Balguerie.
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1827-04-02 · Item documental · 02/04/1827
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, nasceu em Mariana, Minas Gerais. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, seguiu a carreira na magistratura até alcançar o cargo de desembargador do Paço do Rio de Janeiro. Foi nomeado governador da Guiana Francesa, onde atuou de 1809 a 1819. Em 1821, acompanhou o rei D. João VI em seu retorno a Portugal. Como membro do conselho do Imperador D. Pedro I, exerceu a função de conselheiro de Estado. Foi eleito deputado por sua província natal e senador pela província da Paraíba. João também ocupou os cargos de ministro dos Negócios do Império (1823-1824) e de ministro dos Negócios Estrangeiros (1827). Ele foi um dos redatores da Constituição do Império de 1824.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1827-02-30 · Item documental · 30/02/1827
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1827-01-04 · Item documental · 04/01/1827
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1827 · Item documental · 1827
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, nasceu em Mariana, Minas Gerais. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, seguiu a carreira na magistratura até alcançar o cargo de desembargador do Paço do Rio de Janeiro. Foi nomeado governador da Guiana Francesa, onde atuou de 1809 a 1819. Em 1821, acompanhou o rei D. João VI em seu retorno a Portugal. Como membro do conselho do Imperador D. Pedro I, exerceu a função de conselheiro de Estado. Foi eleito deputado por sua província natal e senador pela província da Paraíba. João também ocupou os cargos de ministro dos Negócios do Império (1823-1824) e de ministro dos Negócios Estrangeiros (1827). Ele foi um dos redatores da Constituição do Império de 1824.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-12-04 · Item documental · 04/12/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-11-04 · Item documental · 04/11/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-10-04 · Item documental · 04/10/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-10-02 · Item documental · 02/10/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-09-20 · Item documental · 20/09/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-08-31 · Item documental · 31/08/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-08-09_05 · Item documental · 09/08/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-08-09_03 · Item documental · 09/08/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-08-09_02 · Item documental · 09/08/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-08-09_01 · Item documental · 09/08/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1826-07-15 · Item documental · 15/07/1826
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe de Cima (1825), Marquês de Inhambupe de Cima (1826), formado em direito e doutorado em filosofia e matemática pela Universidade de Coimbra. Exerceu sucessivamente os cargos de Juiz de Fora, ouvidor de Comarca, desembargador da Relação da Bahia, desembargador da Relação do Porto e desembargador da Casa de Suplicação de Lisboa; deputado da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e navegação; fiscal das Mercês; intendente Geral de Polícia. Em 1826, aceitou a pasta dos Negócios Estrangeiros e por 24 horas respondeu também pela Fazenda. Assinou como ministro dos Negócios Estrangeiros, o Tratado de novembro de 1826, ajustado com o governo inglês, para a extinção do comércio de escravos. Chamado em 1831 pelo Imperador para organizar o Ministério dos Medalhões, coube-lhe a pasta do Império. Com a abdicação, foi exonerado, conservando-se Pereira da Cunha no cargo até a transmissão ao sucessor. Era presidente do Senado por ocasião do seu falecimento.

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1825-09-14 · Item documental · 14/09/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira. Nasceu em Salvador, e se formou em Coimbra. Antes da Independência ocupou várias funções jurídicas. Foi juiz de fora da Ponte de Lima em Portugal e desembargador da relação do Rio de Janeiro. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808. Disputou a constituinte em 1823 e fez parte do segundo Conselho de Estado, ocupando a pasta do Ministério dos Estrangeiros entre 1823 e 1825. Recebeu o título de Visconde da Cachoeira e foi um dos principais responsáveis pelos processos de reconhecimento da Independência do Brasil por nações estrangeiras como Estados Unidos da América e Portugal. Melo adotou como estratégia diplomática a união das antigas colônias americanas contra os interesses das antigas metrópoles. O reconhecimento de independência pelos Estados Unidos da América foi selado em 31/05/1824. Ainda durante a sua administração Portugal afirmou o termo de reconhecimento da Independência do Brasil em 29/08/1825. O Visconde de Cachoeira foi também responsável por elaborar o estatuto para o curso jurídico na corte e por redigir o projeto da Constituição Brasileira depois de D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823. Em 1826, foi nomeado senador pela província da Bahia, pouco antes de falecer.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1825-07-24 · Item documental · 24/07/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José Saturnino da Costa Pereira (1771-1852), bacharel em matemática pela Universidade de Coimbra, oficial do corpo de engenheiros e professor da Academia Real Militar do Rio de Janeiro. Irmão do jornalista Hipólito José da Costa Pereira, nasceu na antiga colônia do Santíssimo Sacramento, que se tornou a República do Uruguai. Nomeado à presidência da Província de Mato Grosso em 1823 por D. Pedro I, permanecendo no cargo até 1828; se tornou Senador pela mesma Província a partir de 1827. Ocupou a pasta do Ministério da Guerra no Gabinete de 1837, durante o Período Regencial. Foi autor de diversas publicações em variados campos da ciência, e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira. Nasceu em Salvador, e se formou em Coimbra. Antes da Independência ocupou várias funções jurídicas. Foi juiz de fora da Ponte de Lima em Portugal e desembargador da relação do Rio de Janeiro. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808. Disputou a constituinte em 1823 e fez parte do segundo Conselho de Estado, ocupando a pasta do Ministério dos Estrangeiros entre 1823 e 1825. Recebeu o título de Visconde da Cachoeira e foi um dos principais responsáveis pelos processos de reconhecimento da Independência do Brasil por nações estrangeiras como Estados Unidos da América e Portugal. Melo adotou como estratégia diplomática a união das antigas colônias americanas contra os interesses das antigas metrópoles. O reconhecimento de independência pelos Estados Unidos da América foi selado em 31/05/1824. Ainda durante a sua administração Portugal afirmou o termo de reconhecimento da Independência do Brasil em 29/08/1825. O Visconde de Cachoeira foi também responsável por elaborar o estatuto para o curso jurídico na corte e por redigir o projeto da Constituição Brasileira depois de D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823. Em 1826, foi nomeado senador pela província da Bahia, pouco antes de falecer.

José Saturnino da Costa Ferreira (1771 – 1852)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1825-04-15 · Item documental · 15/04/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1824-03-15 · Item documental · 15/03/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Xavier Aguilera (1782-1828), nascido em Santa Cruz de la Sierra na Bolívia, atuou como militar no contexto de Independência dos países da América do Sul. Participou de várias guerras na região da então América Espanhola e exerceu o cargo de governador de Santa Cruz em 1816. Com grande êxito em suas conquistas, foi nomeado Brigadeiro General, e seu título completo era “Chefe político, intendente e comandante geral da Província de Santa Cruz e de Mojos y Chiquitos”.

Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira. Nasceu em Salvador, e se formou em Coimbra. Antes da Independência ocupou várias funções jurídicas. Foi juiz de fora da Ponte de Lima em Portugal e desembargador da relação do Rio de Janeiro. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808. Disputou a constituinte em 1823 e fez parte do segundo Conselho de Estado, ocupando a pasta do Ministério dos Estrangeiros entre 1823 e 1825. Recebeu o título de Visconde da Cachoeira e foi um dos principais responsáveis pelos processos de reconhecimento da Independência do Brasil por nações estrangeiras como Estados Unidos da América e Portugal. Melo adotou como estratégia diplomática a união das antigas colônias americanas contra os interesses das antigas metrópoles. O reconhecimento de independência pelos Estados Unidos da América foi selado em 31/05/1824. Ainda durante a sua administração Portugal afirmou o termo de reconhecimento da Independência do Brasil em 29/08/1825. O Visconde de Cachoeira foi também responsável por elaborar o estatuto para o curso jurídico na corte e por redigir o projeto da Constituição Brasileira depois de D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823. Em 1826, foi nomeado senador pela província da Bahia, pouco antes de falecer.

José da Silva Gama e Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1824-03-10_02 · Item documental · 10/03/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira. Nasceu em Salvador, e se formou em Coimbra. Antes da Independência ocupou várias funções jurídicas. Foi juiz de fora da Ponte de Lima em Portugal e desembargador da relação do Rio de Janeiro. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808. Disputou a constituinte em 1823 e fez parte do segundo Conselho de Estado, ocupando a pasta do Ministério dos Estrangeiros entre 1823 e 1825. Recebeu o título de Visconde da Cachoeira e foi um dos principais responsáveis pelos processos de reconhecimento da Independência do Brasil por nações estrangeiras como Estados Unidos da América e Portugal. Melo adotou como estratégia diplomática a união das antigas colônias americanas contra os interesses das antigas metrópoles. O reconhecimento de independência pelos Estados Unidos da América foi selado em 31/05/1824. Ainda durante a sua administração Portugal afirmou o termo de reconhecimento da Independência do Brasil em 29/08/1825. O Visconde de Cachoeira foi também responsável por elaborar o estatuto para o curso jurídico na corte e por redigir o projeto da Constituição Brasileira depois de D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823. Em 1826, foi nomeado senador pela província da Bahia, pouco antes de falecer.

José da Silva Gama e Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1824-03-10_01 · Item documental · 10/03/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Luiz José de Carvalho e Mello (1764-1826), Visconde de Cachoeira. Nasceu em Salvador, e se formou em Coimbra. Antes da Independência ocupou várias funções jurídicas. Foi juiz de fora da Ponte de Lima em Portugal e desembargador da relação do Rio de Janeiro. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808. Disputou a constituinte em 1823 e fez parte do segundo Conselho de Estado, ocupando a pasta do Ministério dos Estrangeiros entre 1823 e 1825. Recebeu o título de Visconde da Cachoeira e foi um dos principais responsáveis pelos processos de reconhecimento da Independência do Brasil por nações estrangeiras como Estados Unidos da América e Portugal. Melo adotou como estratégia diplomática a união das antigas colônias americanas contra os interesses das antigas metrópoles. O reconhecimento de independência pelos Estados Unidos da América foi selado em 31/05/1824. Ainda durante a sua administração Portugal afirmou o termo de reconhecimento da Independência do Brasil em 29/08/1825. O Visconde de Cachoeira foi também responsável por elaborar o estatuto para o curso jurídico na corte e por redigir o projeto da Constituição Brasileira depois de D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823. Em 1826, foi nomeado senador pela província da Bahia, pouco antes de falecer.

José da Silva Gama e Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-Ofic_308-2-8_1824-02-04 · Item documental · 04/02/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José Joaquim Carneiro de Campos (1768-1836), primeiro Visconde com grandeza (1825) e Marquês de Caravelas (1826), nasceu na Bahia e faleceu no Rio de Janeiro. Político, diplomado em teologia e direito pela Universidade de Coimbra, permaneceu alguns anos em Portugal, voltando em 1807. Foi nomeado oficial-maior da Secretaria do Reino e sucedeu a José Bonifácio na pasta do Império e Estrangeiros (1823). Atuou como um dos redatores da Constituição Imperial. Exerceu o cargo de senador da Bahia (1826), ministro da Justiça, do Império e de Estrangeiros. Foi também membro da regência provisória que governou o país, de 7 de abril a 17 de junho de 1831.

José da Silva Gama e Cunha
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1829-03-28 · Item documental · 28/03/1829
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

José Maria de Velasco (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1825-03-06 · Item documental · 06/03/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Pedro Jose Maria Antelo Chavez (1796-1869)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1825-03-04 · Item documental · 04/03/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1825-03-01 · Item documental · 31/03/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1825-02-15 · Item documental · 15/02/1825
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

José Menacho
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1824-12-11 · Item documental · 11/12/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1824-03-28 · Item documental · 28/03/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Manoel Velloso Rebello e Vasconcellos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Mag-NDip_308-2-8_1824 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

A diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil (1821-1831) desempenhou um papel crucial na consolidação da independência do país e na definição das relações internacionais. Este período foi marcado por intensas negociações com potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra e Portugal, que influenciaram significativamente a trajetória política e econômica da nação recém-independente. Portugal desempenhou um papel central nas relações diplomáticas do Brasil, estabelecendo acordos desiguais que agravam a dependência econômica brasileira em relação à Inglaterra. Os “Tratados Desiguais" de 1810, notadamente o Tratado de Comércio e Navegação, demonstraram a submissão do Brasil aos interesses britânicos, impondo tarifas favoráveis aos produtos ingleses e concedendo privilégios jurídicos especiais aos súditos britânicos. O reconhecimento da independência do Brasil pela comunidade internacional foi um processo complexo, marcado por disputas políticas e interesses divergentes. Enquanto Portugal buscava preservar seus interesses coloniais e manter sua influência sobre o Brasil, os líderes brasileiros, liderados por figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, buscavam estabelecer relações equilibradas e independentes com as potências estrangeiras. A queda de José Bonifácio e a ascensão de Dom Pedro I ao poder marcaram uma mudança na condução da diplomacia brasileira. Sob o comando de Dom Pedro I, o Brasil buscou afirmar sua soberania e buscar o reconhecimento internacional como uma nação independente e soberana. As negociações para o reconhecimento internacional do Brasil enfrentaram várias dificuldades, incluindo questões relacionadas à sucessão do trono português, o pagamento de dívidas contraídas por Portugal durante o processo de independência brasileira e questões de orgulho e vaidade pessoal por parte das autoridades portuguesas. O resultado dessas negociações foi o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o Brasil e as potências estrangeiras, incluindo o reconhecimento oficial da independência brasileira por Portugal em 1829. No entanto, esses acordos muitas vezes impuseram custos significativos ao Brasil, como a abolição da escravidão, refletindo os desafios enfrentados pela diplomacia brasileira em seus primeiros anos de existência. Em resumo, a diplomacia no Primeiro Reinado do Brasil foi caracterizada por uma luta constante para afirmar a independência e soberania do país em meio a uma complexa teia de interesses políticos e econômicos internacionais. Sucessos e dificuldades nesse período moldaram as relações exteriores do Brasil e influenciaram sua posição no cenário internacional em desenvolvimento.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComRepEx--NDip_287-3-8_1831-03-24 · Item documental · 24/03/1831
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

E. M. A. Martini
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComRepEx--NDip_287-3-8_1831-02-11 · Item documental · 11/02/1831
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Francisco Carneiro de Campos (1765-1842). Político, ministro e secretário dos Negócios Estrangeiros. Eleito deputado à Constituinte em 1823. Senador pela Bahia no período de 1826-1842 e um dos redatores do projeto da Constituição do Brasil em 1823. Em 1830, ocupou por duas vezes a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nos anos que se seguiram, já no governo provisório pós-1831, foi lembrado por emitir uma nota ao corpo diplomático alocado no Rio de Janeiro, em defesa dos estrangeiros que residiam na cidade.

E. M. A. Martini
RIO-BHI-GER-ILU-Wap-Livr_528,5,22_1850_02 · Item documental · 1850
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maximilian Alexander Philipp, Príncipe de Wied-Neuwied (1782–1867), foi um explorador, etnólogo e naturalista alemão, notável por suas expedições científicas ao Brasil e aos Estados Unidos no século XIX. Entre 1815 e 1817, Maximilian liderou uma expedição ao sudeste do Brasil, explorando as regiões dos atuais estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Durante essa jornada, ele coletou espécimes de flora e fauna e documentou as culturas indígenas locais. Seus registros detalhados resultaram na publicação de "Reise nach Brasilien" (Viagem ao Brasil) em 1820, que ofereceu ao público europeu uma visão aprofundada do Brasil. As contribuições de Maximilian para a etnologia e história natural são vastas. Ele coletou inúmeros espécimes de flora e fauna, além de artefatos etnográficos, muitos dos quais estão preservados em coleções de museus. Várias espécies foram nomeadas em sua homenagem, incluindo o gênero de orquídeas Neuwiedia.
Maximilian Alexander Philipp zu Wied-Neuwied faleceu em 1867, deixando um legado duradouro no campo das ciências naturais e humanas.

Maximilian Alexander Philipp zu Wied-Neuwied (1782 – 1867)
RIO-BHI-GER-ILU-Spx-Livr_528,05,014_1824_14 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868) , boticário e médico alemão, nasceu em Erlangen, Baviera, filho do boticário Ernst Wilhelm Martius. Estudou na Universidade Fredericus Alexander, onde se dedicou ao estudo da botânica. A convite do rei da Baviera, Maximiliano I, acompanhou a comitiva que viajou com a futura imperatriz Maria Leopoldina para o Brasil, onde investigou parte da flora do Brasil, junto de Johann Baptist von Spix e do artista Thomas Ender, numa viagem por algumas províncias do Brasil. Com o material coletado escreveu o livro "Reise in Brasilien", publicado em três volumes, junto de Johann von Spix (1781 - 1826). Foi sócio honorário do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. Faleceu em 15 de dezembro de 1868, acometido pela pneumonia, em Munique, Reino da Baviera.

Johann Baptist von Spix (1781 - 1826) , médico alemão nascido no Reino da Baviera. Foi aluno da Escola Episcopal de Bamberg e, aos 11 anos, transferido para a Escola Episcopal da cidade. Filósofo da natureza e doutor em filosofia, formou-se também em medicina e foi contratado para trabalhar no Museu de Zoologia, em Munique, pela Real Academia de Ciências. Esteve na equipe da expedição ao Brasil, junto com Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868), que acompanhou a futura imperatriz Maria Leopoldina (1797 - 1826). Dessa expedição, foi autor de três volumes sobre a fauna e a flora brasileira do livro "Reise in Brasilien", do qual o último volume foi publicado cinco anos após sua morte. Além da flora e da fauna, Spix também fez registro sobre as várias etnias indígenas brasileiras e seus modos de vida. Faleceu em 1826, aos 45 anos de idade.

Martius, Karl Friedrich Philipp von, 1794-1868
RIO-BHI-GER-ILU-Spx-Livr_528,05,014_1824_13 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868) , boticário e médico alemão, nasceu em Erlangen, Baviera, filho do boticário Ernst Wilhelm Martius. Estudou na Universidade Fredericus Alexander, onde se dedicou ao estudo da botânica. A convite do rei da Baviera, Maximiliano I, acompanhou a comitiva que viajou com a futura imperatriz Maria Leopoldina para o Brasil, onde investigou parte da flora do Brasil, junto de Johann Baptist von Spix e do artista Thomas Ender, numa viagem por algumas províncias do Brasil. Com o material coletado escreveu o livro "Reise in Brasilien", publicado em três volumes, junto de Johann von Spix (1781 - 1826). Foi sócio honorário do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. Faleceu em 15 de dezembro de 1868, acometido pela pneumonia, em Munique, Reino da Baviera.

Johann Baptist von Spix (1781 - 1826) , médico alemão nascido no Reino da Baviera. Foi aluno da Escola Episcopal de Bamberg e, aos 11 anos, transferido para a Escola Episcopal da cidade. Filósofo da natureza e doutor em filosofia, formou-se também em medicina e foi contratado para trabalhar no Museu de Zoologia, em Munique, pela Real Academia de Ciências. Esteve na equipe da expedição ao Brasil, junto com Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868), que acompanhou a futura imperatriz Maria Leopoldina (1797 - 1826). Dessa expedição, foi autor de três volumes sobre a fauna e a flora brasileira do livro "Reise in Brasilien", do qual o último volume foi publicado cinco anos após sua morte. Além da flora e da fauna, Spix também fez registro sobre as várias etnias indígenas brasileiras e seus modos de vida. Faleceu em 1826, aos 45 anos de idade.

Martius, Karl Friedrich Philipp von, 1794-1868
RIO-BHI-GER-ILU-Spx-Livr_528,05,014_1824_11 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868) , boticário e médico alemão, nasceu em Erlangen, Baviera, filho do boticário Ernst Wilhelm Martius. Estudou na Universidade Fredericus Alexander, onde se dedicou ao estudo da botânica. A convite do rei da Baviera, Maximiliano I, acompanhou a comitiva que viajou com a futura imperatriz Maria Leopoldina para o Brasil, onde investigou parte da flora do Brasil, junto de Johann Baptist von Spix e do artista Thomas Ender, numa viagem por algumas províncias do Brasil. Com o material coletado escreveu o livro "Reise in Brasilien", publicado em três volumes, junto de Johann von Spix (1781 - 1826). Foi sócio honorário do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. Faleceu em 15 de dezembro de 1868, acometido pela pneumonia, em Munique, Reino da Baviera.

Johann Baptist von Spix (1781 - 1826) , médico alemão nascido no Reino da Baviera. Foi aluno da Escola Episcopal de Bamberg e, aos 11 anos, transferido para a Escola Episcopal da cidade. Filósofo da natureza e doutor em filosofia, formou-se também em medicina e foi contratado para trabalhar no Museu de Zoologia, em Munique, pela Real Academia de Ciências. Esteve na equipe da expedição ao Brasil, junto com Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 - 1868), que acompanhou a futura imperatriz Maria Leopoldina (1797 - 1826). Dessa expedição, foi autor de três volumes sobre a fauna e a flora brasileira do livro "Reise in Brasilien", do qual o último volume foi publicado cinco anos após sua morte. Além da flora e da fauna, Spix também fez registro sobre as várias etnias indígenas brasileiras e seus modos de vida. Faleceu em 1826, aos 45 anos de idade.

Martius, Karl Friedrich Philipp von, 1794-1868
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_31 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_30 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_29 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_22 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_17 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_12 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_11 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_10 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_06 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_05 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)
RIO-BHI-GER-ILU-GRA-Livr_526,1,8_1824_04 · Item documental · 1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Maria Dundas Graham (1785-1842). Escritora, botânica, pintora e viajante britânica. Filha do almirante britânico George Dundas, em 1808 acompanhou o seu pai em sua primeira viagem à Índia a serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais. No ano seguinte, casou-se com o capitão da Marinha Real inglesa, Thomas Graham, e juntos fizeram uma nova viagem à Índia, retornando à Inglaterra somente em 1811. Em 1821, a bordo da fragata Doris, comandada pelo seu esposo, veio para a América do Sul, visitando Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro. Enquanto a fragata esteve no porto de Recife, foi hóspede do governador Luiz do Rego Barreto (1777-1840) e testemunhou as primeiras lutas constitucionais e os movimentos políticos insurgentes daquela província. Depois de passar pela Bahia, a autora chegou ao Rio de Janeiro em dezembro de 1821, onde permaneceu até março de 1822, quando a fragata zarpou rumo ao Chile. Em abril do mesmo ano, o seu esposo faleceu, levando Maria a se recolher em Valparaíso, no Chile. Retornou a cidade do Rio de Janeiro em março de 1823 e viveu ali até outubro, nesse período passou a frequentar a corte, onde estabeleceu uma forte amizade com a imperatriz Leopoldina (1797-1826), que duraria até a morte precoce da última. Passou a oferecer os seus serviços como preceptora da princesa D. Maria da Glória (1819-1853), que viria a se tornar Rainha do Reino de Portugal. Antes de assumir a função, partiu para a Inglaterra em busca de material didático, retornando ao Brasil em setembro de 1824, com paradas em Pernambuco e na Bahia, onde enfrentou o bloqueio do porto devido à Confederação do Equador e recebeu a missão de ocupar o cargo de mediadora das negociações entre o governo D. Pedro I (1798-1834) e as lideranças da Confederação do Equador. Assumiu o cargo de preceptora na casa imperial entre 5 de setembro e 10 de outubro de 1824, após o fim dessa breve ligação, optou por não retornar imediatamente à Inglaterra, permanecendo no Rio de Janeiro até setembro de 1825, onde se dedicou à escrita, pintura e herborização. Em setembro de 1825, deixou o Brasil e após retornar à Inglaterra, casou-se novamente em 1827 com o pintor britânico Augustus Wall Callcott. Faleceu em 28 de novembro de 1842, aos 57 anos, de causas desconhecidas. Durante as suas viagens pelo Brasil publicou uma série de livros, com gravuras e pinturas, retratando tanto a composição social do país – o cotidiano das cidades e forte presença de escravizados no meio urbano – quanto os aspectos biológicos relativos à fauna brasileira.

O livro “Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estadia nesse país: durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823”, foi originalmente publicado no ano de 1824 por uma editora britânica, localizada na cidade de Londres. A obra, que de acordo com a autora não havia a pretensão de ser publicada, é uma descrição baseada nas percepções pessoais de Maria Graham acerca de movimentos, situações e cenários que compunham a paisagem natural e o cenário sociopolítico e cultural do Império do Brasil durante a primeira metade do século XIX. Considerado como um dos relatos de viajantes mais detalhados acerca do território brasileiro, o livro encontra-se inserido em um momento de remodelação política mundial, nos apresentando uma narrativa responsável pela circulação da cultura material de um país, bem como o interesse econômico do Império britânico pela natureza presente nos territórios dos trópicos.

Maria Graham (1785-1842)