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Série Ita - Itália
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Legações do Império do Brasil
Comunicações com governos estrangeiros.
Itália
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Circular enviada em 2 de janeiro de 1828, informando que se evite no Império um indivíduo chamado José Santianno de Fossano da região de Piomonte (Itália) e que seja averiguado na Província a respeito do indivíduo.
Circular enviada em 8 de janeiro de 1828, informando que se evite no Império um indivíduo chamado José Santianno de Fossano da região de Piomonte (Itália) e que seja averiguado na província a respeito do dito indivíduo.
Ofício de Antônio Moro informando que recebeu o despacho do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), onde oferece suas observações referente aos despachos anteriores.
Despacho de Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), informando que não são satisfatórias as notícias dos agentes da negociação em Londres, além disso, aborda a sua chegada a Roma no dia 05 de janeiro e também relata comunicação estabelecida ao Cadeal secretário de estado, dentre outros assuntos pertinentes.
Carta enviada em 15 de junho de 1825 por Antônio Moro a Vicente Antônio da Costa (s.d), trazendo notícias sobre o Brasil, informando que o partido dos periquitos fizera insultos ao governador.
Carta nº 1 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826), detalhando sobre sua ida a Genova e a Roma, seu encontro com o Marquês Curti-Lepri, Monsenhor da capela Imperial do Rio de Janeiro e a entrega da carta do Monsenhor Vidigal ao Cardeal secretário de estado, datado em 16 de janeiro de 1825 em Roma.
Carta nº 2 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826), abordando que informou para Antonio Moro em Genova sobre a remessa e ajustamento de 300 marinheiros italianos para a Marinha Imperial, além disso, relata que deixou o Monsenhor Vidigal em Paris e quem em seguida partiu para Genova.
Cópia das Cartas nº 1, 2 e 3 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a primeira com destino a Felisberto Caldeira Brants Pontes e Manoel Rodrigues Gameiro Pessoa, informando sobre o desejo do comerciante Antônio Moro em se prestar a causa do Brasil. Também convida-os para engajar e promover a remessa de um número de marinheiros italianos que voluntariamente queiram se alistar a Armada Imperial, datada em 18 de novembro de 1824 em Londres; a segunda carta aborda que não houve recebimento ou comunicação alguma por parte do governo sobre a comissão citada no oficio de 18 de novembro, carta datada em 23 de novembro de 1824; a terceira carta discorre sobre o convite oeferecido ao Imperador para a ajustar e promover a remessa de 300 marinheiros genoveses para a marinha Imperial. Datado em 25 de dezembro de 1824 em Genova.
Carta de Antônio Moro a Vicente Antônio da Costa (s.d), informando sua satisfação em servir ao Monsenhor, relata também o empenho em aplicar o que foi recomendado noutro ofício anterior, referente aos marujos e tripulação dos navios embargados, datado em 08 de janeiro de 1824.
Carta de Antônio Moro a Vicente Antônio da Costa (s.d), informado sobre notícias que Monsenhor Franzoni, Núncio Apostólico em Lisboa, escreveu uma peça de distinção em Genova, datado em 10 de janeiro de 1821 em Roma.
Ofício de Antônio Moro a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando que está fretando uma embarcação com capacidade para 120 marinheiros e que Vicente Antônio da Costa se ofereceu para fornecer todos os meios para esta expedição, datado em 26 de janeiro de 1823 em Genova.
Ofício nº5 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando sobre sua chegada em Genova para um encontro com Antõnio Moro, que possuía o desejo de permanecer com sua embarcação por 6 meses e assim seguir viagem para Gibraltar no intuito de engajar os marinheiros para a condução deste meio de transporte. Ele também relata que informa que em Lisboa é esperado a chegada de Sir Carlos Stuart para proceder no que diz respeito reconhecimento da Independência do Brasil, datado em 27 de fevereiro de 1825 em Roma.
Oficio nº 2 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) em resposta ao oficio de 14 de dezembro, congratulando a D. Pedro I e solicitando que o Imperador não se esqueça de habilitá-lo competentemente para representar o Império do Brasil com decência, datado em 08 de fevereiro de 1825 em Roma.
Ofício nº 3 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) congratulando o Imperador D. Pedro I pelo reconhecimento da Independência do Brasil pela Majestade britânica e a satisfação do Cardeal secretário de estado pela notícia, datado em 07 de fevereiro de 1825 em Roma.
Oficio nº 4 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando que foi avisado por Antônio Moro, que em Genova se propunha o afastamento de um brigue no qual se poderia exportar 120 marinheiros relatando sobre a questão da probição da saída dos mesmos, datado em 08 de fevereiro de 1825 em Roma.
Cópia de oficio de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Antônio Moro, solicitando ao Cardeal Secretário de Estado, passaportes para encontro entre ambos e se diz lisonjeado pelo interesse em seu negócio, mas informa que jamais consentiu em assinar o contrato de afretamento do brigue sem que todos os 120 marinheiros estejam engajados, datado em 04 de fevereiro de 1825.
Ofício do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando que a noticia do reconhecimento da Majestade britânica da Independência do Brasil, não surgiu nenhum efeito benéfico na Santa sé, sugere também que Sua Santidade tem medo de se comprometer com Portugal, datado em 08 de abril de 1825 em Roma.
Ofício de Antônio Moro, negociante e proprietário estabelecido na Praça de Genova, informa que em Genova não possui um cônsul que represente a nação brasileira para socorrer os marinheiros nacionais que muitas vezes se acham desembarcados e privados de meios para regressar e pede ao Imperador que lhe faça a graça de nomeá-lo cônsul geral do Brasil na praça de Genova.
Relação de importação, exportação, consumo e depósito dos efeitos coloniais no porto de Genova em todo o ano de 1824 encaminhado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), datado em 1824.
Oficio nº 8 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando o envio de uma cópia sobre as despesas da fabricação de uma corveta à vela, e das suas observações sobre as despesas que se fariam em cada mês com os soldados e a alimentação da tripulação que ele conduzia para a América, datado em 28 de abril de 1825 em Roma.
Oficio nº 4 do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), em resposta ao despacho nº 1 datado em 30 de janeiro, informa que o Santo Padre não reconhece a Sua Majestade, o Imperador como Soberano do Brasil, ao mesmo tempo deseja em tudo prestar-se como cabeça da Igreja Católica Apostólica Romana, ele afirma que este não reconhecimento é devido a Domingos António de Sousa Coutinho (1760-1833), o Conde de Funchal, que não cessa de instar e até mesmo ameaçar ao Ministério Pontifício, datado em 08 de maio de 1825 em Roma.
Oficio nº 9 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), congratulando a D. Pedro I o reconhecimento da Independência pela Coroa Portuguesa, informa que esta noticia chegou a Roma no dia 02 de junho e foi congratulado pelo cônsul português Camillo Luiz de Rossi, no dia 03 o embaixador da França mandou cumprimentos, no dia 07 Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) recebeu um oficio do nosso ministro em Londres informando que chegou a noticia do reconhecimento tão desejado, datado em 12 de junho de 1825 em Roma.
Oficio nº 5 do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), informando que o Cardeal secretário de estado recusou receber o oficio de Vossa Excelência, por interferência de Domingos António de Sousa Coutinho (1760-1833), Conde de Funchal e ministro de Portugal, datado em 13 de junho de 1825.
Anexo do Oficio nº 10 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), contendo as novidades mais notáveis de Roma.
Anexo do Oficio nº 10 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), contendo a cópia do indulto do Papa Pio VI de 23 de maio de 1798 para a redução dos dias santos.
Anexo do Oficio nº 10 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), contendo a tradução do indulto do Papa Pio VI de 23 de maio de 1798 para a redução dos dias santos.
Oficio nº 6 do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), em 04 de julho de 1825, acusando o recebimento e resposta de ofícios e despachos anteriores. No documento, Vidigal também solicita o envio de Breves ao diocesano do Rio de Janeiro.
Oficio nº 10 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), em aditamento ao oficio nº 09, informa que com o devido consentimento do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), ao Cardeal secretário de estado para procurar adiantar os negócios do Brasil fingindo ter recebido novas recomendações de Vossa Excelência, relata que o Cardeal repetiu o mesmo que já havia dito anteriormente e não poderia reconhecer por hora o caráter do Monsenhor Vidigal como enviado de Sua Majestade Imperial sem ter certeza que este reconhecimento fora publicado no Brasil, datado em 26 de junho de 1825 em Roma
Cópia do oficio de 8 de maio de 1825, assinado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), Felisberto Caldeira Brant Pontes e Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), remetido a Vicente Antônio da Costa, comunicando que, por ordem do Imperador, foi solicitado que expedisse a propaganda referente aos seis missionários que devem ir ao Brasil para serem empregados como as circunstâncias exigirem.
Oficio nº 7 de Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), dirigido ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), em 19 de julho de 1825, comunicando sobre a nomeação do comendador Luiz de Souza Dias para exercer a função de encarregado de negócios na corte de São Petersburgo. Luis José de Carvalho e Melo também solicita ao referido Monsenhor que preste todo o auxílio ao dito comendador, a fim de que o mesmo possa chegar ao seu lugar de destino.
Oficio nº 8, de 20 de julho de 1825, do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), em resposta aos ofícios recebidos, informa que tanto os missionários solicitados pelo prefeito do hospício da Bahia, quanto os solicitados pelo Imperador, serão encaminhados em momento oportuno.
Edição de Notizie Del Giorno nº 28, de 14 de julho de 1825, que traz um artigo sobre o Rio de Janeiro com autoria de Estevão Ribeiro de Resende (1777-1856).
Oficio nº 11 de 18 de julho de 1825, de Vicente Antônio da Costa (s.d.) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), informando que recebeu o aviso de Antônio Moro de Genova, referente à embarcação que se dirigia ao Rio de Janeiro. A dita embarcação, devido contratempos, replanejou sua ida ao Rio de Janeiro para o fim do mês corrente. Vicente também comenta sobre o oficio nº 10, a respeito de um assunto relacionado ao Frei José Maria de Macerata (1779-1846), e conclui comunicando o envio da edição nº 28 da Notizie Del Giorno, contendo um artigo sobre o Rio de Janeiro com sua indicação.
Oficio nº 12 de Vicente Antônio da Costa (s.d.), remetido a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), em 6 de agosto de 1825, acusando o recebimento dos despachos de 12 de abril e 19 de maio. Vicente informa suas justificativas e pedido de perdão pelo excesso que cometeu em sua solicitação no oficio de 23 de novembro de 1824, referente ao fornecimento dos fundos necessários, por parte dos plenipotenciários, para o transporte de 300 marinheiros com o preço ajustado de 40 piastras por cada um deles. Uma parte dos referidos marinheiros estava destinada ao Rio de Janeiro.
Três cópias de artigos escritos por Vicente Antônio da Costa (s.d.): o primeiro artigo, de 20 de janeiro de 1825, remetido aos plenipotenciários em Londres, informando o envio de selos volantes para concluir os negócios sobre os marinheiros; o segundo, de 27 de fevereiro de 1825, remetido a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), comunicando que Antonio Moro projetava apressar, por conta da Imperial Fazenda, uma embarcação por tempo de seis meses com destino à Gibraltar; o terceiro, remetido a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), informando o envio da 2º via da carta recebida em Genova, a respeito de uma compensação pelas despesas ocasionas pelo transporte dos marinheiros trazidos.
Oficio nº 9 de 12 de agosto de 1825, do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), acusando o recebimento do oficio nº 6 de 12 de abril, sobre a nomeação do capitão de engenheiros Eustáquio Adolfo de Mello e Mattos (s.d), para o cargo de agente político do Império no Grão Ducado de Mecklemburgo. No mesmo ofício, Vidigal aborda uma comunicação do Imperador referente às solicitações do major Schaefer, que pedia ser revertido de algum caráter político na Baixa Saxônia e Cidades Livres Hanseáticas. O Imperador atendeu e deferiu o pedido de Schaefer.
Oficio nº 10 encaminhado a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando o recebimento do oficio sobre a participação que dirigiu a Vossa Excelência de estar a Independência do Brasil reconhecida pela Inglaterra, segundo lhe foi comunicado os plenipotenciários em Londres; também solicita a possibilidade o melhoramento em seu ordenado, considerando-o insuficiente para viver com alguma decência, datado em 12 de agosto de 1825 em Roma.
Oficio nº 11 encaminhado a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando o recebimento do oficio nº 8, no qual constava nessa secretaria de estado que o oficial havia solicitado uma abonação do Duque Forlonia para Genova, a fim de prevalecer dela para expedição de alguns marinheiros solicitados pelo negociante Antônio Moro, apesar do oficial não estar autorizado para tal decisão. Ainda relata que o oficial não excedeu os limites de sua autorização, pois estava autorizado pelos plenipotenciários de Londres para pagar metade da passagem, não possuía tempo hábil para recorrer a Londres e por isso solicitou a abonação, datado em 12 de agosto de 1825 em Roma.
Oficio nº 13 encaminhado a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando o pedido para um eclesiástico ouvir o Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), também relata que o abade Galanti, secretário da tesouraria geral, tem a habilidade de ser de ambos os partidos, a quem se deseja favorecer e que a pouco tempo era praticante de uma repartição, datado em 12 de agosto de 1825 em Roma.
Oficio nº 14 enviado ao Luiz de José Carvalho e Mello por Vicente Antônio da Costa (s.d) informando que no momento que expediu a carta de 12 de agosto, recebeu a visita do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838). Além disso, consta a informação que na carta nº 11 de 18 de julho que o Papa pretendia propor a discussão do negócio a sua congregação e que ele havia apaziguado, certo que o Cardeal era contrário a missão do Brasil, datado em 16 de agosto de 1825 em Roma.
Oficio nº 15 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) em aditamento a carta nº 14 de 16 de agosto, informa que dia 22 o Cardeal mandou avisar que naquela noite se fazia a congregação sobre os negócios do Brasil e que se esperou o senhor Vicente para instruir o resultado. Consta ainda que a decisão cabia ao Santo Padre, pois ele tinha o poder e devia prestar-se as requisições espirituais do chefe temporal da cristandade espalhada pelo Brasil, e que nesta qualidade que não devia condescender nem ingerir-se em opiniões ou matérias políticas. Também deveria ouvir o quanto antes a missão do Imperador do Brasil de que o Monsenhor Vidigal viera encarregado de expor a Santa Sé, datado em 28 de agosto de 1825 em Roma.
Oficio nº 16 datado em 10 de setembro de 1825 em Roma enviado por Vicente Antônio da Costa (s. d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) informando que o Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) leva a conhecimento a ocupação da igreja de Pernambuco. A notícia foi repassada pelo Abade Galanti ao Monsenhor.
Oficio nº 12 datado em 10 de setembro de 1825 de Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826) solicita esclarecimentos sobre um ato que se classifica com um atentado perpetrado pelo Imperador, no dia 01 de setembro, a um eclesiástico mandado do Cardeal secretário de estado. Também informa que o Imperador tinha se dado o direito de nomear o Bispo de Coxim Vigário capitular de Pernambuco a partir de uma carta recebida de Lisboa. Relata o descontentamento do Papa e sua cúria por considerar um enorme atentado contra os sagrados cânones e direitos da Santa Sé.
Oficio nº 13 de Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), no qual relata que a comunicação de um encontro que teve com um emissário do Cardeal secretário de estado pelo motivo da nomeação do Bispo de Coxim para governador do bispado de Pernambuco, informa que o Santo Padre chamou sua congregação de cardeais para propor se devia ou não atender as súplicas do Brasil, datado em 18 de outubro de 1825 em Roma.
Oficio nº 17 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), versando sobre o conhecimento que o mesmo tinha sobre as cartas recebidas dos meses de março e abril. Informa o envio da 2º via da carta mais interessante que neste período escreveu a Vossa Excelência, datado em 13 de novembro de 1825 em Roma.
Oficio nº 14 do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), confirmando o recebimento do despacho nº 09, sobre o conhecimento do Imperador em relação ao pedido e promessa dos missionários para servirem no Brasil, e informa que ao seu na realidade a promessa era reservada para outro momento, segundo a política adotada pelo Santo Padre, datado em 14 de novembro de 1825 em Roma.
Oficio nº 18 de Vicente Antônio da Costa (s.d) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), congratulando o Imperador pelo reconhecimento da Independência do Brasil, datado em 19 de novembro em 1825 em Roma.
Oficio nº 15 de Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), informando que pelo dia 17 de novembro teve notícias de Genova e França que um Bergantim chegado a Londres trouxera o Tratado concluído entre o Imperador e El Rey Fidelíssimo de Portugal, pela qual era reconhecida a Independência do Brasil, datado em 19 de novembro de 1825 em Roma.
Oficio nº 16 do Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), confirmando o recebimento do despacho nº11 que informa ter-se concluído um tratado de paz e aliança entre os ministros do Imperador pelo qual é reconhecida a plena Independência do Brasil na categoria de Império e da dignidade de Imperador na pessoa de Sua Majestade Imperial e seus descendentes, datado em 13 de dezembro de 1825 em Roma.
2ª via do oficio nº17 datado em 22 de dezembro de 1825 em Roma, em resposta ao despacho nº 11 datado em 07 de setembro solicitando uma audiência com o Cardeal secretário de estado para apresentar a sua credencial, informa que ainda não o respondeu por escrito, como a outras que lhe havia se dirigido, mas no dia 21 do setembro através de um eclesiástico, de sua confiança, mandou uma resposta.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComGovEx-Ita
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Itália
日期
1822 - 1889 (创建)
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Série
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