Zona de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 12/07/1958 (Produção)
- Argel, Argélia (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
Textual, impresso, 02 páginas.
21,6 cm x 33,0 cm
Zona do contexto
Nome do produtor
História biográfica
Entidade detentora
História do arquivo
O Arquivo Histórico do Itamaraty – AHI – foi criado oficialmente por meio do Decreto-Lei nª 4.422 de 30 de junho de 1942, durante a gestão do Embaixador Oswaldo Aranha (1894-1960) a frente do Ministério das Relações Exteriores e durante a presidência Getúlio Vargas (1882-1954). Atualmente, o AHI é parte do Museu Histórico e Diplomático – MHD (Portaria Ministerial de 18/01/2019).
As origens do acervo se encontram nos documentos relacionados a Secretaria dos Negócios Estrangeiros e da Guerra do Reino de Portugal, criada em 1788 pelo Alvará Régio de 14 de outubro. Com a transferência da Corte Portuguesa para a América foi criado ainda em 1808 a Secretaria dos Negócios Estrangeiros e da Guerra. Já em 1821, após o retorno da Corte Portuguesa para a Europa e durante o governo do príncipe Pedro de Alcântara como regente do Reino do Brasil foi criada a Secretaria dos Negócios do Reino e Estrangeiros em abril de 1821. Em 13 de novembro de 1823 a referida secretaria foi desmembrada em Secretaria dos Negócios do Império e Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Tal subdivisão se mantém até o fim do período monárquico em 1889, onde é substituída pelo Ministério das Relações Exteriores. Com a mudança da capital do Brasil para Brasília-DF em 1960, o Ministério se transfere para a nova sede. Os documentos anteriores a 1959 permanecem na antiga sede no Rio de Janeiro e os gerados após essa data estão alocados na sede do Ministério no Distrito Federal.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
O acervo que compõe o Fundo Ministério das Relações Exteriores (1889-1959), são os documentos produzidos, recebidos ou mesmo acumulados pelas embaixadas e consulados brasileiros no exterior assim como pela sede da Secretaria de Estado no Rio de Janeiro no período supracitado e objeto de recolhimento sistemático.
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
A diplomacia brasileira no século XX valeu-se de diversos produtos e manifestações culturais para promover a cultura nacional no exterior. Entre essas iniciativas, destacaram-se partidas amistosas em diferentes países, excursões de clubes brasileiros e apresentações da própria seleção nacional, que buscavam evidenciar a habilidade e a eficiência dos jogadores de futebol. Além do esporte, a diplomacia cultural também incorporou a música e as artes cênicas, por meio de shows, festivais, peças e óperas, contando com expoentes como o compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. No campo das artes visuais e da arquitetura, ressaltou-se a difusão do modernismo brasileiro, representado tanto por obras construídas em outros países quanto pela atuação de arquitetos renomados, como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Avaliação, selecção e eliminação
A documentação do Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro nunca foi objeto de Avaliação e Eliminação. Documentação de caráter permanente.
Ingressos adicionais
Sistema de arranjo
O Fundo Ministério das Relações Exteriores da República do Brasil (1889-1959), encontra-se organizado em dois grandes grupos (Atividade Meio e Atividade Fim). O primeiro está dividido em 04 séries (Organização e funcionamento, Pessoal, Contabilidade e Finanças, Material e Documentação) e a segunda em 08 séries (Embaixadas; Missões Especiais; Repartições Consulares; Atos, acordos e tratados internacionais; Organismos Internacionais; Comissões, congressos, eventos internacionais e afins; Limites e fronteiras e Relações com outros órgãos estatais, pessoas físicas e jurídicas).
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
Sem restrições de acesso.
(Necessidade de agendamento prévio)
Condiçoes de reprodução
Os documentos textuais podem ser reproduzidos por via fotográfica, com uso de máquina fotográfica, telefone celular ou tablet, sem uso de iluminação extra. Para coleta de imagens com maior resolução e com a necessidade de iluminação especial se faz necessário a assinatura de instrumentos próprios.
Idioma do material
português
Script do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Documento em suporte de papel.
Instrumentos de descrição
Inventário do Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro. Documentação entre 1889 - 1959. Disponível em https://www.funag.gov.br/chdd/images/catalogos/catalogoahi_1889_1959.pdf
Ver também Cadernos do CHDD, disponíveis em:
https://funag.gov.br/biblioteca-nova/categoria/cat/4?ord=3
Instrumento de descrição documental
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Zona das notas
Nota
Documento em bom estado de conservação
Nota
Anexo em francês.
Identificador(es) alternativo(s)
Pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Pontos de acesso - Nomes
Pontos de acesso de género
Zona do controlo da descrição
Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão, eliminação
Julho a dezembro de 2025
Línguas e escritas
Script(s)
Fontes
SANTOS, M. A. O futebol e sua utilização como instrumento de promoção e política externa no Brasil. In: Simpósio Internacional De Estudos Sobre Futebol, 2. São Paulo. Simpósio, São Paulo: LUDENS/USP, 2014. p. 1 - 12.
GUTERMAN, Marcos. O futebol explica o Brasil: uma história da maior expressão popular do país. São Paulo: Editora Contexto, 2015.
FRAGA, Carlos André Soares. Museus, pavilhões e memoriais: a arquitetura de Oscar Niemeyer para exposições. 2006. 407 f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Arquitetura, Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura, Porto Alegre, 2006.
Nota do arquivista
Equipe de estagiários do Arquivo Histórico do Itamaraty: Maria Clara de Araujo Campelo, João Victor Constantino Siqueira e Daniel Wilson da Silva Macedo.
Agradecimentos ao Centro de História e Documentação Diplomática – CHDD – da Fundação Alexandre de Gusmão – FUNAG – na pessoa do Embaixador Gelson Fonseca pela cessão das imagens
