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Série Rom - Roma
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Legações do Império do Brasil
Comunicações entre a Secretaria de Estado e as legações brasileiras no exterior.
Roma
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Cópia do despacho enviado por D. Pedro I (1798-1834), com data de 16 de maio de 1826, sobre o retorno de Vicente Antônio da Costa à Corte no Rio de Janeiro e a nomeação do padre Francisco Muniz Tavares (1793-1876) para ocupar o cargo deixado vago por ele na legação de Roma. Menciona Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe e Bento da Silva Lisboa (1793-1864), barão de Cairu
Ofício original enviado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 23 de agosto de 1824, informando que Vicente Antonio Costa, nomeado Secretário de Negócios Estrangeiros de Roma, solicitou homens de confiança para trabalhar com ele na Cúria Eclesiástica.
Despacho original enviado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 30 de janeiro de 1825, informando que recebeu o ofício enviado por ele em 11 de novembro. Além disso, Melo ressalta a rapidez e instinto do Monsenhor ao partir para Londres para entregar os despachos que lhes foram confiados. Luiz também endossa uma solicitação ao Monsenhor para o envio de seis Missionários da Propaganda para trabalhar no Paquete.
Despacho original enviado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal, em 02 de março de 1825, informando a necessidade de nomear Luiz de Souza Dias, oficial da Secretaria de Estado, como encarregado de Negócios na Corte Imperial de São Petersburgo. Destacando a relevância da presença do Imperador nesta nomeação, bem como a importância de correspondência entre ambos em assuntos referentes não só a esta Missão, mas também do estado dos negócios deles nesta Corte.
Ofício original enviado por Luiz S. P. da Fonte Melo ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 12 de abril de 1825, informando ter levado o ofício n.1, datado de 15 de janeiro de 1824, à presença do Imperador. Como também da certeza da permanência e chegada do mesmo na Capital e a conferência realizada com o Cardeal Secretário de Estado.
Ofício original encaminhado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 18 de maio de 1825, acusando recebimento do ofício n.2 enviado na data de 8 de fevereiro de 1824. Além disso, relata a não participação dos plenipotenciários de Londres no reconhecimento da Independência do Império, afirmando que tal acontecimento servirá como guia para a marcha de negócios, segundo instruções recebidas pela Secretaria de Estado. Melo ainda reitera o pedido de Vidigal de seu ordenamento, dando-lhe certeza que será atendido em tempo oportuno por parte do Imperador.
Ofício original encaminhado por Luiz S. P. da Fonte Melo ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 19 de agosto de 1825, acusando recebimento do ofício n.3 enviado por Vidigal em 08 de abril de 1825 de Roma. Melo, informa que o Imperador está ciente quanto ao conteúdo deste ofício, acrescentando somente uma questão referente a Antonio Moro que será decidida pelo mesmo e posteriormente respondida por meio de outras comunicações.
Despacho original enviado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 02 de março de 1825, informando que recebeu o ofício enviado por ele de Londres em 02 de novembro. Além disso, Melo solicita a substituição dos Missionários da Propaganda enviados para o Norte do Império, alegando insubordinação e anarquia religiosa.
Ofício original encaminhado por Luiz S. P. da Fonte Melo, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 12 de agosto de 1825. Informando acerca do Tratado de Paz e Aliança, assinados entre o Rei do Brasil e de Portugal e Algarves em 26 de agosto de 1825, reconhecendo a Independência do Brasil na categoria de Império e a dignidade Imperial na pessoa do Imperador e em seus legítimos descendentes, com total separação dos reinos de Portugal e Algarves.
Carta original enviada por José Egídio Alvares de Almeida, Visconde de Santo Amaro (1767-1831), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), informando acerca do nascimento do Príncipe, as expectativas e o significado deste fato para a sociedade da época.
Aviso original enviado por José Egídio Alvares de Almeida, Visconde de Santo Amaro (1767-1831), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), informando que os Ministros e Secretários de Estado do Imperador passem a se corresponderem e se comunicarem diretamente com as diversas legações do Império nas Cortes Estrangeiras nas questões relacionadas aos respectivos ministérios.
Carta original enviada por José Egídio Alvares de Almeida, Visconde de Santo Amaro (1767-1831), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), informando o envio de dois exemplares do Manifesto da declaração de guerra por parte do Imperador. Ele também destaca a importância e o zelo de Vidigal em fazer com que este fato seja conhecido por parte do governo provincial.
Ofício original enviado por José Egídio Alvares de Almeida, Visconde de Santo Amaro (1767-1831), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), relatando o ofício n.13 enviado pelo Imperador em 18 de outubro de 1825, que comunica a chamada feita pelo Santo Padre da Congregação de Cardeais para propor se eles atendiam ou não as súplicas do Brasil. Para que esta decisão fosse tomada, o Padre preferia aguardar os resultados da missão de Sir Charles Stuart para a Corte. Amaro, ainda pontua a resposta referente à ratificação do Tratado do Reconhecimento da Independência do Império, datado de 15 de novembro de 1825.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha, Visconde de Inhambupe (1760-1837), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), acusando o recebimento dos ofícios em 12 e 19 de novembro de 1825, destacando que o Imperador foi informado sobre os conteúdos abordados nestes documentos. Além disso, Inhambupe enfatiza que Vidigal se empenhe em praticar as orientações prestadas pelo Imperador no intuito de obter uma decisão da Santa Sé sobre os negócios que estão a seu encargo. Aborda também, a falta de bispos e outras privações enfrentadas pelo Império. O Visconde, também sinaliza o recebimento das Ratificações do Tratado com a Corte de Lisboa, como também cita o recebimento das cartas enviadas por Vicente Antônio da Costa ao Ministério.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha, Visconde de Inhambupe (1760-1837), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), solicitando a impetração ao Santo Padre das festividades oficiais tornando D. Pedro de Alcântara como padroeiro do Império.
Carta original enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 14 de março de 1826, acusando recebimento dos ofícios n. 17 e 18, datados de 13 e 22 de dezembro de 1825. Além disso, Visconde orienta que a resposta dada ao mensageiro do Cardeal Secretário de Estado, deve ser que o pedido de passaporte só deve ser feito em casos extremos.
Cópia da carta enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 14 de março de 1826, acusando recebimento dos ofícios n. 17 e 18, datados de 13 e 22 de dezembro de 1825. Além disso, Visconde orienta que a resposta dada ao mensageiro do Cardeal Secretário de Estado, deve ser que o pedido de passaporte só deve ser feito em casos extremos.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 02 de maio de 1826, acusando recebimento dos ofícios de n.18, 19,20 e 21 datados de janeiro de 1825. Além disso, Visconde ressalta a satisfação do Imperador com os serviços prestados por Vidigal e também destaca a importância de registro das requisições por parte dos religiosos em conformidade com as instruções recebidas pela corte. Bem como, a necessidade de envio da bula de confirmação do Grão Mestrado da Ordem de Cristo e do levantamento de novos bispados que o Império necessitava.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 06 de maio de 1826, acusando recebimento do ofício n.22, datado de 22 de janeiro de 1826. Visconde destaca ainda, que o Imperador está ciente quanto ao conteúdo deste documento e que as pessoas nomeadas por Vidigal para os serviços do Império podem continuar em suas funções.
Carta de chancelaria original encaminhada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 06 de maio de 1826, relatando o falecimento do Rei de Portugal e Algarves, D. João VI. Destaca também, a necessidade do cumprimento deste documento, enfatizando a confiança dos brasileiros no Fundador do Império do Brasil e defensor da independência. Além disso, aponta a necessidade de uma carta constitucional baseada nos princípios da monarquia portuguesa em que se exige que D. Pedro assuma o trono ou designe alguém da Casa de Bragança para assumi-lo. O mesmo também sugere a possibilidade de um casamento entre D. Maria da Glória e Infante D. Miguel para assumir o trono enquanto D. Pedro não abdica de seus títulos no Brasil.
Carta de chancelaria original encaminhada por Antônio Luiz Pereira da Cunha, Visconde de Inhambupe (1760-1837), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 18 de maio de 1826, comunicando o fim da comissão que o oficial da Secretaria de Estado, Vicente Antonio da Costa, participava e dispensando o mesmo. Informa sobre a nomeação de Francisco Muniz Tavares para substituí-lo como secretário da legação em Roma.
Despacho original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha, Visconde de Inhambupe (1760-1837), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 10 de junho de 1826, acusando recebimento dos ofícios enviados em 31 de março e 13 de abril de 1826, informando que o Imperador está inteirado sobre o conteúdo destes. Além disso, recomenda a nomeação do médico Dr. Carlos Matheus Antonio como médico da legação de Roma. Ele também reforça o período de luto em decorrência da morte de D. João VI, conforme a Lei, prestando-lhe as devidas homenagens. Visconde aborda ainda, a liberação de verba para custos de viagens e despesas necessárias, sinalizando estas decisões por meio de despachos anexados na presente correspondência.
Ofício original, enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 10 de junho de 1826, acusando recebimento dos ofícios enviados e o conhecimento por parte do Imperador dos conteúdos abordados nestes documentos. Cita ainda, as orientações do Santo Padre para a reedificação da Basílica de São Paulo em Roma e enfatiza o respeito a nomeação do representante eclesiástico para a Corte de Lisboa, sendo a Regência de Portugal responsável por esta questão e não o Imperador, conforme pontuado pelo Visconde.
Ofício original, enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 10 de junho de 1826, informando o envio da cópia dos ofícios do Presidente da Província de Montevidéu e o aviso do Ministro e Secretário de Estado de Negócios da Justiça em anexo, que trata sobre a jurisdição eclesiástica da província subordinada ao Ordinário de Buenos Aires. Visconde aponta ainda, a necessidade de separação da referida jurisdição, visto o período de guerra enfrentado por eles, destacando a importância da união com o Bispado do Rio de Janeiro ou outro que pertença ao Brasil.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 19 de agosto de 1826, que aponta a necessidade de uma imagem em homenagem a D. Pedro de Alcântara para ser colocada na capela, segundo orientações dadas pelo inspetor da Imperial Capela.
Ofício original, enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha, Visconde de Inhambupe (1760-1837), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 14 de outubro de 1826, informando a nomeação de José Alexandre Carneiro Leão, (1793-1863), Visconde de São Salvador de Campos, como ministro do Império do Brasil no governo da Columbia. Também nomeia o Marquês de Taubaté, estribeiro mor da Imperatriz, como encarregado de negócios do Império na Corte de Nápoles. O mesmo autoriza que o Marquês nomeie diferentes cônsules. Contém a lista de cônsules e a relação de portos onde estavam alocados em anexo.
Ofício original, com cópias em anexo, enviadas por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 23 de outubro de 1826. Informa o pedido de auxílio ao Imperador por parte da Ordem de São Bento e a intercessão com o santo padre para conseguir a bula de separação da Ordem de Portugal, como cumprir a independência do Império. O documento contém anexo.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 26 de outubro de 1826, informando que os Bispos nomeados para as dioceses regionais foram apresentados. Comunica sobre a nomeação do Frei Antonio da Arrábida (1771 – 1850), como Bispo titular coadjuvante do capelão mór. Faz saber que o Imperador nomeou Vidigal encarregado da expedição dos diplomas pontifícios.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 21 de outubro de 1826, informando a apresentação dos ofícios de n. 40 e 41, datados de 01 e 20 de julho de 1825. Além disso, afirma que as contas que constavam no ofício de n. 20 serão remetidas à Repartição do Tesouro e a da Justiça a bula que acompanha o ofício de n.21.
Ofício original, enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 29 de novembro de 1824. Acusando recebimento dos ofícios n. 42 e 43, relatando que a resposta solicitada, será posteriormente atendida no que se refere à criação de novos bispados para as obrigações eclesiásticas. Além disso, orienta a resolução destes de novos bispados, citando alguns processos, tais como: Arcebispo da Bahia e o Bispo do Maranhão, solicitando concessão de poder para o Capelão Mor tomar tais decisões. De modo a escolher homens que sejam considerados “idôneos” para o trabalho eclesiástico.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 05 de dezembro de 1824, informando a dissociação dos bispos do Pará e Maranhão ao Patriarcado de Lisboa, como consequência da separação do Império do Brasil e de Portugal, devendo estes associar-se ao Arcebispado da Bahia. Além disso, ele solicita ao santo padre o envio de documentação correspondente a este assunto para futuras resoluções.
Ofício original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 27 de novembro de 1826. Informando o envio de socorro para o Exército do Sul para uma melhor operação de suas funções. Além disso, orienta a visita à Província de São Pedro por Santa Catarina e Porto Alegre, conforme ida anterior do General Chefe, Felisberto Caldeira Brant, Visconde de Barbacena (1772-1842). Relata também a viagem de D. Pedro acompanhado da Fragata Isabel e em 01 de dezembro com a Isabel Maria de Alcântara Brasileira, Duquesa de Goiás (1824-1898).
Despacho original enviada por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 06 de dezembro de 1826, notificando sobre os problemas de saúde enfrentados pela Imperatriz, e sobre o parto prematuro. Comunica que o povo está mobilizado em orações pela recuperação da mesma Imperatriz.
Despacho original enviado por Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), Visconde de Inhambupe, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 11 de dezembro de 1826, notificando sobre o falecimento da Imperatriz e a suspensão das atividades da Família Imperial, dos Despachos dos tribunais e a Corte, decretando luto por seis meses em decorrência da referida perda.
Ofício original enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 15 de fevereiro de 1827, acusando o recebimento dos ofícios n. 53, 54 e 55. Queluz enforque que espera a chegada dos documentos que estão sob a posse de Vicente Antonio da Costa, pertencente a Secretaria de Estado. Sinaliza também, a impossibilidade de nomeação para o núncio da Segunda Ordem desta Corte.
Despacho original enviado por João Severiano Maciel da Costa, Marquês de Queluz (1769-1833), ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 15 de fevereiro de 1827, relatando as reflexões relativas a bulas do ministro e secretário de Estado e Negócios da Justiça, nas documentações em anexo, para que todas elas sejam solucionadas e atendidas.
Ofício com cópia em anexo, enviada por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 07 de maio de 1827, acusando o recebimento dos ofícios n. 58,59, 61 e 62. Informa também, a autorização concedida pelo Imperador para poder sacar com a legação de Londres o pagamento das despesas necessárias, destacando a importante participação de Manoel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana, nessa dinâmica. Cita uma carta imperial de apresentação relativa a nomeação do Frei Antonio de Arrábida.
Ofício original, enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 23 de junho de 1827, acusando o recebimento do ofício n. 65, datado de 30 de março de 1827. Informando que as reflexões apresentadas no referido documento, acerca da Santa Sé, foram aprovadas pelo Imperador.
Ofício original enviado por João Severiano Maciel da Costa (1769-1833), Marquês de Queluz, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), informando acerca da resolução da Câmara dos Deputados que trata dos julgamentos das causas de foro eclesiástico, sendo realizados por duas instâncias. Além disso, aponta o recebimento do ofício de 10 de julho de 1828. Relata também, a recepção da bula da separação dos padres beneditinos do Brasil da obediência dos de Portugal. O documento contém anexo.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, para Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 04 de março de 1828. Informando da abdicação do Imperador à Cora de Portugal e seus domínios para que o referido país seja agora governado pela filha do Imperador, Maria da Glória (1819-1853), Rainha Maria II.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838), em 26 de março de 1828. Acusando o recebimento do ofício confidencial, datado de 09 de dezembro de 1827, contendo resposta ao Cardeal Secretário de Estado. Também informa que o Imperador aprova a solicitação de tornar Luiz Bandini Pitti, Cônsul Geral em Nápoles. Menciona que D. Pedro I (1798 -1834), aceitou o desenho oferecido, ao mausoléu da Imperatriz, por Pietro Sencianni.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, para Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863) em 18 de abril de 1828. Ressalta a resolução da Câmara dos Deputados de que a Santa Sé julgue as causas de foro eclesiástico duas únicas instâncias, de forma que o Império não tenha que realizar o Tribunal da Legacia. Menciona a nomeação de Moutinho a uma importante comissão.
Ofício original, enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d.-1838). Acusando o recebimento do ofício de n ° 93 de 06 de fevereiro 1828, ressaltando os esforços para se fazer cumprir, junto a Santa Sé, o julgamento das causas de foro eclesiástico em duas instâncias. Além disso, salienta a necessidade de ocupação, por parte de Vidigal, de sua função na Câmara dos Deputados.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, a Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 07 de julho de 1828. Informa a presença do padre D. Pedro Alcântara Simões, de Montevidéu, na corte do Império. O citado padre solicita a separação e independência da Igreja de Montevidéu da de Buenos Aires.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, a Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 27 de julho de 1828. Informa resposta referente ao ofício encaminhado por Moutinho em 11 de maio de 1828, que trata da solicitação da expedição das letras apostólicas de confirmação para o bispo nomeado de Pernambuco, D. Thomaz de Noronha (s.d.). O Imperador recomendou a desistência desta confirmação, caso ainda houvesse tempo.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, a Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 09 de agosto de 1828. Informando da chegada dos plenipotenciários de Buenos Aires, D. Juan Ramon Balcarce (1773-1836) e D. Thomas Guido (1788-1866) para tratarem da paz entre os dois Estados.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, a Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 27 de outubro de 1828. Acusando o recebimento dos ofícios de n° 20 a 25. Participa que a lista de despesas da legação contida no ofício de n ° 20 vai ser encaminhada para o destino conveniente. Aponta que irá enviar a resolução do Imperador no que se refere ao requerimento de Antônio Jacinto Xavier Cabral (1798-1873). Comenta sobre a demora na chegada das comunicações com as legações. Comunica que o Imperador achou por bem abordar o assunto do foro eclesiástico em futura Assembleia Geral.
Despacho original enviado por João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1838), Marquês de Aracati, a Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863), em 22 de janeiro de 1829. Acusando o recebimento dos ofícios n° 42 a 53. Aponta a recepção das felicitações dispensadas ao Imperador referente ao dia 12 de outubro. Informa também, a resposta do nº 53 que segundo orientação do mesmo Imperador para que sejam aceitas as proposições da Santa Sé em receber um Encarregado de Negócios.
Cópia de despacho enviado por Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826), Visconde da Cachoeira, para o Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), com data de 24 de setembro de 1825, acusando o recebimento de ofícios e a ciência do Imperador do conteúdo deles. Versa sobre as interações com a Sua Santidade no que concerne ao reconhecimento do Império do Brasil.
Cópia de despacho enviado por José Egídio Álvares de Almeida (1767-1832), Marquês de Santo Amaro, para o Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), com data de 02 de dezembro de 1825, informando o nascimento do príncipe D. Pedro II (1825-1891) e solicitando a comunicação do acontecimento ao governo romano.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComLegEx-Rom
Titre
Roma
Date(s)
1822-1889 (Création/Production)
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Série
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Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Dépôt
Ministério das Relações Exteriores
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