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Seção CON - Repartições Consulares
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Repartições Consulares
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葡萄牙文 » Repartições Consulares
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Minuta de 3 de janeiro de 1829, a João Luís Airosa, Cônsul do Império do Brasil em Moçambique, referente ao recebimento do Ofício n. 104, em relação a queixas que estavam afetando suas funções consulares. O governador de Moçambique, Sebastião Xavier Botelho (1768-1840), enviou duas notas sobre tais queixas a um representante de Portugal, uma de 26 de abril de 1828 e outra de 8 de maio de 1828.
Despacho enviado, no dia 24 de fevereiro de 1827, da cidade de Luanda, em Angola, pelo cônsul brasileira Ruy Germack Possolo (1788 — s.d.), ao Marquês de Inhambupe (1760 – 1837). No documento são destacados aspectos inerentes ao comércio portuário de Angola, no qual o cônsul sugestiona mais investimento da coroa na região; também é destacado o transporte de indivíduos escravizados; e expressa sua insatisfação com a falta de comunicação entre o governo brasileiro e de Angola, pois acarretou em desaviso de sua chegada, não havendo residência preparada para acomoda-lo. Ruy Possolo relata que foram o governador Nicolau de Abreu Castelo Branco (1781 – 1835) e o Comerciante português José Severino de Souza que o auxiliaram nesta questão.
Cópia de um despacho enviado, no dia 06 de fevereiro de 1827, da cidade de Luanda, em Angola, pelo cônsul brasileira Ruy Germack Possolo (1788- s.d.), ao Marques de Inhambupe (1760-1837) que estava no Rio de Janeiro. No documento é informado que Possolo foi reconhecido como cônsul pelos próximos oito meses, e, que a nomeação estava de acordo com o decreto real brasileiro. Além disso, há transcrito o edital publicado em Luanda informando a mesma nomeação. Esta última parte é assinada por João Paulo de Assunção e encaminhada à Nicolau de Abreu Castelo Branco (1781-1835) e ao oficial menor Boaventura de Lemos Semião.
Despacho enviado, no dia 20 de abril de 1827, da cidade de Luanda, em Angola, pelo cônsul brasileira Ruy Germack Possolo (1788- s.d.), ao Marques de Queluz (1769-1833) que estava no Rio de Janeiro. O Cônsul destaca seu interesse em ocupar o cargo de conselheiro de estado deixado pelo Marques de Inhambupe (1760-1837). Para afirmar sua aptidão ao cargo, Possolo descreve algumas das atividades exercidas por ele, bem como destaca o pagamento e reparo de embarcações brasileiras. Também enfatiza o recebimento da notícia da morte de D. Leopoldina (1797-1826) e a corte fúnebre que fez em sua homenagem.
Cópia do despacho enviado, no dia 28 de fevereiro de 1827, por Nicolau de Abreu Castelo Branco (1781-1835) para o cônsul brasileiro Ruy Germack Possolo (1788- s.d.) em Luanda. No documento são tecidas críticas ao atraso da saída dos navios brasileiros com escravizados dos portos de Angola. Aponta-se atraso de pagamento, não cumprimento de ordenamentos e contratos e o pouco envio de cativos. Na mesma página, há uma cópia da resposta que Ruy Possolo enviou a Nicolau de Abreu informando que tais cobranças não cabiam a ele, pois não era parte das suas funções, mas informa que seria necessária uma atitude do imperador para expulsar certo grupo de comerciantes brasileiros que seriam responsáveis pela situação. Tal resposta está datada 7 de março de 1827.
Despacho enviado no dia 26 de março de 1827, para o cônsul brasileira Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.) em Luanda. No documento consta as medidas tomadas após o falecimento do súdito brasileiro Joaquim Antunes de Azevedo em 31 de dezembro do ano anterior. Ele indica ter feito a arrecadação, como previsto em lei, entre os cônsules, mas que haveria tensões que dificultariam sua permanência no país.
Cópia de circular enviado de Luanda, no dia 14 de abril de 1827, para os comandantes dos navios brasileiros no porto da cidade, escrito por Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.). No documento é solicitado que as embarcações manifestem publicamente seu luto e cortejo em homenagem a D. Leopoldina (1797-1826), Imperatriz brasileira que acabara de falecer. As manifestações durariam três dias, se iniciando no dia 17 e sendo finalizada no dia 20 do corrente mês. Possolo informa que neste período a embaixada brasileira que está em Luanda também ficaria fechada por luto e respeito a memória da Rainha.
Cópia de despacho enviado de Luanda, no dia 11 de junho de 1827, para o Marques de Queluz (1769-1833), escrito por Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.). No documento é informada as dificuldades que Possolo vinha enfrentando em exercer suas atividades, pois nem o governo local, os comandantes dos navios brasileiros e comerciantes haviam recebido a circular do governo de Portugal oficializando-o como cônsul do Brasil. Junto a queixa, Possolo informa que enviará cópias dos ofícios destinados ao governador de Angola e as respostas destes que reclamavam das medidas adotados pelo consulado. Outro assunto posto em voga, são as insubordinações de comerciantes e navegantes brasileiros que não estariam acatando as ordenanças, e também, estariam embarcando ilegalmente para Cabinda e outras regiões em navios portugueses. Por fim, ele informa sobre soldos arrecadados nos navios brasileiros e sobre a falta de notícias da escuna duas estrelas que sumiu em Cabinda, sendo o assunto levado ao almirante e intendente da marinha.
Cópia de despacho enviado por Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), datada de 14 de maio de 1827, para o cônsul brasileiro Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.) em Luanda solicitando que fossem arrecadados os bens dos brasileiros que morreram na localidade. O documento informa sobre as ações do Provedor dos Ausentes, pois este estaria cooptando e arrendando tais bens de estrangeiros. Além disso, o documento segue com uma cópia da resposta enviada por Jacinto Falcão Murzelo de Mendonça, o provedor dos ausentes, datada de 7 de julho de 1827, na qual ele indica ao cônsul Possolo que as ações tomadas em relação aos estrangeiros estariam previstas e legislação sobre o tema e que esta eram ordens diretas do império português.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), em 7 de junho de 1827, ao governador e capitão geral, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), na qual informa o recebimento de ofícios anteriores, e, reitera o pedido de resolução dos problemas com o provedor mor dos ausentes, pois este estaria angariando os bens dos brasileiros falecidos em Luanda, como no caso do comerciante Joaquim Antunes de Azevedo. Possolo solicita que seja comprido o tratado entre Brasil e Portugal que autoriza o envio de bens e dos defuntos as suas respectivas províncias.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), em 1º de junho de 1827, ao governador e capitão geral, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), na qual informa que comerciantes brasileiros no porto de Angola estão reivindicando melhorias administrativas para o comércio de escravizados. Além disso, Possolo informa que comerciantes, como José Antunes Alves de Brito, estão saindo do porto de Angola em direção a Benguela sem documentação que o autorizassem a isso, e por este motivo estariam sendo presos.
Despacho enviado em 28 de novembro de 1827, pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), ao Marquês de Queluz (1769-1833), Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil. Na qual são reclamados o envio de respostas aos seus ofícios anteriores. Na mesma, ele indica que segue tento problemas de divergências com o Provedor mor dos defuntos e ausentes, pois este continuaria embarreirando o envio de pertences e bens dos brasileiros que morreram em Angola; no documento ele faz referência a dificuldade em enviar para Pernambuco os pertences do piloto do Bergantim Santo Antônio protetor da Praça de Pernambuco, que havia falecido em 5 de setembro do mesmo ano. No mesmo documento Possolo também relata as tensões com comerciantes frente a cobrança dos encargos e pagamento das despesas, pois estaria o governo enviando as quantias não acordadas com o brasileiro, e estes, por sua vez, estariam acusando Possolo de rouba-los. Nisso, o cônsul destaca sua indignação e sal
Minuta de 7 de janeiro de 1828, escrita pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), na qual ele solicita que quando o imperador chegasse em Portugal se direcionasse aquela corte para que se fizesse cumprir seus ordenamentos.
Conjunto de cópias de ofícios referentes ao consulado do império brasileiro em Luanda. Datadas ao longo do ano de 1827, os documentos apontam diálogos entre o cônsul Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.) e o Provedor-Mor dos defuntos e ausentes, Jacinto Falcão Murzelo de Mendonça debatendo sobre os espólios de brasileiros falecidos em Luanda; bem como outras do mesmo cônsul com o Governador e Capitão general do reino de Angola, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), tratando dos assuntos inerentes aos comerciantes brasileiros e comércio de escravizados.
Cópia de ofício direcionado ao Marquês de Queluz (1769-1833), por parte do cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), datado em 14 de fevereiro de 1828, no qual é informado o falecimento de José Isidoro de Noronha, escrivão do pataxo nacional especulador. Tal falecimento teria gerado tensões entre o cônsul e o capitão do navio em que Noronha enviara seus escravizados e outras mercadorias ao Brasil. Segundo o oficio, o capitão teria sido preso por não entregar os espólios do falecido ao provedor-mor dos ausentes e defuntos, que por sua vez, não repassou tais espólios ao cônsul. Na ocasião, Possolo relata o descontentamento com a aplicação de suas determinações e informa que ninguém estaria reconhecendo-o como cônsul.
Despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), no dia 29 de fevereiro de 1828, ao recém nomeado ministro e secretário de estado dos negócios estrangeiro, Marquês de Aracaty (s.d. - 1838), parabenizando-o pelo posto assumido e solicitando respostas aos despachos anteriores. No documento, Possolo também informa sobre a morte de dois brasileiros em Luanda, José Isodoro de Noronha e José da Sila Martins, e os desdobramentos com o provedor-mor dos ausentes e defuntos no que se referia aos espólios de ambos.
Cópias de ofícios trocados entre o cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788 - s.d.), e o governador e capitão general do reino de Angola, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), escritos entre 1827 e 1828, tratando sobre solicitação de autorização e cancelamento de registros para comerciantes e navios aportarem em Angola, bem como outras questões referentes aos espólios dos brasileiros falecidos em Luanda e as medidas tomadas pelo provedor mor de defuntos e ausentes da região.
Ofícios enviados pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788-s.d.), ao Governador e Capitão general do reino de Angola, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), escritos em 11 de abril de 1828, relatando as injurias e destrato sofrido por ele ao tratar dos espólios do falecido José Isodoro de Noronha. Tais injúrias teriam vindo do provedor-mor dos defuntos e ausentes e do capitão do bergantim brasileiro que levava os escravizados e outras mercadorias do falecido.
Cópias de despachos enviados, entre 1827 e 1828, pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788-s.d.), ao capitão do Bergantim Flor do Brasil, José Maria de Carvalho, e ao ministro e secretário de estado dos negócios estrangeiro, Nicolau d’Abreu Castelo Branco (1781-1835), na qual se debatia sobre os espólios do falecido José Isodoro de Noronha, que se encontravam no referido Bergantim. Na ocasião, o cônsul se queixa do não cumprimento de seus ofícios e das ofensas proferidas pelo capitão José Maria ao ser questionado sobre os escravizados do falecido que estavam sendo transportados para o Brasil.
Ofício enviado pelo ministro e secretário de estado dos negócios estrangeiro, Marquês de Aracaty (s.d.-1838), ao Cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germack Possolo (1788-s.d.), no dia 5 de maio de 1828, deliberando sobre a chegada e saída de negociantes e embarcações brasileiras que chegavam a fim de traficar escravizados. No documento estão acordados normas e valores sobre tais relações.
Despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), em 30 de abril de 1828, ao presidente da província de Pernambuco, José Carlos Mairinck (1771-1846), informando sobre a chegada de Bergantins da província em Angola e descrevendo os processos de negociações no comercio de escravizados
Cópia do despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), em 07 de novembro de 1827, ao presidente da província de Pernambuco, José Carlos Mairinck (1771-1846), informando sobre o processo aberto contra Gabriel Antônio, comerciante do Bergantim Príncipe Real, devido a pagamento indevido sobre os escravizados e outros produtos.
Cópias de despachos enviados pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), o capitão do bergantim Príncipe Real, José Fernandes de Oliveira e o comerciante do mesmo Bergantim, Gabriel Antônio, datado em novembro de 1827, referente aos desdobramentos do processo impetrado contra Gabriel Antônio.
Cópias de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), ao capitão do Bergantim Príncipe Real, José Fernandes de Oliveira, datado em 30 de novembro de 1827, referente aos desdobramentos do processo impetrado contra Gabriel Antônio.
Cópias de despachos enviados pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), ao capitão do Bergantim Príncipe Real, José Fernandes de Oliveira, em 12 de novembro de 1827, referente aos desdobramentos do processo impetrado contra Gabriel Antônio. No documento também consta o protesto do capitão contra prisão do comerciante e contra as medidas adotadas pelo cônsul, bem como consta a nulidade do protesto.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Ruy Germarck Possolo (1788-s.d.), em 22 de março de 1828, referente aos desdobramentos do processo impetrado contra Gabriel Antônio e outros casos de tráfico ilegal de escravizados e outras infrações comerciais.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Saturnino de Souza Oliveira (1824-1871), a Guilherme Stepple, datado em 15 de junho de 1858, referente à nomeação do capitão do Bergantim Oriente, Remigio Luiz dos Santos, como provedor-mor da saúde em Pernambuco em 9 de janeiro de 1831.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Saturnino de Souza Oliveira (1824-1871), a Álvares Nogueira, em 15 de junho de 1858, referente à certidão de nomeação de Remigio Luiz na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 23 de setembro de 1830.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Saturnino de Souza Oliveira (1824-1871), à Alvares Nogueira, em 15 de junho de 1858, referente ao passaporte assinado pelo Marquês de Paranaguá (1769-1846), autorizando o Brique Oriental liderado por Remigio Luiz dos Santos, a aportar no Rio de Janeiro e seguir para montevidéu em 10 de janeiro de 1831.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Saturnino de Souza Oliveira (1824-1871), em 15 de junho de 1858, referente ao passaporte assinado pelo Presidente da província de Pernambuco, Francisco de Carvalho Paz de Andrade, autorizando o Brigue Oriental liderado por Remigio Luiz dos Santos, a aportar na província e seguir para Montevideu em 3 de novembro de 1831.
Cópia de despacho enviado pelo cônsul brasileiro em Luanda, Saturnino de Souza Oliveira (1824-1871), em 15 de junho de 1858, referente ao passaporte assinado pelo presidente da província de Pernambuco, Francisco de Carvalho Paz de Andrade, autorizando o Brigue Oriental liderado por Remigio Luiz dos Santos, a aportar em Recife e seguir para Montevideu em 2 de abril de 1827. Visado em Luanda em 12 de junho de 1831.
Carta de João Luiz Airoza ao Marquês de Queluz (1769-1833), de 19 de fevereiro de 1827, informando que foi convidado pelo Rei a assumir o cargo de cônsul do império do Brasil em Moçambique, África. Na ocasião Airoza questiona sobre quais seriam as atividades de seu oficio, bem como questiona sobre o recebimento de selos reais, armas e suprimentos; e sobre como e quando serão pagos seus ordenamentos.
Despacho encaminhado ao General Brandt e General Gameiro, sobre as informações de Henry Chamberlain, cônsul geral sobre a maneira que Luís José de Carvalho e Melo (1764-1826), Visconde de Cacheira recebeu as informações da missão de Charles Stuart; sobre as preocupações de Luís José de Carvalho e Melo em relação as violações de supostas promessas que o mesmo acha que fora prometido de que o reconhecimento da Independência do Brasil pela Grã Bretanha deveria proceder assim como foi de qualquer colônia americana e espanhola, datado em 05 de maio de 1825, no escritório de assuntos estrangeiros.
Ofício original enviado por Antonio da Silva Caldeira, para João Antonio Pereira da Cunha, com data de 28 de outubro de 1829, acusando recebimento de ofício do dia 24, parabenizando Cunha por sua nomeação como encarregado de negócios na Corte imperial e informando que foi reconhecido pelo Senado como cônsul geral em Hamburgo.
Ofício original enviado por Antonio da Silva Caldeira, para João Antonio Pereira da Cunha, com data de 01 de dezembro de 1829, acusando recebimento de ofícios de 20 e 26 de novembro e informando o encaminhamento de documentos por navio. Versa sobre as dificuldades no envio, em função do início do congelamento dos rios pelo inverno europeu, e comunica que está tendo muitas despesas extraordinárias.
Ofício original enviado por Antonio da Silva Caldeira, para João Antonio Pereira da Cunha, com data de 04 de dezembro de 1829, informando que iria remeter algumas cartas e um almanaque à Londres pela legação da Suíça, por meio de A. J. Rademaker, para economizar nos custos de envio.
Ofício original enviado por Antonio da Silva Caldeira, para João Antonio Pereira da Cunha, com data de 14 de maio de 1830, acusando o recebimento de um ofício e um caixote, e informando o encaminhamento do seu conteúdo pelo navio dinamarquês “Cumber”, do Capitão Thomaz Bruhn.
Ofício original enviado por Antonio da Silva Caldeira, para João Antonio Pereira da Cunha, com data de 13 de julho de 1830, acusando recebimento de ofício do dia 06, no qual Cunha comunicava que seria substituído interinamente por Manuel de Assis Mascarenhas (1805-1867).
Ofício original enviado para Antônio Rademaker, com data de 1829, informando que o Imperador conservou Gustavo Beyer atuando na posição de cônsul interino em Estocolmo, ficando ele responsável pelo arquivo daquela legação.
Ofício original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 28 de maio de 1830, informando o envio da carta do Imperador do Brasil a um Príncipe e a necessidade da entrega dela.
Ofício original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 06 de julho de 1830, discorrendo sobre a necessidade do pagamento dos ordenados e o reembolso das despesas que o cônsul Gustavo Beyer realizou em nome do Império do Brasil, desde a sua nomeação oficial para a legação brasileira na Corte sueca até a data de envio do documento.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 04 de agosto de 1830, informando o envio das cartas do Imperador e da Imperatriz do Brasil em resposta ao rei da Suécia e Noruega e a necessidade da entrega delas.
Ofício original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 13 de setembro de 1830, acusando a recepção de ofício de 24 de julho, remetido por Loureiro de Londres, comunicando que partiria para a Suécia.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 25 de setembro de 1830, informando o envio da carta do Imperador do Brasil em resposta ao rei da Suécia e Noruega, com o pedido para que ela fosse entregue ao destinatário pelo encarregado de negócios.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 15 de novembro de 1830, acusando o recebimento e respondendo ofícios anteriores, e comunicando o desejo do Império do Brasil em estreitar os laços com o governo sueco.
Despacho original enviado para Pedro Affonso M. de Carvalho, com data de 17 de dezembro de 1830, acusando o recebimento de ofício no qual Carvalho havia informado a chegada à Corte dinamarquesa, e incentivando o estreitamento dos laços entre os dois governos. Versa também sobre as despesas da legação e do corpo diplomático e a situação das finanças do Império.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 18 de dezembro de 1830, acusando a recepção e respondendo ao ofício de 09 de setembro, tratando do processo de aprovação do Regimento Consular pela Assembleia Geral e dos emolumentos da legação de que Loureiro estava encarregado.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 12 de janeiro de 1831, tratando da troca de correspondência entre o governo do Império do Brasil e o governo da Suécia e Noruega, sobre a proposta de uma declaração entre ambos para aproveitarem de vantagens entre si.
Despacho original enviado para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 26 de fevereiro de 1831, acusando o recebimento de ofícios anteriormente enviados e respondendo ao conteúdo deles. Versa sobre a pauta da alfândega e o pagamento de emolumentos às embarcações “Agnes” e “Cecília”, sobre a administração e os vencimentos da legação, tendo em vista ainda não estar sancionado o Regimento Consular, e sobre o pagamento dos ordenados à Gustavo Beyer pelos serviços prestados ao Império do Brasil.
Despacho original enviado por Francisco Carneiro de Campos (1765-1842), para Antônio José da Silva Loureiro (1790-1848), com data de 13 de abril de 1831, em nome da Regência Provisória do Imperador do Brasil, declarando o fim de sua missão na Corte de Estocolmo e solicitando a entrega de suas credenciais.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-CON
标题
Repartições Consulares
日期
1822 - 1889 (创建)
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Seção
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Documentos textuais em suporte de papel.
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Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
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