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Subsérie Dia - Diana (Escuna)
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Comissões, congressos, eventos internacionais e afins.
Comissões e Tribunais Mistos
Comissão Mista Brasil - Grã-Bretanha: Tráfico de Escravizados.
Diana (Escuna)
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Relatório original datado de 1 de junho de 1828, de Custódio José da Costa, transmitindo a conta de custo da escuna Diana, cujo capitão era Thomé Guedes Pintos de Vasconcelos. A embarcação saiu do porto do Rio de Janeiro com direção à Cabinda (Angola) no dia 21 de março de 1827.
Recibo original de 17 de março de 1827, de autoria de João Beto Assis, informando ser contramestre da escuna da Diana e ter participado do tráfico de escravizados.
Recibo original de 17 de março de 1827, de José Pinto da G. Roza, informando ser piloto da escuna da Diana e ter participado do tráfico de escravizados
Certidão original datada de 23 de abril de 1828, do escrivão Antonio Joaquim de Mello, endereçada a José M. de Almeida, almirante intendente da marinha. Refere-se à permissão solicitada pelo proprietário da escuna Diana para a participação do comércio de escravizados.
Relatório original datado em 11 de junho de 1828, de José Bernardo Filho, da consta das despesas da escuna Diana, após seu retorno dos portos de Zaire e Cabinda.
Intimação original datada de 23 de dezembro de 1834, de autoria do meirinho da Comissão Mista, convocando Francisco Pereira Alcântara para comparecer no dia seguinte à instituição
Relatório original datadode 17 de março de 1827, de Thomé Guedes S. Vasconcelos, enviando uma relação de produtos transportados da escuna Diana para serem usados no comércio de escravizados. O documento contém anexo.
Relatório original datado em 17 de março de 1827, de José Botelho de Sequeira Mattos Araujo, com uma relação de produtos transportados da escuna Diana para serem usados no comércio de escravizados.
Cópia de depoimento datado de 9 de janeiro de 1827 feita pelo tradutor de Eugenio Gildemeester, relativa à procuração de Hugh M. Elderre, tripulante do navio americano Hércules, de Baltimore,
Recibo original de 17 de março de 1827, de Tomé Guedes Pinto de Vasconcelos, informando ser o capitão da escuna Diana e ter participado do tráfico de escravizados
Petição original datada de 26 de abril de 1828, de autoria de José Alves de Nazaré, endereçada ao desembargador e juiz da alfândega, referente à solicitação de José de Serqueira Mato Araujo, caixa da escuna Diana, para certificar que a embarcação possuía todos os documentos necessários para a participação no tráfico de escravizados. O autor informa que após consultar os livros de fiança, asseverou a conformidade dos documentos apresentados.
Petição original datada de 28 de abril de 1828, de autoria de José Pedro da Silva, endereçada ao desembargador e juiz da alfândega, referente à solicitação de José Botelho Serqueira Mato Araujo, caixa da escuna Diana, de receber o teor da matrícula de sua tripulação
Depoimento original datado de 11 de junho de 1828, de autoria de Antônio Simões Barroso, prestando juramento de que a viagem da escuna Diana, partindo do Rio de Janeiro e com destino à Cabinda, tinha como objetivo o comércio de escravizados.
Depoimento original datado de 25 de junho de 1828, de autoria de Carlos Baker, prestando juramento referente ao preço do marfim vendido nos meses de janeiro e fevereiro no Rio de Janeiro.
Petição original datada DE 28 de abril de 1828, de autoria de José Pedro da Silva, endereçada ao desembargador e juiz da alfândega, referente à solicitação de José Botelho Serqueira Mato Araujo, caixa da escuna Diana, para receber o passaporte feito para a viagem da escuna com destino à Cabinda.
Petição original datada de 27 de junho de 1828, de autoria do escrivão Bernardo José Vianna, endereçada ao desembargador e juiz da alfândega, referente à solicitação de José Botelho Serqueira Mato Araujo, caixa da escuna Diana, para receber uma certidão sobre os valores de marfim que foram transportados pela escuna no Rio de Janeiro. O escrivão confirma os valores da negociação de marfim, ocorrida no início de 1828.
Depoimento original datado de 27 de junho de 1828, de autoria de José Maria de Andrade e endereçado ao desembargador ouvidor da alfândega, informando que o referido Andrade era caixa da escuna Diana, que deixara o porto do Rio de Janeiro em direção ao rio Zaire e à Cabinda para participar do comércio de pessoas escravizadas. A escuna foi apreendida pela fragata inglesa Cybele, sendo acusada de participar do comércio de escravizados em portos proibidos acima da Linha do Equador, sendo assim direcionada à Serra Leoa para ser julgada. O depoente também aponta a violência decorrente do apresamento contra os marinheiros da embarcação
Relatório original datado de 19 de dezembro de 1845, transmitindo as contas das despesas decorrentes do apresamento do navio Diana, realizado por uma embarcação britânica. A embarcação foi condenada por tráfico de escravizados pela Comissão Mista em Serra Leoa.
Petição original datada de 5 de março de 1860, de José Botelho de Araújo Carvalho, endereçada a Dom Pedro II (1825-1891), sobre a reclamação da escuna Diana, de propriedade de seu pai, José Botelho de Siqueira Mattos e Araújo, sobre o apresamento da embarcação. O autor relata ao Imperador a violência e a forma da captura e sentença proferida contra a escuna
Requerimento original, de autoria de José Botelho de Siqueira Mattos e Araújo, endereçado ao Imperador do Brasil, realizando uma exposição dos fatos do apresamento da escuna Diana pela fragata britânica Cybele. O requerente informa que a respectiva escuna estava devidamente matriculada para a participação no comércio de pessoas escravizadas e que se destinaria aos portos do Rio Zaire e Luanda, onde tal atividade era permitida. Também argumenta que o desejo da tripulação era destinar-se ao porto de Molembo mas que os ventos não estavam a favor, e por isso a embarcação se dirigiu ao norte da Linha do Equador. Depois disso, a embarcação britânica apreendeu a escuna, confiscou a carga e levou-a à Serra Leoa para ser julgada. Siqueira Mattos solicita ao Imperador a resolução da questão, afirmando que o apresamento foi injusto e que o julgamento foi ilega por não possuir a neutralidade necessária para o funcionamento da Comissão Mista.
Intimação original datada de 23 de dezembro de 1834, de autoria do meirinho da Comissão Mista, convocando Francisco Pereira Alcântara para comparecer no dia seguinte à respectiva instituição
Zona de identificação
Código de referência
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Dia
Título
Diana (Escuna)
Data(s)
1822-1889 (Produção)
Nível de descrição
Subsérie
Dimensão e suporte
Zona do contexto
Nome do produtor
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Entidade detentora
Ministério das Relações Exteriores
História do arquivo
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Avaliação, selecção e eliminação
Ingressos adicionais
Sistema de arranjo
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
Condiçoes de reprodução
Idioma do material
Script do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Instrumentos de descrição
Instrumento de descrição documental
subunidade-custodiadora-do-rio-de-janeiro.pdf
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
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Pontos de acesso
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