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Cópia de nota diplomática enviada por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para Mariano Álvares (s.d.), Ministro das Relações Exteriores do Governo do Peru, com data de 03 de setembro de 1829, demonstrando surpresa e pesar por ter sua credencial recusada. Aponta informações que confirmam a veracidade do documento.
Cópia de ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776–1838), Marquês de Aracati, com data de 26 de setembro de 1829, relatando acontecimentos políticos no Peru. Informa que depois da Revolução, eclodida por Antonio Gutiérrez de La Fuente (1796-1878), os Generais Andrés de Santa Cruz (1792-1865), e Sucre foram apresentados como Presidentes das Repúblicas da Bolívia e Peru. Faz saber sobre o assassinato do presidente da Bolívia, de modo que Santa Cruz começou a realizar manobras para colocar as Províncias de Cusco, Puno e Arequipa (Peru) sob sua proteção, com proposito de uni-las à República da Bolívia.
Ofício original enviado por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776–1838), Marquês de Aracati, com data de 08 de outubro de 1829, participando que a paz foi decretada entre Gran-Colômbia e Peru. Informa que realizaram-se eleições no Peru e o Sr. José Mariano de la Riva Agüero y Sánchez Boquete (1783-1858), foi eleito presidente, com Gamarra como seu vice.
Cópia de carta de gabinete enviada por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para D. José de Armas, com data de 27 de outubro de 1829, informando ter nomeado Antônio de Souza Ferreira como vice-cônsul do Brasil em Lima, e solicitando a execução da nomeação, de modo que Ferreira possa exercer sua função interinamente até que chegue o Beneplácito (aprovação) Imperial.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 29 de agosto de 1830, acusando recebimento de Despachos e relatando notícias políticas da Colômbia, Bolívia, Peru e Chile.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 08 de janeiro de 1831, esclarecendo que o projeto de navegação via Pará não está em prática porque o Governo peruano não proporcionou os meios prometidos. Informa estar enviando em anexo as despesas da Legação durante o ano de 1821. Ainda não se sabe o resultado do encontro entre os Presidentes do Peru e Bolívia, ocorrido no dia 16 de dezembro de 1830, mas parece que as desavenças acabaram. Documento contém anexos.
Cópia de Ofício emitido por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) com data de 04 de maio de 1831, narrando a revolução acontecida naquela Capital em abril próxima passado contra o Vice-Presidente Encarregado do Governo Supremo.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 10 de novembro de 1831, remetendo jornais que dão conta da situação política no Panamá, onde foram fuzilados os autores da separação em Estado Independente. Informa que em Quito houve uma revolta contra o Presidente Flores (Juan José Flores, 1800-1864) e que os plenipotenciários (diplomatas investidos de plenos poderes) destinados a fazerem o Tratado estão em Arequipa com o mediador do Chile.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 7 de dezembro de 1831, acusando recebimento dos despachos que este o enviou e o colocando a par da situação política no Peru, Equador e Chile. Informa que o Presidente peruano está em Cerro de Pasco visitando as minas e verificando as melhorias que necessitam para produzirem mais, visto que são a única fonte de riqueza do país.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776–1838), com data de 26 de outubro de 1829, descrevendo a nova demarcação de limites contida na declaração do tratado de paz entre Peru e Colômbia. Informa ter conhecimento de um requerimento feito ao Congresso para que o governo obtenha do imperador do Brasil permissão para exportar os produtos das províncias peruanas pelo Pará. Diz que os partidários de Bolívar (1783-1830) estão entusiasmados pelo fato de seus adversários estarem inconformados com a derrota e desejarem retornar ao Peru. Narra como nomeou vice-cônsul brasileiro naquele país Antônio de Souza Ferreira e explica que escreve em papel inferior devido ao alto custo de melhor material, acrescentando que com seu ordenado de empregado público é impossível viver em Lima.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776–1838), com data de 3 de dezembro de 1829, narrando a entrada do presidente na capital do país no dia 25 de novembro acompanhado de todos os empregados públicos. Na mesma tarde chegou o Plenipotenciário, que foi à Colômbia negociar a paz trazendo consigo o Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário de Colômbia, General Tomás Cipriano de Mosquera y Arboleda (1798-1878). Informa ainda que no dia seguinte fez visita de cumprimento ao presidente e depois ao ministro da Colômbia, com quem teve longa conversa.
Cópia de nota diplomática n.6 enviada por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Mariano Álvarez (1781-1855), Ministro das Relações Exteriores do Governo do Peru, com data de 3 de setembro de 1829, demonstrando surpresa e pesar por ter sua credencial recusada por supostamente estar fora dos termos estabelecidos. Aponta informações que confirmavam a veracidade do documento.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 29 de agosto de 1830, acusando recebimento de Despachos e relatando notícias políticas da Colômbia, Bolívia, Peru e Chile.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 01 de março de 1831, relatando as dificuldades em sacar dinheiro naquele país e os prejuízos que tinham os brasileiros ao fazê-lo através de Londres. As relações políticas entre o Peru e Bolívia continuavam ruins, não havia acordo para concluir o Tratado e todas as disposições eram de um rompimento diplomático seguido de guerra. Porém, a opinião geral era contrária à guerra, e como o governo não dispunha de dinheiro para empreendê-la, não se acreditava que ela ocorresse
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 20 de junho de 1831, participando a situação política do Peru com a iminência de guerra com a Bolívia. Informa que, de acordo com os jornais e correspondências, a Colômbia continuava em guerra civil e o governo do Chile, dirigido pelo Ministro Portales, encontrava-se em paz.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 7 de dezembro de 1831, acusando recebimento dos despachos que este enviou e o colocando a par da situação política no Peru, Equador e Chile. Informa que o presidente peruano estava em Cerro de Pasco visitando as minas e verificando as melhorias que necessitavam para produzir mais, visto que eram a única fonte de riqueza do país.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 7 de dezembro de 1831, enviando, conforme determinação da Regência em nome do Imperador, uma procuração para receber do Tesouro Público seu ordenado e as despesas da sua legação. Reitera a impossibilidade de sacar dinheiro do Rio de Janeiro naquele país e afirma que a existência de um procurador não resolveria a questão. Conclui que a única forma de fazer os saques é através de Londres.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776–1838), com data de 26 de setembro de 1829, relatando os acontecimentos políticos no Peru. Informa que depois da Revolução feita por Antonio Gutiérrez de la Fuente (1796-1878), os generais Santa Cruz e Sucre foram colocados na Presidência da República do Peru e da Bolívia, respectivamente. O novo presidente da Bolívia foi assassinado e puseram Santa Cruz novamente, que começou a realizar manobras para colocar as províncias de Cusco, Puno e Arequipa sob sua proteção, como pretexto para uni-las à República da Bolívia.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776– 1838), com data de 29 de janeiro de 1830, narrando o incidente ocorrido no dia do juramento do presidente no Congresso, quando havia sido convidado pelo Ministro de Governo e Relações Exteriores a comparecer às 11 horas. Tendo chegado ao local, juntamente com o encarregado de negócios dos Estados Unidos, encontrou a porta fechada. Por volta das duas horas da tarde, chegou um ofício do governo pedindo que se desse lugar na sala de representantes ao enviado da Colômbia e eles tomaram esta comunicação como depreciação dos governos que representavam, tendo ambos saído sem assistir ao ato. Dois dias depois, pediram explicações ao ministro; sem obter resposta, retornaram doze dias depois e encontraram Pando já como ministro. Este esclareceu que o engano no horário se deu por erro do escrevente da circular e a exceção de lugar pedida ao enviado da Colômbia proce
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 24 de abril de 1830, descrevendo a situação econômica no Peru e afirmando que o país não possui nada para exportar, muito menos para o Brasil, que produz os mesmos frutos. Afirma que o Peru não tem indústria e que a agricultura está decadente por falta de mão de obra escrava. Só possuem um diplomata e um cônsul por não poderem custear outros. Não mantém nenhum tratado de comércio, e pelo desinteresse em fazê-los e também para evitar que falem novamente em tratado de limites, tem achado inoportuno propor um tratado de comércio com o Brasil.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 5 de novembro de 1830, informando que a revolução de Cuzco foi sufocada com a chegada do presidente no dia 12 de outubro. Informa também que o governo peruano mandou um novo ministro à Bolívia para conciliar as desavenças entre os dois.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 11 de fevereiro de 1831, relatando os acontecimentos políticos no Peru, Bolívia, Colômbia e Chile.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 04 de maio de 1831, narrando a revolução acontecida na capital peruana em abril daquele ano contra o vice-presidente encarregado do governo.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 10 de novembro de 1831, remetendo jornais que davam conta da situação política no Panamá, onde foram fuzilados os autores da separação que objetivava um Estado independente. Informa que em Quito houve uma revolta contra o presidente Juan José Flores (1800-1864) e que os plenipotenciários destinados a fazerem o tratado estavam em Arequipa com o mediador do Chile.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 24 de abril de 1830, descrevendo a situação econômica no Peru e afirmando que não possui nada para exportar muito menos com o Brasil, que produz os mesmos frutos. Aquele país não tem indústria e a agricultura está decadente por falta de mão de obra escrava. Só possuem um Diplomata e um Cônsul, por não poderem custear outros. Não mantém nenhum Tratado de Comércio e pelo desinteresse em fazê-los e também para evitar que falem novamente em Tratado de Limites, tem achado inoportuno propor um Tratado de Comércio com o Brasil.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 28 de maio de 1830, explicando que diante dos últimos acontecimentos resolveu não falar em Tratado de Comércio e que aguardará novas ordens. Informa que o Governo do Chile nomeou seu Plenipotenciário (representante diplomático investido de plenos poderes) no Peru, com o objetivo de fazer um Tratado de Comércio em que somente recebam trigo do Chile e ali só se receba açúcar do Peru. Declara que, juntamente com o Ministro dos Estados Unidos, fará o possível para impedir tal Tratado. Desta forma este último poderá vender o trigo e a farinha de seu país no Peru e ele o açúcar brasileiro no Chile.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 29 de maio de 1830, narrando os fatos que levaram os Pro Cônsules Britânicos a pedirem passaportes e partirem. Um bergantim (tipo de embarcação a velas,) cujo dono era mexicano e não possuía a documentação necessária, foi interceptado e tornado incomunicável ao chegar ao Porto de Pallas pelo Oficial, que informou ao Governo que o carregamento consistia essencialmente de pesos e barras de ouro. Este mandou que desembarcassem todo o dinheiro e ouro. Um inglês que estava a bordo do navio disse que havia ali todo o seu dinheiro para pagar fornecedores em Lima. Como o Governo precisava pagar os empregados públicos usou da ilegalidade do bergantim para ordenar que usassem seu dinheiro para os pagamentos e se apossou também do ouro.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 11 de fevereiro de 1831, relatando os acontecimentos políticos no Peru, Bolívia, Colômbia e Chile.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 01 de março de 1831, relatando as dificuldades em sacar dinheiro naquele país e os prejuízos que tinham os brasileiros ao fazê-lo através de Londres. As relações políticas entre o Peru e Bolívia continuam ruins, não houve acordo para concluir o Tratado e todas as disposições são de um rompimento de guerra. Porém, a opinião geral é contrária à guerra e como o Governo não tem dinheiro para fazê-la, não acredita que aconteça.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 13 de outubro de 1831, encaminhando carta que recebeu do General mexicano D. Melcheor Alvares, que foi desterrado pelo Presidente Guerrero (Vicente Ramón Guerrero Saldaña, 1782-1831) e está no Peru desde 1929.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776– 1838), com data de 9 de janeiro de 1830, remetendo as despesas da legação no ano de 1829 e um orçamento presumível para o ano corrente. Avisa que envia inclusos periódicos que noticiam a posse de José Maria Pando (1787-1840) no Ministério de Governo e Relações Exteriores. Documento contém anexos.
Cópia de ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776–1838), Marquês de Aracati, com data de 14 de setembro de 1829, relatando acontecimentos políticos que sucederam em Peru. Informa que Bolívar (1783-1830) avança para a fronteira com o Peru, e o Presidente Gamarra (1785-1841) põe-se à frente do Exército deste país. Comenta que as finanças do governo peruano estão prejudicadas, e o povo demonstra desejo de tomar o Porto de Guayaquil, rico em madeira de construção. Versa sobre as pretensões de Bolívar em relação ao supracitado porto.
Cópia de ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro (1795-1878), Barão da Ponte Ribeiro, para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776–1838), Marquês de Aracati, com data de 26 de outubro de 1829, descrevendo a nova demarcação de limites compreendido na declaração do Tratado de Paz entre Peru e Grã-Colômbia. Informa ter conhecimento do requerimento feito ao Congresso, com finalidade de obter permissão para que o Império do Brasil exportasse produtos das províncias peruanas pelo Pará. Faz saber que nomeou Antônio de Souza Ferreira como vice-cônsul brasileiro naquele país. Versa sobre as visitas que fez aos ministros peruanos ao inteirar-se do tratado de paz. Informa sobre possíveis desordens políticas no Chile.
Cópia de Ofício enviada por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) remetendo jornais da Colômbia que noticiam a situação crítica em que aquela República se encontra.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 9 de setembro de 1830 descrevendo a rebelião em Cusco em que prenderam todas as autoridades e após uma convocação do Conselho de Estado o Presidente, acompanhado de Forças Extraordinárias, conseguiu sofocá-la.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865) com data de 05 de novembro de 1830, informando que a revolução de Cusco foi sufocada com a chegada do Presidente no dia 12 de outubro. Este governo mandou um novo Ministro à Bolívia para conciliar as desavenças entre os dois.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 18 de maio de 1831 narrando conflito entre Bolívia e Peru, em que este tentou invadir aquele. Informa que Santa Cruz (Andrés de Santa Cruz Villavicencio y Calahumana, 1792-1865) recorreu ao Governo do Chile para que prestasse sua mediação a fim de resolver o conflito.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 14 de setembro de 1831, referindo-se a seu ofício de 01 de março quando apresentou a impossibilidade de sacar dinheiro no país para que seja pago pelo Rio de Janeiro por não existirem transações comerciais entre os locais. Roga novamente que dê ordens necessárias para que o pagamento seja feito através de Londres e sem imposto de câmbio.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 12 de outubro de 1831 remetendo cópia da Nota que o Governo peruano lhe dirigiu comunicando Oficialmente a rebelião da Corveta “Libertad”e do Bergantim “Congresso” infundada desconfiança de que teriam sido tomadas por piratas. Documento contém anexo.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para Francisco Carneiro de Campos (1765-1842) com data de 7 de dezembro de 1831, enviando, conforme determinação da Regência em nome do Imperador, uma procuração para receber do Tesouro Público seu ordenado e as despesas da Legação. Reitera a impossibilidade de sacar dinheiro do Rio de Janeiro naquele país e afirma que a existência de um Procurador não resolverá a questão. Conclui que a única forma de fazer os saques é através de Londres.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776–1838), com data de 24 de novembro de 1829, narrando indecoroso incidente que adveio da vigilância das cartas remetidas do Chile ao Presidente Riva Aguerra (1783-1858), com interesse em conhecer seus correspondentes e conteúdos. Ocorreu que, no dia 18 de novembro de 1829, foi interceptada uma carta dirigida pelo presidente em algarismo cuja decifração requeria uma senha que constava em outra carta. Descobriu-se que o secretário da Prefeitura mantinha a senha e, ao decifrar a carta, revelou-se o plano de assassinato de La Fuente (1796-1878). Alguns foram presos e cogitaram abrir processo contra Riva Aguerra, mas nada se deu e o mesmo continua popular e preferido para as eleições presidenciais. Participa que o país está sem dinheiro e que os empregados públicos não recebem há cinco meses. Contém anexo.
Cópia de nota diplomática n.1 enviada por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878) para o Ministro das Relações Exteriores do Governo do Peru informando sua chegada para exercer as funções de encarregado de negócios do Brasil e solicitando oportunidade de entregar sua credencial.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776–1838), com data de 14 de setembro de 1829, relatando os acontecimentos políticos no Peru. Informa que Simon Bolívar (1783-1830) avança para a fronteira com o Peru e o presidente D. Agustin Gamarra (1785-1841), põe-se à frente do Exército deste país. As finanças ali estão prejudicadas e os peruanos desejam tomar o Porto de Guayaquil, rico em madeira de construção e possuidor do mais seguro mar do Pacífico. Pela mesma razão. Bolívar pretende que seja Província da Colômbia porque dessa maneira ele dominará os mares.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg, Marquês de Aracati (1776– 1838), com data de 17 de março de 1830, relatando que logo que soube da chegada de uma fragata colombiana em Guayaquil, o governo procurou meios de adquirir uma para o caso de rompimento diplomático, mas foi informado de que seria impossível receber uma fragata em menos de quinze a dezoito meses e que melhor seria ver se o governo do Brasil queria vender uma das suas. Dias depois, o presidente o procurou fazendo tal pergunta, a qual respondeu negativamente; soube mais tarde por um emissário que o governo peruano pensava em enviar um agente secreto ao Brasil para tratar da compra. Informa ainda que o Ministro da Colômbia o procurou para dizer que tinha conhecimento da abordagem e que já havia comunicado ao seu governo. Disse ainda que acredita que o Imperador não favoreceria o Peru e que escreveu ao ministro colombiano no Brasil para alertá-lo da situação.
Cópia de Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 03 de abril de 1830, informando o envio de periódicos com notícias das situações políticas da Colômbia e do Chile. Revela que o enviado da Colômbia disse-lhe que o ministro dos Estados Unidos em Bogotá entregaria ao governo uma carta dos Generais Cordova Paes, Juan Bautista Arismendi (1775-1841) e outros, manifestando a intenção de dividir a república em três Estados soberanos.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 28 de maio de 1830, explicando que diante dos últimos acontecimentos resolveu não falar em tratado de comércio e que aguardará novas ordens. Informa que o governo do Chile nomeou seu ministro plenipotenciário no Peru com o objetivo de fazer um tratado de comércio em que este país somente receberia trigo do Chile e este só receberia açúcar do Peru. Declara que, juntamente com o ministro dos Estados Unidos, fará o possível para impedir tal tratado.
Ofício produzido por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), com data de 29 de maio de 1830, narrando os fatos que levaram os pro cônsules britânicos a pedirem passaportes e partirem. Um bergantim, cujo dono era mexicano e não possuía a documentação necessária, foi interceptado e tornado incomunicável ao chegar ao Porto de Pallas, de onde um oficial informou ao governo que o carregamento consistia essencialmente de pesos e barras de ouro; este mandou que desembarcassem todo o dinheiro e ouro. Um inglês que estava a bordo do navio disse que deixara ali todo o seu dinheiro para pagar fornecedores em Lima. Como o Governo precisava pagar os empregados públicos, usou da ilegalidade do bergantim para ordenar que usassem seu dinheiro para os pagamentos e se apossou do ouro.
Cópia de ofício enviada por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 22 de julho de 1830, trazendo notícias sobre a situação política na Bolívia, Colômbia e Peru.
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 9 de setembro de 1830, descrevendo uma rebelião em Cuzco que resultou na prisão de todas as autoridades da cidade. Após uma convocação do Conselho de Estado, o Presidente, acompanhado de Forças Extraordinárias, conseguiu sufocar o levante
Ofício enviado por Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878), para Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes (1796-1865), com data de 8 de janeiro de 1831, esclarecendo que o projeto de navegação via Pará não estava em prática porque o governo peruano não proporcionou os meios prometidos. Informa estar enviando em anexo as despesas da sua legação durante o ano de 1821 e comunica que ainda não era conhecido o resultado do encontro entre os presidentes do Peru e da Bolívia, ocorrido no dia 16 de dezembro de 1830, mas parecia que as desavenças haviam cessado. Documento contém anexos.
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Duarte da Ponte Ribeiro, Barão da Ponte Ribeiro (1795-1878)
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