Skip to main content
Toggle navigation
Navegar
Navegar
Descrições arquivísticas
Indivíduos e instituições
Assuntos
Locais
Arquivos digitais
Pesquisar
Search options
Pesquisa global
Pesquisa avançada
Search in browse page
Início
Sobre
Política de privacidade
Área de transferência
Área de transferência
Área de transferência
Limpar todas as selecções
Ir para a área de transferência
Carregar Área de Transferência
Guardar área de transferência
Idioma
Idioma
Idioma
English
Français
Español
Nederlands
Português
Deutsch
中文
Produtor de
Carregando...
Nota diplomática datada do dia 22 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, endereçado a Eustaquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.), referente ao pedido do remetente de 6 de abril de 1830, apresentando novos pedidos de indenização a favor dos donos dos navios Bahia”, “Carlota”, “Frajano” e “Independência”, que haviam sido detidos em Serra Leoa. O autor aponta que os argumentos recebidos para essa liberação são insuficientes para uma mudança no caso.
Nota diplomática n.17 datada do dia 10 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, acusando o recebimento da nota do dia 18 de maio de 1830, enviada por Eustáquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.) e apontando ilegalidade na detenção e condenação do navio escravista brasileiro “Esperanza”. O produtor aponta que a respectiva nota foi enviada para o oficial de direito do governo britânico, e após uma investigação foi constatada a falsidade na história do capitão. Dessa forma, os comissários em Serra Leoa afirmam que a respectiva embarcação estava acima da linha do Equador, violando assim o tratado.
Nota diplomática n.17 datada do dia 10 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, acusando o recebimento da nota, do dia 18 de maio, enviada por Eustáquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.), pedindo uma nomeação de uma comissão especial para determinar os danos aos navios apreendidos. Também é informado que a detenção da embarcação brasileira “Vencedora”, realizada pelo navio britânico “Eden”, foi feita de forma ilegal, e por isso ela seria concedida aos proprietários do navio.
Nota diplomática n.2 datada do dia 10 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, endereçada a Eustaquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.), referente aos navios brasileiros "Heroína", "Tentadora", "Felipe" e "Venturoso", condenados no Tribunal da Comissão Mista em Serra Leoa; esse assunto já havia sido abordado em notas dos dias 2 de dezembro de 1828 e 10 de março de 1829 dirigidas ao Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (1800-1846), Visconde de Itabaiana. Também são rebatidas as notas enviadas por Eustáquio Adolfo de Mello Mattos, no qual o Lord Palmerston apontava que os argumentos utilizados são contrários à Convenção de 1817. Dessa forma, os proprietários das respectivas embarcações não tinham o direito de qualquer indenização.
Nota diplomática n.4 , datada do dia 28 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, acusando o recebimento da nota do dia 2 de outubro enviada por Eustáquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.) e referente ao navio brasileiro “Príncipe de Guine”, que foi capturado e condenado pelo Tribunal da Comissão Mista em Serra Leoa. O autor afirma que o pedido de Mattos de reivindicação a favor do navio não se justificava, devido à convenção de 23 de novembro de 1826 estabelecida entre a Grã-Bretanha e o Brasil. Também é informado que a respectiva embarcação transportava 608 pessoas escravizadas.
Nota diplomática n.9 datada do dia 10 de dezembro de 1830, de Henry Temple (1794-1865), 3.º Visconde Palmerston e Lord Palmerston, endereçada a Eustaquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.), referente ao navio brasileiro “Voador”, que foi capturado pela embarcação britânica “Clinker”, acusando-o de realizar tráfico de pessoas escravizadas. Foi pedido pelo remetente que fosse realizada uma indenização ao dono da embarcação brasileira, o que foi negado, devido a uma investigação e a sentença proferida contra o navio deixarem claro que, além do navio ser utilizado para tal prática, estava navegando ao norte da Linha do Equador, contrariando assim o tratado e impossibilitando o direito a uma indenização.
Navegar 6 resultados
Henry Temple (1794-1865)
Registo de autoridade
Henry Temple (1794-1865)
Zona de identificação
tipo de entidade
Forma autorizada do nome
Henry Temple (1794-1865)
Forma(s) paralela(s) de nome
Forma normalizada do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
área de descrição
Datas de existência
Histórico
Locais
Estado Legal
funções, ocupações e atividades
Mandatos/Fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
Contexto geral
Área de relacionamento
Área de pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Ocupações
Zona do controlo
Identificador de autoridade arquivística de documentos
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão ou eliminação
Línguas e escritas
Script(s)
Fontes
Notas de manutenção
Área de transferência
Adicionar
Exportar
EAC
Assuntos relacionados
Locais relacionados