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Descrição arquivística
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Jct-Diar_L18-M04_1839 · Item documental · 1839
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

D. João de Castro era um brigue de nacionalidade dúbia, identificado ora como português, ora como brasileiro. A dubiedade da nacionalidade do brigue pode indicar uma recorrente estratégia utilizada para driblar patrulhas contra o tráfico atlântico de escravizados. O navio pertencia, originalmente, a Luiz José Gomes, passando posteriormente para a posse de Antonio Braz dos Reis. No momento da viagem em questão, era comandado por Vicente de Freitas Serpa. No início da década de 1830, a embarcação partiu do porto de Moçambique, com destino final em Angola, realizando uma escala em Montevidéu. A menção à escala em Montevidéu reforça a hipótese de que a embarcação poderia estar envolvida em esquemas de triangulação, que envolviam a reexportação de cativos ou o abastecimento de regiões onde a presença britânica era menos intensa, destacando a resiliência de redes mercantis do tráfico transatlântico. O brigue, contudo, foi apreendido na enseada de Marambaia pelo navio britânico Grecian, sob o comando do capitão William Smyth. A captura ocorreu em um contexto de fortalecimento das ações britânicas de patrulhamento naval no Atlântico Sul, voltadas à repressão ao tráfico transatlântico de escravizados. Indícios apontam que a operação de Grecian não se limitou à tal embarcação, mas incluiu a captura de outros navios que realizavam itinerários semelhantes, iniciando seus trajetos na costa oriental africana. Sob o comando de William Smyth, Grecian já havia capturado outras embarcações na mesma época, como o Ganges, Maria Carlota, Leal e Recuperador, por exemplo, refletindo, dessa forma, o contexto histórico de crescente fiscalização sobre as práticas comerciais marítimas no Atlântico durante o século XIX, intensificada pelos tratados de 1810 e 1815 entre Portugal e o Reino Unido. O Tratado de 1810 restringiu o comércio de escravizados às possessões portuguesas ao sul do Equador, enquanto o Tratado de Viena, em 1815, reafirmou o compromisso de ambas as nações em reprimir o tráfico transatlântico. Essas medidas permitiram que a Marinha Britânica abordasse e inspecionasse navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.

Sem título
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Crq-Inve_L6-M3_1824-05-29 · Item documental · 29/05/1824
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Brigue de nacionalidade brasileira, propriedade de José Cerqueira de Lima, um importante negociante e armador da primeira metade do século XIX. Lima possuía uma extensa frota, com mais de 30 embarcações que realizavam viagens comerciais entre o porto da Bahia e a costa ocidental da África. Sob o comando de Manoel Cardoso dos Santos, o Cerqueira partiu do porto da Bahia em novembro de 1820, com destino a Molembo, um dos centros comerciais situados na região do Congo, conhecido por suas intensas trocas comerciais. Contudo, durante essa travessia, a embarcação foi interceptada pela fragata britânica Bann, sob o comando do capitão George William Courtney, que já havia apressado a Sumaca Criola na mesma época. Cerqueira foi apressado no porto de Onim, situado no golfo do Benim, uma localidade que frequentemente servia como ponto estratégico para patrulhas navais britânicas que atuavam no combate ao tráfico transatlântico de africanos escravizados. Após a captura, o navio foi conduzido a Serra Leoa, um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base da Comissão Mista, Serra Leoa era o principal destino das embarcações capturadas, onde eram submetidas a processos judiciais para avaliar a legalidade da viagem. Durante esses julgamentos, as autoridades britânicas examinavam a carga, documentos e depoimentos da tripulação em busca de evidências de envolvimento no tráfico de africanos escravizados, refletindo as tensões globais da época.

Sem título
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComRepEx--NDip_287-3-8_1828-09-30 · Item documental · 30/09/1828
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838. Veio para o Brasil como Governador da Capitania do Pará e Rio Negro, mas se destacou como Governador da Capitania do Ceará (1803 - 18007), depois sendo nomeado para a mesma função no Mato Grosso (1807 - 1819) e São Paulo (1819 - 1822). Brigadeiro do Exército, assumiu os direitos de cidadão brasileiro em 1820. Foi Ministro das Relações Exteriores e da Marinha no Gabinete de 1827 e novamente em 1831. Renunciou aos direitos de brasileiro e aceitou a nomeação como Governador e Capitão Geral de Moçambique em 1836, onde faleceu em 1838.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Rpt-Proc_L28-M1_1834-01-24_01 · Item documental · 21/04/1834
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O Rio da Prata era um bergantim de nacionalidade dúbia, registrado ora como brasileiro, ora como uruguaio. A dubiedade da nacionalidade do brigue pode indicar uma recorrente estratégia utilizada para driblar patrulhas contra o tráfico atlântico de escravizado, evidenciando as ambiguidades frequentes nas documentações de embarcações que operavam no comércio atlântico da década de 1830. A embarcação tinha como proprietários José Teodoro Villaz, Luis Antonio de Carvalho e Castro e Domingos Vasques, e contava com o comando de Antônio Cardoso da Silva.
O bergantim partiu de Benguela, um dos mais ativos portos de embarque na costa centro-oeste africana, com escalas em São Paulo de Loanda e Novo Redondo. Esses portos desempenhavam papéis estratégicos no tráfico transatlântico de africanos escravizados, servindo como pontos de concentração e embarque de cativos destinados principalmente às Américas. O Rio da Prata tinha como destino final Montevidéu, um porto frequentemente utilizado tanto para o comércio atlântico funcionando como um ponto de redistribuição de cativos ou como escala intermediária para outras localidades.
A embarcação, contudo, foi apreendida pela fragata britânica Raleigh, sob o comando de Michel Quim, como parte das operações de repressão ao comércio ilegal de africanos escravizados conduzidas pela Marinha Real Britânica. A presença da Raleigh na região evidencia o alcance da patrulha britânica na costa atlântica e a contínua vigilância contra o tráfico mesmo em áreas onde os traficantes tentavam se camuflar sob bandeiras ambíguas.

Sem título
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Rpt-Proc_L28-M1_1834-01-24_02 · Item documental · 21/04/1834
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

O Rio da Prata era um bergantim de nacionalidade dúbia, registrado ora como brasileiro, ora como uruguaio. A dubiedade da nacionalidade do brigue pode indicar uma recorrente estratégia utilizada para driblar patrulhas contra o tráfico atlântico de escravizado, evidenciando as ambiguidades frequentes nas documentações de embarcações que operavam no comércio atlântico da década de 1830. A embarcação tinha como proprietários José Teodoro Villaz, Luis Antonio de Carvalho e Castro e Domingos Vasques, e contava com o comando de Antônio Cardoso da Silva.
O bergantim partiu de Benguela, um dos mais ativos portos de embarque na costa centro-oeste africana, com escalas em São Paulo de Loanda e Novo Redondo. Esses portos desempenhavam papéis estratégicos no tráfico transatlântico de africanos escravizados, servindo como pontos de concentração e embarque de cativos destinados principalmente às Américas. O Rio da Prata tinha como destino final Montevidéu, um porto frequentemente utilizado tanto para o comércio atlântico funcionando como um ponto de redistribuição de cativos ou como escala intermediária para outras localidades.
A embarcação, contudo, foi apreendida pela fragata britânica Raleigh, sob o comando de Michel Quim, como parte das operações de repressão ao comércio ilegal de africanos escravizados conduzidas pela Marinha Real Britânica. A presença da Raleigh na região evidencia o alcance da patrulha britânica na costa atlântica e a contínua vigilância contra o tráfico mesmo em áreas onde os traficantes tentavam se camuflar sob bandeiras ambíguas.

Sem título
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Procu_L06-M01_1841-07-20 · Item documental · 20/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta.
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Reci_L06-M01_1840-07-18 · Item documental · 18/07/1840
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Reci_L06-M01_1840-07-24 · Item documental · 24/07/1840
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânica

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_06-M01_1841-08-11 · Item documental · 11/08/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Robert Hesketh (1789 - 1868)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-12 · Item documental · 12/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-19 · Item documental · 19/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-24 · Item documental · 24/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

A. R. Queiroga
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-25 · Item documental · 25/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-26_01 · Item documental · 26/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-26_02 · Item documental · 26/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-27 · Item documental · 27/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-27_01 · Item documental · 27/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-27_02 · Item documental · 27/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Antonio Rodrigues Monteiro
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-05-27_03 · Item documental · 27/05/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-07_01 · Item documental · 07/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

José Augusto Barboza
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-07_02 · Item documental · 07/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

William Smyth
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-07_03 · Item documental · 07/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-08 · Item documental · 08/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-08 · Item documental · 08/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-08 · Item documental · 08/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-11 · Item documental · 11/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-12_01 · Item documental · 12/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

José Agostinho Barbosa
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-12_02 · Item documental · 12/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-06-16 · Item documental · 16/06/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-24 · Item documental · 24/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-24 · Item documental · 24/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

G. Jackson
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-28 · Item documental · 28/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

João Manoel Pereira da Silva
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-28 · Item documental · 28/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Antonio Rodrigues Monteiro
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-31 · Item documental · 31/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-07-31 · Item documental · 31/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

João Manoel Pereira da Silva
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-08-16 · Item documental · 16/08/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Robert Hesketh (1789 - 1868)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-08-19 · Item documental · 19/08/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-09-18 · Item documental · 18/09/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

José Alves Barrozo
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-09-24 · Item documental · 24/09/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-09-24 · Item documental · 24/09/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

João Carneiro de Campos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841-09-27 · Item documental · 27/09/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

João Pereira de Souza
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_1841_07-31 · Item documental · 31/07/1841
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

João Manoel Pereira da Silva
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_01 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

William Smyth
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_02 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

William Smyth
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_03 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_04 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_05 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_06 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Braz Martins Costa Passos
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Ctr-Rela_L06-M01_s-d_07 · Item documental · [S. d.]
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Castro (1841)
Patacho brasileiro denominado Castro, pertencia a Manoel Caetano de Castro. Sob o comando de Francisco Alvares Pimenta, a embarcação partiu do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, uma cidade portuária no sul da Bahia que, à época, funcionava como ponto estratégico para atividades comerciais e, em alguns casos, para o desembarque clandestino de africanos escravizados. A costa brasileira, especialmente em áreas menos fiscalizadas como Caravelas, era utilizada por traficantes que buscavam evitar a vigilância das patrulhas britânicas e das autoridades imperiais.
No entanto, em um período em que a repressão ao tráfico transatlântico de africanos escravizados se tornava cada vez mais intensa, em novembro de 1841, Castro foi apreendido pelo navio de guerra britânico Grecian, sob o comando de William Smyth, um oficial experiente na repressão ao tráfico negreiro. Smyth já havia capturado outras embarcações brasileiras suspeitas de envolvimento com o tráfico, como o Alexandre, o Ganges e o Recuperador, todas interceptadas na década de 1840, quando a pressão britânica sobre o Brasil se intensificava. Após a apreensão, o Castro foi conduzido à Comissão Mista do Rio de Janeiro, criada em 1827, como parte do acordo entre o Brasil e o Reino Unido para combater o tráfico transatlântico de africanos escravizados
O caso do patacho Castro ilustra o tráfico interprovincial no Brasil no contexto da década de 1840, em que embarcações brasileiras realizavam o transporte de africanos escravizados entre diferentes regiões do país, muitas vezes contornando a fiscalização externa e interna. Partindo do Rio de Janeiro com destino a Caravelas, no sul da Bahia, o Castro fazia parte de uma rede de comércio interno que movimentava cativos para áreas de intensa necessidade de mão de obra escravizada, como as plantações de açúcar e as minas. Apesar da proibição do tráfico transatlântico desde 1826, o tráfico interprovincial floresceu, com traficantes utilizando rotas clandestinas, muitas vezes em pequenos portos como Caravelas, para evitar o controle das autoridades e das patrulhas britânicas.

Não consta
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Jct-Rela_L18-M04_1839-10-24_01 · Item documental · 24/10/1839
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

D. João de Castro era um brigue de nacionalidade dúbia, identificado ora como português, ora como brasileiro. A dubiedade da nacionalidade do brigue pode indicar uma recorrente estratégia utilizada para driblar patrulhas contra o tráfico atlântico de escravizados. O navio pertencia, originalmente, a Luiz José Gomes, passando posteriormente para a posse de Antonio Braz dos Reis. No momento da viagem em questão, era comandado por Vicente de Freitas Serpa. No início da década de 1830, a embarcação partiu do porto de Moçambique, com destino final em Angola, realizando uma escala em Montevidéu. A menção à escala em Montevidéu reforça a hipótese de que a embarcação poderia estar envolvida em esquemas de triangulação, que envolviam a reexportação de cativos ou o abastecimento de regiões onde a presença britânica era menos intensa, destacando a resiliência de redes mercantis do tráfico transatlântico. O brigue, contudo, foi apreendido na enseada de Marambaia pelo navio britânico Grecian, sob o comando do capitão William Smyth. A captura ocorreu em um contexto de fortalecimento das ações britânicas de patrulhamento naval no Atlântico Sul, voltadas à repressão ao tráfico transatlântico de escravizados. Indícios apontam que a operação de Grecian não se limitou à tal embarcação, mas incluiu a captura de outros navios que realizavam itinerários semelhantes, iniciando seus trajetos na costa oriental africana. Sob o comando de William Smyth, Grecian já havia capturado outras embarcações na mesma época, como o Ganges, Maria Carlota, Leal e Recuperador, por exemplo, refletindo, dessa forma, o contexto histórico de crescente fiscalização sobre as práticas comerciais marítimas no Atlântico durante o século XIX, intensificada pelos tratados de 1810 e 1815 entre Portugal e o Reino Unido. O Tratado de 1810 restringiu o comércio de escravizados às possessões portuguesas ao sul do Equador, enquanto o Tratado de Viena, em 1815, reafirmou o compromisso de ambas as nações em reprimir o tráfico transatlântico. Essas medidas permitiram que a Marinha Britânica abordasse e inspecionasse navios suspeitos de envolvimento no comércio ilegal de escravizados.

Sem título