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Série Vat - Vaticano
Escritório de Representação no Rio de Janeiro
Arquivo Histórico do Itamaraty no Rio de Janeiro
Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
Documentação relativa a Atividade-Fim
Legações do Império do Brasil
Comunicações com governos estrangeiros.
Vaticano
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葡萄牙文 » Vaticano
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Despacho enviado pelo monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 2 de março de 1825. Confirma o recebimento do ofício e estima que a entrega dos despachos encaminhados pelo monsenhor Vidigal chegue a plenas condições. Também sinaliza que o envio dos missionários da propaganda para o interior da província do Império é destinado para fins religiosos e políticos.
Despacho enviado pelo monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 12 de abril de 1825. No documento o monsenhor informa que entregou ao Imperador o ofício e que é certo o mesmo chegou a capital, sendo conferido pelo cardeal secretário de Estado, e que aprova a permanência do monsenhor na cidade.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) ao oficial Vicente Antonio da Costa, em 12 de abril de 1825. No documento o Monsenhor informa que entregou ao Imperador o ofício e fala sobre a comissão que irá remeter marinheiros para os serviços da armada do império.
Despacho enviado ao monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 19 de abril de 1828. O documento contém justificativas sobre as respostas enviadas anteriormente, a respeito das cartas dos cardeais que não foram respondidas.
Despacho enviado ao monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 18 de março de 1826. O documento acusa o recebimento dos ofícios e informa não reconhecimento da Independência pelos plenipotenciários de Londres.
Minuta enviada ao monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 12 de agosto de 1825. O documento justifica o envio dos missionários aos locais que lhes foram concedidos.
Despacho enviado pelo monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 19 de agosto de 1825. O documento trata sobre a pretensão de Antonio Moro e que a mesma deverá ser decidida através da resolução dada pelo Imperador.
Despacho enviado pelo monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 19 de agosto de 1825. O documento informa que o ofício foi encaminhado ao Imperador, para que haja uma decisão a respeito da pretensão de Antonio Moro.
Despacho enviado pelo monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de agosto de 1825. Acusa o recebimento dos ofícios encaminhados em resposta aos despachos do Palácio do Rio de Janeiro e informa que o Imperador está inteirado de todo o conteúdo do ofício.
Despacho enviado pelo Vicente Antonio da Costa em 31 de outubro de 1825. Acusa o recebimento do ofício e sinaliza que foi entregue ao Imperador, onde o mesmo foi inteirado aos assuntos relativos à expedição de Marinheiros ao Império.
Despacho enviado pelo Vicente Antonio da Costa em 8 de novembro de 1825. Acusa o recebimento do ofício e sinaliza que foi entregue ao Imperador, onde o mesmo foi inteirado sobre o conteúdo, que fala sobre não haver problemas em aprovar que promova a emigração no qual Vicente Antonio da Costa quis tratar.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 4 de dezembro de 1823. O documento fala sobre a nomeação do Bispo de Cochim para Vigario capitulado a Igreja e a aprovação do governo imperial quanto à nomeação.
Despacho enviado pelo Vicente Antônio da Costa, em 22 de dezembro de 1825, informa que as correspondências da missão devem ser dirigidas pelo encarregado de Negócios Monsenhor Vidigal.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), em 9 de fevereiro de 1826, sobre obter uma decisão da Santa Fé sobre os negócios a cargo do Monsenhor Vidigal, no qual a própria igreja católica possui grande interesse. Ressalta a falta de bispos e a respeito de algumas privações espirituais após o processo de independência, no qual a igreja reforça o reconhecimento da independência e da importância das relações da Santidade com a corte. Também reforça sobre os ofícios enviados pelo Vicente Antonio da Costa.
Cópia do despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838), em 9 de fevereiro de 1826, fala sobre obter uma decisão da Santa Fé sobre os negócios a cargo do Monsenhor Vidigal, no qual a própria igreja católica possui grande interesse. É ressaltada a falta de bispos e a respeito de algumas privações espirituais após o processo de independência, no qual a igreja reforça o reconhecimento da independência e da importância das relações da Santidade com a corte.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) a Antônio Luiz Pereira da Cunha (1760-1837), em 14 de março de 1826, considerando a resposta do Visconde de Inhambupe dada ao mensageiro do Cardeal Secretário de Estado judiciosa e que o mesmo deve proceder com a destreza que lhe é proferida e que, só em casos extremos o mesmo deve pedir o seu passaporte.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 2 de maio de 1826. O documento acusa recebimento dos ofícios, reforça que o mesmo já é de conhecimento do Imperador. O Monsenhor se mostra contente com a notícia de ter sido devidamente reconhecido pelos exercícios de suas funções e sua conduta em todos os negócios, inclusive em ocasiões inoportunas. Reforça a necessidade do Império em receber novos bispados.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 6 de março de 1826, diz respeito à solicitação de nomeação para serviços do império.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 18 de maio de 1826, diz que o oficial da secretaria de estado, Vicente Antonio da Costa serviu como secretario da delegação de uma missão em Roma e que o mesmo deverá ser substituído pelo então nomeado Francisco Muniz Tavares. Solicita que Vicente Antonio se retire como também se apresente na corte.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 18 de maio de 1826, solicitando que Vicente Antonio da Costa se retire uma vez que o mesmo será substituído por Francisco Muniz Tavares, então nomeado secretário. Solicita que Vicente Antonio retorne pare exercer o seu lugar oficial na Secretária desta Repartição da corte.
Despacho enviado por Pedro de Mello Breyner (1757-1830) em 4 de junho de 1826, sinalizando sobre a importância de dar continuidade na missão de agrupar a coroa de Portugal.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 10 de junho de 1826 mostrando o interesse do Monsenhor Vidigal nas contas e despesas feitas pela legação no Primeiro Quartel.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 3 de julho de 1826 referente a recomendação do médico Carlos Matheus Antonini como médico da legação.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 14 de agosto de 1826 referente ao ofício do presidente da Província de Montevidéu que, pondera a respeito dos inconvenientes da jurisdição parlamentar daquela província estar sujeito aos ordinários de Buenos Aires e solicita a separação da jurisdição devido à guerra com aquele estado. Solicita que o despacho seja enviado para o Rio de Janeiro ou qualquer outro lugar do Brasil.
Despacho enviado em 17 de agosto de 1826 falando que a carta epistola encíclica de Santo Passo foi verificada pela Basílica de São Paulo em Roma e remetida ao Bispo Diocesano para que seja dado o devido destino, reforçando também que respeita a nomeação do Nunciso para a corte de Lisboa.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 19 de agosto de 1826. O documento fala sobre colocar uma imagem do Imperador Pedro de Alcântara na referida capela.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 12 de setembro de 1826, sinalizando que o Imperador foi inteirado sobre o conteúdo dos ofícios e que o mesmo mandou que fossem remetidos a Repartição de Justiça.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 18 de setembro de 1826 sinalizando que o Imperador foi inteirado sobre o conteúdo dos ofícios e que o os novos cardeais serão encaminhados a corte.
Circular enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 14 de outubro de 1826 fazendo referência à nomeação do Marquês de Taubaté como Vigário de assuntos comerciais papais na Colômbia.
Circular enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 21 de outubro de 1826 sinalizando que o Imperador foi inteirado sobre o conteúdo dos ofícios. Monsenhor Vidigal certifica que a Repartição do Tesouro remeterão as contas e que acompanhará a circular nº 40, e da justiça ao conteúdo da circular nº 41.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 23 de outubro de 1826 abordando a bulla que confere autenticidade na ordem dada pelo Reino de Portugal e também confere a independência do Império. O segundo despacho diz respeito à renomeação Arcebispo da Bahia a Bispo de Cochim, governador do Bispado de Pernambuco. Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade para bispo na diocese de São Paulo. Marcos Antonio de Souza para Bispo do Maranhão.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 26 de outubro de 1826 relatando a apresentação que o Imperador fez dos bispos para as dioceses e da nomeação do Mestre Francisco Antonio da Arrabida para Bispo Titular coadjutor do Capelão-Mor.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 29 de novembro de 1826 comentando sobre a criação de novos bispados e que já foram requisitados os processos do Arcebispo da Bahia e do Bispo do Pará. Aborda também sobre conceder um lugar para o Bispo Capelão-Mor possa residir e cumprir suas funções eclesiásticas.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 2 de dezembro de 1826 aborda à prestação de contas das despesas dos cardeais e padres dessa legação que foram concebidos pelo tesouro público.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 5 de dezembro de 1826 devido à separação do Império do Brasil de Portugal há chances do Patriarcado de Lisboa e os Bispos do Pará e do Maranhão passarem ao Arcebispo da Bahia, determinando o Imperador incorporar sua santidade as correspondências bulla.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de fevereiro de 1827 trazendo a lista dos cardiais e príncipes romanos que devido a festa de Natal deverão escrever cartas de felicitação a sua imperial pessoa e dar continuidade as solicitações da bulla do Grão Mestrado da Ordem da Sé.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 15 de fevereiro de 1827 relatando que o Imperador está ciente do conteúdo do ofício e espera pela chega da bulla, no qual depende do aval de Vicente Antonio da Costa para mandar comunicado a sua imperial ordem. No documento também diz que a representação sobre a reparação do Distrito de Montevidéu depende da jurisdição eclesiástica de Buenos Aires.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 15 de fevereiro de 1827comentando sobre um aviso dirigido ao Ministro Secretário de Estado dos Negócios da Justiça, que reflete sobre imagem do Ministro através dos bullos e das diligências apresentadas, devendo ser feitas as modificações pretendidas.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 7 de maio de 1827 sobre a falta de poder para progredir os negócios do seu cargo e sobre as contas das despesas dessa legação serão remetidas ao Tesouro Público.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de junho de 1827 sobre dois quesitos que ordenam impetrar a Santa Sé, ficando o Imperador de acordo.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 30 de junho de 1827 se refere a carta da Secretaria da Legação de Londres sobre a bulla de confirmação do Bispo coadjutor do Capellão-Mor da capela da casa do Imperador que foi remetida a Repartição de Justiça. O documento fala também sobre não ter recebido os processos do Arcebispo da Bahia e do Bispo do Maranhão.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 3 de agosto de 1827 sobre a urgência de ter o Marques de Rezende na nomeação de Nuncio, Apostólico nesta corte e que em respeito deve-se cumprir o que lhe é ordenado em despacho desta repartição.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 12 de junho de 1827 que sinaliza que o Imperador está ciente do conteúdo do ofício e fala as diferentes bullas que as acompanharão deverão ser destruídas por conveniência.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de setembro de 1827 que sinaliza que os ofícios foram entregues ao Imperador, trata das cartas dos novos cardeais e sobre as questões que foram solicitadas sobre a bulla de separação dos Beneditinos do Brasil da obediência e dependência do geral de Sebaens (Sabaens) em Portugal.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de outubro de 1827 sobre a aprovação da nomeação de Bernardo Francisco Rangel para servir junto a Santa Sé o lugar de Agente de Negócios Eclesiásticos desta corte.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 14 de agosto de 1827 que sinaliza que ficou adiada a resolução vinda de duas instâncias da Câmara dos Deputados, para serem definitivamente julgadas as causas do Foro Eclesiástico.
Despacho enviado pelo Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 27 de novembro de 1827 abordando sobre o Imperador se sentir lisonjeado pelos serviços das pessoas aos quais tem empregado e que as mesmas merecem provas decisivas de confiança da nação, determina que Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863) seja nomeado oficial maior desta Secretaria de Estado, como encarregado de negócios e que tome parte dos seus trabalhos na próxima e futura legação.
Despacho enviado por Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863) ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 28 de novembro de 1827 faz referência à mensagem do Imperador, no qual ordena que Monsenhor Vidigal retorne a Corte Imperial a fim de tomar assento na Câmara dos Deputados na futura próxima sessão e que convêm nomear alguém para substitui-lo como encarregado de negócios juntos a Santa Sé. Reforça que o Imperador confia que monsenhor Vidigal continuará a dar provas pelo seu bom trabalho, com inteligência e zelo ao qual tem feito conforme é recomendado pela Imperial Presença.
Despacho enviado ao Monsenhor Francisco Corrêa Vidigal (s.d-1838) em 20 de outubro de 1827 fala sobre a demora que houve na entrega das remessas do Arcebispo da Bahia e Bispo do Maranhão na legação de Londres a Roma.
Despacho enviado para Luiz Moutinho Lima Alvares e Silva (1792-1863) em 7 de janeiro de 1828 sobre requerimento de licença para cuidar da saúde e faz referência a nomeação de um novo encarregado de negócios.
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BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComGovEx-Vat
标题
Vaticano
日期
1822-1889 (创建)
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Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Império do Brasil
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Ministério das Relações Exteriores
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