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Descrição arquivística
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Par-.Ofic_432-2-14_1830-12-14 · Item documental · 14/12/1830
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Eustáquio Adolfo de Melo Matos (1795 - s. d.), nasceu em 1795 em Salvador, Bahia. Em 1808, aos trezes anos, ingressou no exército português como cadete, em 1814, aos 19 anos, conquistou a patente de alferes, e em 1816 ingressou na Universidade de Coimbra, motivo pelo qual se transferiu para Portugal. Já em Coimbra a carreira militar de Melo Matos prosperou e em 1817 foi promovido a tenente e mais tarde em 1821 foi promovido a capitão do Corpo de Engenharia do Exército. Em 1825 foi nomeado como agente diplomático junto ao ducado de Mecklemburgo, o qual não pode exercer pois o Grão Duque de Mecklemburgo não o receberia na qualidade de agente diplomático até que a Independência do Brasil fosse reconhecida formalmente por aquele território. Em 1828 foi nomeado como secretário da legação do Brasil em Londres, missão chefiada à época pelo diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa (s.d.-1846), Visconde de Itabaiana; já em 1829, com o retorno de Gameiro Pessoa ao Brasil, Eustáquio assumiu o papel de chefe da missão, na qualidade de encarregado de negócios. Em 1832 é elevado à categoria de encarregado extraordinário e ministro plenipotenciário em Londres, onde permaneceu até 1834 quando foi nomeado para missão diplomática em Viena, Áustria.

Antônio Teles da Silva Caminha e Meneses (1790-1875), Marquês de Resende. Diplomata, serviu ao primeiro Império, tendo promovido o reconhecimento da Independência pela Áustria-Hungria. Nomeado, a 5 de abril de 1823, como ministro em missão especial em Viena, sendo alçado a titular efetivo do posto em agosto de 1824 e apresentando as credenciais em 1825. Assinou um tratado de Comércio e Navegação em 1827. Foi Plenipotenciário na França e mais tarde na Rússia (1830). Com a abdicação de D. Pedro I, o Marquês voltou a Portugal com a Família Real e conservou-se como devotado mordomo-mor da Imperatriz viúva, D. Amélia.

Eustaquio Adolfo de Mello Mattos (1795-s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-RecLeg-Lis-.Ofic_657-1-4_1831-03-15 · Item documental · 15/03/1831
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

As Relações entre Brasil e Portugal após a independência no ano 1822 contam com períodos de maior e menor hostilidade e, principalmente, com longos momentos de acomodação. Passado o trauma da separação nos anos subsequentes, e com o apoio de Estados Unidos, México e Inglaterra, o Brasil buscou uma aproximação com sua antiga metrópole, em conformidade com a afinidade de suas respectivas Coroas mandatárias. Apesar de D. Pedro I ter proclamado sua permanência no Brasil independentemente das demandas das Cortes portuguesas de 1820, ele pertencia à mesma dinastia de seu pai, D. João VI, que retornou à Portugal na mesma altura.
Inicialmente marcadas por tensões e ressentimentos decorrentes do processo de separação, as duas nações gradualmente consolidaram laços diplomáticos mais amigáveis. A assinatura de tratados e acordos, como o Tratado de Amizade, Navegação e Comércio em 1825, estabeleceu bases para uma cooperação mútua em diversos setores, incluindo política, comércio e cultura.
Politicamente, as relações entre Brasil e Portugal evoluíram para uma dinâmica de cooperação e respeito mútuo. Ambos os países reconheceram a importância de manter canais de diálogo abertos e buscar soluções diplomáticas para eventuais desentendimentos. Essa aproximação política se refletiu em diversas iniciativas conjuntas em fóruns internacionais e em esforços para fortalecer os laços bilaterais em áreas como segurança, educação e turismo. Também foram mantidos consulados e ministros plenipotenciários de maneira a representar os interesses nacionais no país em foco, além de arcar com gastos de cidadãos ali presentes e dívidas de representantes de maneira geral.
No âmbito comercial, Brasil e Portugal desenvolveram uma relação de interdependência econômica ao longo dos anos. O comércio bilateral cresceu significativamente, com trocas de produtos agrícolas, industriais e serviços. Investimentos mútuos foram incentivados, contribuindo para o desenvolvimento econômico de ambos os países, especialmente com a execução de empreendimentos com base na riqueza de indivíduos de ambas as nações tanto no território brasileiro quanto no território português em áreas consideradas estratégicas. Além disso, acordos de livre comércio e cooperação em áreas como energia, tecnologia e infraestrutura foram estabelecidos, impulsionando ainda mais a relação comercial entre as duas nações

Antônio Joaquim Pereira de Faria (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-CON-ComSere-Por-261-2-15 (56) · Item documental · 29/05/1828
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

João Carlos Augusto de Oyenhausen-Gravenburg (1776-1839), Marquês de Aracati, nasceu em Lisboa em 1776 e faleceu em Moçambique em 28 de março de 1838, veio para o Brasil como Governador da Capitania do Pará e Rio Negro, mas se destacou como Governador da Capitania do Ceará (1803-18007), depois sendo nomeado para a mesma função no Mato Grosso (1807-1819) e São Paulo (1819-1822). Brigadeiro do Exército, assumindo os direitos de cidadão brasileiro em 1820.
Foi Ministro das Relações Exteriores e da Marinha no Gabinete de 1827 e novamente em 1831. Renunciou aos direitos de brasileiro e aceitou a nomeação como Governadora e Capitão Geral de Moçambique em 1836, onde faleceu em 1838.

Antônio da Silva Caldeira
BR DFMRE RIO-BHI-GER-ILU-Deb-583-1-11_1831_01 · Item documental · 1831
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Jean-Baptiste Debret (1768-1848), nasceu na França em 1768, sobrinho-neto de François Boucher (1703-1770), Debret também teve como mentor e mestre do neoclássico, Jacques-Louis David (1748-1825). O artista francês iniciou seus estudos artísticos na Louis-Legrand High School, em Paris, integrou a Missão Artística Francesa, que chegou ao Brasil em 1816. Instalou-se no Rio de Janeiro e, a partir de 1817, ministra aulas de pintura em seu ateliê. Em 1818, colaborou na decoração pública para a aclamação de D. João VI (1767-1826), no Rio de Janeiro. De 1826 a 1831, foi professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes – AIBA. Em 1829, organiza a Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Bellas Artes, primeira mostra pública de arte no Brasil. Debret faleceu em Paris, em 1848.

Jean - Baptiste Debret (1768-1848)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-ILU-Deb-583-1-11_1831_02 · Item documental · 1831
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Jean-Baptiste Debret (1768-1848), nasceu na França em 1768, sobrinho-neto de François Boucher (1703-1770), Debret também teve como mentor e mestre do neoclássico, Jacques-Louis David (1748-1825). O artista francês iniciou seus estudos artísticos na Louis-Legrand High School, em Paris, integrou a Missão Artística Francesa, que chegou ao Brasil em 1816. Instalou-se no Rio de Janeiro e, a partir de 1817, ministra aulas de pintura em seu ateliê. Em 1818, colaborou na decoração pública para a aclamação de D. João VI (1767-1826), no Rio de Janeiro. De 1826 a 1831, foi professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes – AIBA. Em 1829, organiza a Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Bellas Artes, primeira mostra pública de arte no Brasil. Debret faleceu em Paris, em 1848.

Jean - Baptiste Debret (1768-1848)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-2_1820-08-24_01 · Item documental · 24/08/1820
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda (1791-1833), nasceu em Bragança, Portugal. Combateu na Guerra Peninsular, e, em 1820, já com a patente de coronel, liderou o regimento de Infantaria n.º 18, no Porto. Chegado à cidade em 16 de agosto, aderiu ao Sinédrio dois dias depois, sendo o seu décimo terceiro e último elemento, e fazendo parte do Conselho Militar na véspera da revolução. Depois do movimento revolucionário, foi nomeado para a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, encarregado das pastas da Guerra e Marinha, assumindo o comando da divisão ligeira que marchou sobre Lisboa. Deixou descritos os movimentos desta campanha nos seus Alicerces da Regeneração Portuguesa. Integrou, depois, a Junta Provisional Preparatória das Cortes sendo eleito deputado, por Trás-os-Montes, às Cortes Constituintes, integrando as comissões parlamentares da Guerra e da Inspeção de Polícia Interior. Já como brigadeiro, assumiu o comando da divisão ligeira para defesa da cidade de Lisboa por ocasião da Martinhada. Logrado este golpe, nomearam-no enquanto membro da comissão militar mandatada para apresentar propostas para a reorganização do Exército. Foi condecorado com os graus de cavaleiro da Ordem de S. Bento de Avis e comendador da Ordem de Torre e Espada.

Sebastião Drago Valente de Brito Cabreira (1763-1833), era General do Exército e fidalgo da Casa Real. Bacharel em Matemática pela Universidade de Coimbra, se alistou no Exército em 1777. Como oficial, fez as campanhas do Roussillon e da Catalunha e a “Guerra das Laranjas”. Em 1801, comandou a artilharia da Beira Baixa e, em 1808, tomou parte no levantamento contra os franceses em Faro, sendo nomeado para a Junta Provisória do Algarve e promovido a tenente-coronel de Artilharia. Em 1817, comandava o Regimento de Artilharia n.º 4, no Porto. Na véspera da revolução, era presidente do Conselho Militar e, consumado o Movimento de 24 de agosto de 1820, que apoiou, foi nomeado vice-presidente da Junta Provisória do Supremo Governo do Reino, formada no Porto, marchando dali para Lisboa. Foi depois nomeado presidente de uma das comissões da Junta Provisional Preparatória das Cortes, onde o seu liberalismo conservador entrou em colisão com o radicalismo vintista. Em 1821, elevado a brigadeiro, foi encarregado do comando militar da costa desde o Cabo da Roca até à foz do Mondego. Em 1822, foi nomeado governador das armas do Algarve. Com a queda da Constituição, em 1823, foi exonerado do seu posto militar, sendo-lhe fixada residência em Alcobaça e Peniche. Emigrou, voltando a Portugal ao ser jurada a Carta Constitucional e sendo reintegrado no cargo. Foi presidente da Junta Provisória do Governo da Terceira (em 1829) e participou no desembarque do Mindelo (1832).

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-3_1820 · Item documental · 1820
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-5_1822-01-09 · Item documental · 9/01/1822
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

José Clemente Pereira (1787-1854), político português, emigrou para o Brasil em 1815 onde logo foi eleito como juiz de fora de Praia Grande (Niterói - RJ) e em 1820 se tornou juiz de fora da cidade do Rio de Janeiro. Durante sua vida desempenhou diversos cargos no cenário político brasileiro: deputado geral, deputado provincial, senador, Ministro do Império, Ministro da Guerra, membro do conselho de estado e Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Presenciou as articulações da Independência do Brasil, como por exemplo, a permanência de D. Pedro I no país e teve uma importante participação nos atos jurídicos posteriores à Independência do Brasil, como por exemplo, na elaboração da Constituição de 1824.

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-6_1822_02 · Item documental · 1822
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Documento em bom estado de conservação. As páginas que se referem à temática são as 513 a 530.

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-6_1822_03 · Item documental · 1822
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

As páginas que se referem à temática são as 564 a 568.

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-6_1822_04 · Item documental · 1822
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

As páginas que se referem à temática são as 207 a 211.

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Correio Brasiliense (1808-1822)
BR DFMRE RIO-BHI-GER-Art-90-4-6_1822_05 · Item documental · 1822
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

As páginas que se referem à temática são as 207 a 211.

Correio Braziliense (1808-1822), o primeiro número desse jornal circulou em 1º de junho de 1808. Por conta da censura, era produzido, editado e vendido em Londres, na Inglaterra. Teve circulação regular mensal até dezembro de 1822, num total de 175 números, que eram compostos por de 96 a 150 páginas. O jornal era dirigido e editado por Hipólito José da Costa (1774-1823) que, na introdução do primeiro número, afirmou que desejava, através do jornal, traçar as melhorias das ciências, das artes e de tudo que pudesse ser útil à sociedade em geral. Para Costa, as restrições ao desenvolvimento científico e político perduravam em Portugal. No periódico, ele apontava os embargos causados pela censura e insurgia-se contra tais medidas. Por fazer oposição à Coroa, o jornal tinha circulação e leitura proibidas no Brasil e em Portugal, mas é sabido que as publicações chegavam e eram lidas no Brasil.

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

Correio Brasiliense (1808-1822)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flz-Aba_L15-M4-P1_1839-01-02 · Item documental · 02/01/1839
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Feliz (1838), brigue-escuna portuguesa pertencente a Manoel José de Carvalho e Joaquim de Carvalho. Em 1838, comandada por João Pedro Ferreira e João dos Santos, saiu de Benguela, região da África Ocidental, com direção a Moçambique, fazendo antes escala no Rio de Janeiro. A embarcação, construída com dois mastros, para fins de tráfico escravagista e trazia consigo 222 escravizados africanos, além de três marinheiros negros. Contudo, em fins de 1838, Feliz foi interceptada pelo tenente Thomas Friedrich Birch, comandante do brigue inglês Wizard, que realizava transporte de utensílios diversos, como lençóis e facas.
Local de escala da brigue portuguesa, o Rio de Janeiro tornou-se a principal praça comercial escravista ao receber milhares de africanos durante o período do comércio atlântico. No início do século XIX, intensificou relações com os portos da costa centro-ocidental, como Benguela. Além disso, ao longo dos oitocentos, novas rotas transatlânticas foram incorporadas, de forma concreta, ao comércio de escravizados, como, por exemplo, os portos moçambicanos, na contracosta africana, destino final da brigue-escuna Feliz.

Mestre, piloto e tripulação do brigue-escuna português Feliz
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Flz-Aba_L15-M4-P1_1839-01-26 · Item documental · 26/01/1839
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Feliz (1838), brigue-escuna portuguesa pertencente a Manoel José de Carvalho e Joaquim de Carvalho. Em 1838, comandada por João Pedro Ferreira e João dos Santos, saiu de Benguela, região da África Ocidental, com direção a Moçambique, fazendo antes escala no Rio de Janeiro. A embarcação, construída com dois mastros, para fins de tráfico escravagista e trazia consigo duzentos e vinte e dois escravizados africanos, além de três marinheiros negros. Contudo, em fins de 1838, Feliz foi interceptada pelo tenente Thomas Friedrich Birch, comandante do brigue inglês Wizard, que realizava transporte de utensílios diversos, como lençóis e facas.
Local de escala da brigue portuguesa, o Rio de Janeiro tornou-se a principal praça comercial escravista ao receber milhares de africanos durante o período do comércio atlântico. No início do século XIX, intensificou relações com os portos da costa centro-ocidental, como Benguela. Além disso, ao longo dos oitocentos, novas rotas transatlânticas foram incorporadas, de forma concreta, ao comércio de escravizados, como, por exemplo, os portos moçambicanos, na contracosta africana, destino final da brigue-escuna Feliz.

Leodegário Antônio dos Reis
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Afo-Abai_P01-M01_1830-06-10 · Item documental · 10/06/1830
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Africano Oriental (1830), bergantim português que, em meados de 1830, saiu de Lisboa em direção a Moçambique, tendo como destino final o porto do Rio de Janeiro. Denominado Africano Oriental, o navio tinha como proprietário João da Silva Carrão, importante e conhecido negociante português que atuava em Moçambique.
Tendo como responsável por capitanear a embarcação o também português Joaquim Alves da Silva, o bergantim Africano Oriental foi apreendido em setembro de 1830 por tráfico de escravizados e trazia em seus conveses 376 cativos pertencentes ao consignatário João Marcos da Silva Porto. Em viagem que durou 81 dias até a sua apreensão, 116 cativos não sobreviveram ao deslocamento.
Além dos mais de trezentos escravizados, a embarcação também contava com a presença de 17 marinheiros africanos ladinos que pertenciam à outra embarcação, denominada Mariana. Indícios apontam que Mariana foi vendida a João da Silva Carrão e teve seu nome mudado, voltando aos mares, agora, com nome de Africano Oriental.
O comércio de africanos nos portos moçambicanos realizados por comerciantes portugueses, como o caso do brigue Africano Oriental, contou com exponencial aumento, intimamente ligado por questões políticas, como a abertura dos portos, no início do século XIX. Entre os fins do século XVIII e a primeira metade do século XIX, a chegada de embarcações provenientes da costa moçambicana ao Rio de Janeiro, principal porto escravista das Américas e destino do bergantim Africano Oriental, tornava-se cada vez mais regular. Mesmo após a proibição do tráfico atlântico, embarcações continuavam aportando na região moçambicana, em grande maioria, hasteando a bandeira portuguesa, como o Africano Oriental.

João da Silva Carrão
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-MEIO-ORG-Cir-Alv_P218-3-1_1829-11-05 · Item documental · Rio de Janeiro, Brasil
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Eugène Rose de Beauharnais (1781-1824), príncipe de Eichstaedt, Duque de Leuchtenberg e Vice-rei da Itália, tornou-se Príncipe de Portugal pelo casamento com a Duquesa de Santa Cruz no Brasil, feito a 5 de novembro de 1829 por seu sogro e cunhado D. Pedro I. Era filho de Eugênio de Beauharnais, filho da Imperatriz Josefina, primeira mulher de Napoleão, e da princesa Augusta da Baviera e irmão mais velho da Imperatriz D. Amélia, segunda mulher de D. Pedro I e madrasta de Maria II.

Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798-1834), D. Pedro I, nasceu no Palácio de Queluz, Lisboa, Portugal. Era o segundo filho de D. João VI e D. Carlota Joaquina, tornou-se herdeiro do trono português em 1801, com a morte do primogênito, D. Antônio de Bragança. Foi o primeiro Imperador do Brasil (1822-1831), e Rei de Portugal com o título de D. Pedro IV (1826-1834). Casou-se por procuração, em 1817, com D. Maria Leopoldina, filha do Imperador austríaco Francisco I, resultado de um acordo de Portugal com a casa de Habsburgo, num cenário de rearranjo político europeu após a derrota de Napoleão em 1815. Compôs peças musicais, dentre as quais o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta, considerado até o início do século XX, o hino nacional português. Com a morte de Leopoldina, em 1826, casou-se com D. Amélia Augusta Eugênia Napoleona von Leuchtenberg, Duquesa da família real da Bavária, em 1829, cujo contrato de matrimônio exigia o fim do relacionamento com Domitila de Castro. Teve atuação destacada na política após a Revolução Constitucionalista, que eclodiu em Portugal em 1820, e a convocação das Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas com o objetivo de elaborar uma constituição para o império luso e seus domínios ultramarinos. Com a partida de D. João VI para Portugal, em 25 de abril de 1821, convocado pelas Cortes Gerais, assumiu o governo como príncipe regente. Conduziu o processo que culminou com a Independência brasileira, em 7 de setembro de 1822, defendendo os interesses dos diversos grupos que o apoiavam. Foi aclamado o primeiro imperador constitucional do Brasil, e outorgou a primeira Constituição brasileira, em 25 de março de 1824.

D. Pedro I (1798- 1834)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Emn-Anot_L14-M1_s-d_02 · Item documental · S.d.
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Esmenia (1829)

O brigue-escuna Esmenia era uma embarcação brasileira pertencente a Manoel José Ribeiro Guimarães, sob o comando de João Antonio da Silva e tendo José Martins como piloto. Partiu do Rio de Janeiro em 28 de agosto de 1829 com destino à costa centro-oeste africana, planejando escalas nas ilhas de São Tomé e Príncipe antes de atingir os portos de Zaire, Cabinda e Molembo. Essa rota era amplamente utilizada por navios brasileiros envolvidos no tráfico transatlântico de escravizados, conectando o Brasil às regiões africanas que, apesar das proibições formais do tráfico, continuavam sendo grandes fornecedoras de cativos para as plantações brasileiras.
No final da década de 1820, o tráfico atlântico enfrentava crescente repressão internacional, especialmente por parte da Inglaterra, que pressionava o Brasil a cumprir o Tratado de 1826, no qual se comprometera a abolir o comércio transatlântico de escravizados. No entanto, o tráfico persistia de maneira clandestina, e a costa do Congo e de Angola continuava sendo um dos principais pontos de embarque de africanos destinados ao trabalho forçado nas lavouras do Brasil. Os traficantes brasileiros utilizavam subterfúgios para driblar a fiscalização, como bandeiras falsas, documentação fraudulenta e escalas em ilhas próximas ao litoral africano, como São Tomé e Príncipe, antes de desembarcar em portos de menor vigilância.
Diante desse contexto, a viagem do Esmenia foi interrompida pela fragata britânica Eden, comandada por Owen, que o apresou no Rio Camarões, uma região estratégica utilizada por traficantes que tentavam evitar patrulhas mais rígidas em portos como Luanda ou Benguela. Após a apreensão, a embarcação foi levada para Serra Leoa, um dos principais centros de repressão ao tráfico atlântico mantidos pelos britânicos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.
A apreensão do Esmenia reflete o aumento da vigilância britânica sobre o tráfico atlântico e a tentativa de sufocar as operações clandestinas mantidas por comerciantes brasileiros. Apesar das restrições impostas pelos tratados, a demanda por mão de obra escravizada continuava impulsionando essa atividade, levando os traficantes a explorar rotas alternativas e portos menos fiscalizados.

José de Paiva (s.d.)
RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Gvo-Anot_L17-M1_s-d_01 · Item documental · [S.d.]
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Gavião (1819)

Brigue portuguê de propriedade de Elias Coelho Cintra e comandado por José Bento de Macedo, em dezembro de 1818, Gavião partiu do porto de Pernambuco, um dos principais entrepostos do tráfico no Brasil, com destino à costa centro-ocidental da África, mais precisamente a Cabinda, com escalas nas ilhas de São Tomé e Príncipe, e também no porto de Loanda. Tal itinerário revela um padrão comum das rotas escravistas da época. A embarcação se inseria em um contexto marcado por um cenário de transição e crescente repressão ao tráfico negreiro. Embora Portugal tivesse assinado tratados com a Inglaterra para restringir e, posteriormente, abolir esse comércio, muitos negociantes portugueses e brasileiros continuavam a operar ilegalmente, aproveitando a complexidade das rotas e a dificuldade de fiscalização nos portos africanos. s escalas em São Tomé, Príncipe e Loanda reforçam o papel estratégico desses pontos como entrepostos de abastecimento e negociação de cativos, num sistema que conectava redes comerciais atlânticas complexas e bem estruturadas. A atuação britânica na repressão ao tráfico transatlântico intensificou-se nas primeiras décadas do século XIX. Nesse ínterim, no início de 1819, o brigue lusitano foi apreendido pela embarcação britânica Iastar, sob o comando de George Collor. Após a captura, Gavião foi direcionado à Serra Leoa, onde funcionava um dos tribunais britânicos destinados ao julgamento de navios acusados de tráfico ilegal. Serra Leoa era um dos principais centros britânicos de triagem e julgamento de navios suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de africanos. Servindo como base para a Comissão Mista, as embarcações capturadas eram levadas a Serra Leoa para serem submetidas a processos judiciais, nos quais sua carga e documentos eram examinados para determinar a legalidade da viagem, destacando a complexidade do período no que diz respeito à repressão do comércio atlântico de escravizados.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Joh-Anot_L19-M1_s.d · Item documental · [S.d.]
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Embarcação nacionalidade americana pertencente a Robert Walker. Porém, embora operasse oficialmente sob nacionalidade norte-americana, a embarcação estava consignada ao comerciante Manoel Pinto da Fonseca, figura conhecida no circuito negreiro, o que pode evidenciar o uso estratégico de bandeiras estrangeiras como subterfúgio para driblar as fiscalizações impostas pelas legislações internacionais e pelos tratados bilaterais que visavam à supressão do comércio de cativos.
No início da década de 1840, partindo do porto do Rio de Janeiro, tradicional ponto de articulação do tráfico, o John A. Bob tinha como destino Cabinda, na costa centro-ocidental da África, um dos principais entrepostos de captura e embarque de pessoas escravizadas ainda na primeira metade do século XIX. O itinerário revela a manutenção das rotas tradicionais de tráfico entre o sudeste brasileiro e o Golfo do Congo, mesmo com o aumento da presença naval britânica e a crescente atuação de tribunais internacionais de repressão. A utilização de navios estrangeiros, especialmente sob bandeiras norte-americanas, tornou-se uma prática comum entre traficantes brasileiros, que buscavam se proteger da abordagem dos cruzeiros britânicos e dificultar a responsabilização legal em caso de captura.
Captura essa que ocorreu mediada por duas embarcações britânicas, a Madagascar e a Waterwitch, comandadas, respectivamente, por John Foote e Henry James Matson. Este último já possuía histórico de envolvimento ativo na repressão ao tráfico, tendo capturado anteriormente navios como o Caliope e a Esmeralina, o que demonstra a continuidade e sistematicidade das operações navais britânicas nesse período. A ação conjunta das duas embarcações evidencia o esforço coordenado da Marinha Real em sufocar as rotas negreiras e impedir que navios suspeitos atingissem os portos africanos, numa tentativa de desarticular a logística do tráfico ainda em funcionamento.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Cpt-Anot_L8-M3_1837-03-04 · Item documental · 04/03/1837
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Conceição da Ponte (1837)

A sumaca Conceição da Ponte, sob o comando de José Joaquim de Melo, partiu do porto de Pernambuco com destino às Ilhas de São Tomé e Príncipe em 1837.
Pernambuco era, historicamente, um dos principais portos brasileiros envolvidos no tráfico de africanos escravizados. Durante séculos, a economia da região esteve atrelada à produção açucareira e, consequentemente, à importação de mão de obra cativa da África. Mesmo após a promulgação da Lei Feijó, em 1831, que teoricamente proibia o tráfico para o Brasil, a prática persistiu de forma clandestina, abastecendo as plantations do Nordeste. Para além disso, as Ilhas de São Tomé e Príncipe, por sua vez, desempenhavam um papel estratégico no comércio atlântico. Situadas no Golfo da Guiné, essas ilhas haviam sido, desde o período colonial português, pontos de trânsito para embarcações que transportavam cativos da África para as Américas, trazendo à tona a complexidade do comércio transatlântico.
O referido caso está intrinsecamente ligado com o momento de discussões sócio-políticas em torno do fim do tráfico transatlântico entre as décadas de 1840 e 1850. A promulgação unilateral do Bill Aberdeen, em agosto de 1845 foi um evento crucial na história das relações entre o Brasil e o Império Britânico, refletindo a crescente pressão que a Grã-Bretanha exercia sobre o Brasil durante o século XIX.

J. J. Novaes
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Cpt-Anot_L8-M3_1837-09-25 · Item documental · 25/09/1837
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Conceição da Ponte (1837)

A sumaca Conceição da Ponte, sob o comando de José Joaquim de Melo, partiu do porto de Pernambuco com destino às Ilhas de São Tomé e Príncipe em 1837.
Pernambuco era, historicamente, um dos principais portos brasileiros envolvidos no tráfico de africanos escravizados. Durante séculos, a economia da região esteve atrelada à produção açucareira e, consequentemente, à importação de mão de obra cativa da África. Mesmo após a promulgação da Lei Feijó, em 1831, que teoricamente proibia o tráfico para o Brasil, a prática persistiu de forma clandestina, abastecendo as plantations do Nordeste. Para além disso, as Ilhas de São Tomé e Príncipe, por sua vez, desempenhavam um papel estratégico no comércio atlântico. Situadas no Golfo da Guiné, essas ilhas haviam sido, desde o período colonial português, pontos de trânsito para embarcações que transportavam cativos da África para as Américas, trazendo à tona a complexidade do comércio transatlântico.
O referido caso está intrinsecamente ligado com o momento de discussões sócio-políticas em torno do fim do tráfico transatlântico entre as décadas de 1840 e 1850. A promulgação unilateral do Bill Aberdeen, em agosto de 1845 foi um evento crucial na história das relações entre o Brasil e o Império Britânico, refletindo a crescente pressão que a Grã-Bretanha exercia sobre o Brasil durante o século XIX.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-COM-CMis-CMBrGBr-Cst-Anot_L8-M5_s-d_02 · Item documental · [S.d.]
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Constante (1846)

Galera brasileira denominada “Constante” operava sob propriedade de Antonio de Sousa Ribeiro, representante dos herdeiros do Comendador Bernardino de Sá, o Barão de Vila Nova do Minho. Figura influente no comércio atlântico, o barão esteve envolvido em diversas atividades mercantis, possuindo uma frota de navios que incluía o Atrevida, Bonfim, Princeza, Triunfante e Cidade de Angra. A embarcação Constante também tinha como proprietário Jeronimo Pereira Lopes da Silva.
Sob o comando de Laurentino Cândido do Amaral, a Constante partiu do porto do Rio de Janeiro em novembro de 1846. Oficialmente, seu destino era a pesca da baleia, mas a embarcação foi apreendida na saída de Quelimane, na costa oriental africana, pela fragata britânica Cleópatra.
A apreensão da Constante insere-se no contexto do tráfico atlântico de escravizados, que, apesar das proibições internacionais, ainda persistia de maneira clandestina. O Brasil havia formalmente abolido o tráfico transatlântico em 1831, mas a medida foi amplamente desrespeitada até a intensificação das patrulhas britânicas e a aplicação mais rigorosa da Lei Eusébio de Queirós em 1850. Regiões como Quelimane, em Moçambique, eram pontos estratégicos para traficantes, fornecendo cativos para mercados da América. A atuação de embarcações britânicas, como a Cleópatra, fazia parte de um esforço internacional para sufocar esse comércio ilícito.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComGovEx-Ita-Art_209-03-05_1825-01-20 · Item documental · Roma, Itália
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Luis José de Carvalho e Melo (1764-1826), formou-se na Universidade de Coimbra, e antes de emergir no cenário político administrativo do país, exerceu várias funções na magistratura. Também atuou como deputado da Real Junta do Comércio, desembargador do Paço e deputado da Mesa da Consciência e Ordens em 1808; foi deputado da Assembleia Constituinte dissolvida até 1823; bem como atuou como ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros. Considerado como um dos mais notáveis estadistas da época da Independência.

Vicente Antônio da Costa (s.d.), foi oficial da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e tido como um grande conhecedor de diplomacia.

BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComGovEx-Ita-Art_209-03-05_1825-07-18_Anexo 01 · Item documental · Roma, Itália
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Estevão Ribeiro de Resende (1777-1856), 1º Barão, Conde e Marquês de Valença, natural de São João del Rei em Minas Gerais, exerceu diversas funções na magistratura, foi o primeiro juiz de fora e órfãos da Capitania de São Paulo, ajudante de Intendente Geral da Polícia da Corte e Reino do Brasil, ministro do Império e ministro da Justiça, participou ativamente do golpe da maioridade. Seu nome pode aparecer na seguinte variação: Estevão Ribeiro de Rezende.

Estevão Ribeiro de Resende (1777-1856)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-LEG-ComGovEx-Arg-Art_282-4-3_1829-08-20 · Item documental · Rio de Janeiro, Brasil
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Jornal do Commercio, em circulação desde 1º de outubro de 1827, o jornal carioca é o segundo periódico diário mais antigo do Brasil ainda em circulação, e um dos mais antigos de toda a América Latina, perdendo apenas para o Diário de Pernambuco. Fundado pelo tipógrafo parisiense Pierre René François Plancher de La Noé. Após fundar sua própria oficina, a Imperial Typographia, no centro do Rio de Janeiro, o jornal pretendia explorar o mercado até então monopolizado pelo Diário do Rio de Janeiro.

Não consta.
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-EMB-Esp-Art_L194-M04-P12_1807-12-11 · Item documental · Madri, Espanha
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Com a ascensão de Napoleão Bonaparte (1769-1821) ao governo francês, iniciou no continente europeu conflitos armados desencadeados pelas tensões entre ideias revolucionárias e as tradicionais monarquias absolutistas. Neste contexto, Napoleão Bonaparte forma um exército cuja função era destituir os governantes contrário as suas ideias e interesses. A casa Real Portuguesa, por exemplo, acaba se dirigindo ao Brasil em 1808 devido a eminente invasão do exército napoleônico.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1808-02-10 · Item documental · Montevidéu, Uruguai
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Francisco Javier de Elío (1767-1822), militar espanhol, exerceu os cargos de governador de Montevidéu e foi o último Vice-Rei das Províncias Unidas do Rio da Prata.

Santiago de Liniers (1753-1810), conde de Buenos Aires, nasceu em Niort, na França, porém dedicou a sua carreira militar na região do Rio da Prata. Foi uma personalidade de grande importância para Buenos Aires no contexto das invasões inglesas, e por esse motivo, foi nomeado como Vice-Rei da Região do Rio da Prata. Grande defensor do regime monarquista, diante do contexto de Independência da Argentina foi executado em 1810 por defender a Coroa Espanhola.

Francisco Xavier Elio (1767-1822)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-EMB-Cas-Arge-Art_L194-M04-P12_1809-09-30 · Item documental · Madri, Espanha
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

John Whitelocke (1757-1833), era um militar inglês que comandou as invasões britânicas a Buenos Aires em 1807. Após fracassar na expedição que tinha por objetivo invadir a região do Rio da Prata, Whitelocke foi condenado pela corte marcial britânica e foi destituído de todas as funções militares.

John Whitelocke (1757-1833)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-03-07 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Ao final do século XVIII e início do século XIX, diversos fatores ajudaram a desencadear o processo de Independência dos países da América Espanhola. Com os desdobramentos das Guerras Napoleônicas, a Espanha acabou perdendo a soberania frente suas colônias. Simultaneamente, intelectuais latino-americanos, influenciados por ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos da América (1776), começaram uma série de movimentações buscando dar aos povos mais liberdade e igualdade e a partir de 1810 começaram a eclodir revoluções em toda a América Hispânica buscando a liberdade dos seus países.

Não consta.
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-03-12 · Item documental · 12/03/1818
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Ao final do século XVIII e início do século XIX, diversos fatores ajudaram a desencadear o processo de Independência dos países da América Espanhola. Com os desdobramentos das Guerras Napoleônicas, a Espanha acabou perdendo a soberania frente suas colônias. Simultaneamente, intelectuais latino-americanos, influenciados por ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos da América (1776), começaram uma série de movimentações buscando dar aos povos mais liberdade e igualdade e a partir de 1810 começaram a eclodir revoluções em toda a América Hispânica buscando a liberdade dos seus países.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-04 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José de San Martín (1778-1850), conhecido como Libertador da América, Santo da Espada e Pai da Pátria, foi uma figura de extrema importância para a independência dos países Sul Americanos. General argentino, participou das Guerras de Independência da América Espanhola e desempenhou o cargo de 1º presidente do Peru.

José de San Martin (1778-1850)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-04-08_02 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Juan Martín de Pueyrredón (1777-1850), militar e político argentino que atuou na tentativa de ocupação britânica em Buenos Aires em 1806 e pelo seu excelente desempenho foi convidado a ser representante de Buenos Aires na Espanha. De volta a Buenos Aires, participou das revoluções a favor da independência das províncias do Rio da Prata. Em 1815 exerceu o cargo de diretor supremo das Províncias Unidas do Rio da Prata.

Juan Martín de Pueyrredón (1777-1850)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-04-22 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

José de San Martín (1778-1850), conhecido como Libertador da América, Santo da Espada e Pai da Pátria, foi uma figura de extrema importância para a independência dos países Sul Americanos. General argentino, participou das Guerras de Independência da América Espanhola e desempenhou o cargo de 1º presidente do Peru.

José de San Martín (1778-1850)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-LIM-Plat-Art_L194-M04-P12_1818-07-15 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Matías De Irigoyen (1781-1839), militar argentino que durante sua infância foi levado para a Espanha. Enquanto residia nos domínios espanhóis, em 1805, participou na batalha de Trafalgar, na qual foi ferido. Em 1809, voltou ao Rio da Prata com o posto Alférez de Navio, dirigindo-se ao posto Río de la Plata, participando do Cabildo inaugurado em maio de 1810, em cuja assembleia votou contra o vice-rei Cisneros. De 1817 a 1820 foi Ministro da Guerra e da Marinha do Diretor Supremo Pueyrredón. Posteriormente, a Junta revolucionária confiou a ele uma missão diplomática na Inglaterra, sendo o primeiro embaixador nomeado pelo governo revolucionário na Europa; Depois de passar pelo Rio de Janeiro, onde se encontrou com o embaixador inglês, Lord Strangford, seguiu para Londres onde teve reuniões com o ministro Marquês de Wellesley, nas quais solicitou, em vão, ajuda britânica para o governo autônomo de Buenos Aires. Mais tarde, em 1812, como tenente-coronel da artilharia voadora, participou da campanha de Montevidéu. Promovido a Coronel, após a batalha de Cerrito, continuou a luta contra os Montoneros de Artigas, comandando uma esquadra que atuava nos rios costeiros. Em abril de 1815, junto com José de San Martín e Manuel de Sarratea, ingressou no efêmero Terceiro Triunvirato, após a derrubada do Diretor Supremo Carlos María de Alvear. No entanto, a nomeação de Ignacio Álvarez Thomas como Diretor Supremo pôs fim a este Triunvirato. Em 1817, o diretor Pueyrredón o nomeou ministro da Guerra. Mais tarde exerce as funções de Comandante Geral da Marinha. De então a 1820 ele ocupou o cargo de ministro da Guerra e Marinha das Províncias Unidas do Rio da Prata, durante os governos de Juan Martín de Pueyrredón, José Rondeau e Juan Pedro Aguirre. Após a Batalha de Cepeda em fevereiro de 1820, foi nomeado governador intendente de Buenos Aires. Após a dissolução do Diretório e a formação dos Estados Provinciais, Irigoyen foi eleito governador provisório da nova província de Buenos Aires até a ascensão de Manuel de Sarratea, em fevereiro de 1820.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-IMP-Guer-Art_L194-M04-P12_1818-10-14 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Cornelio de Saavedra (1759-1829) foi um grande estadista e militar rioplatense. Começou sua carreira militar durante as invasões inglesas na região do Rio da Prata. Teve uma atuação de extrema importância na Revolução de Maio e desempenhou o cargo de presidente da Primeira Junta das Províncias Unidas do Rio da Prata.

Joaquín de la Pezuela (1761-1830), o marquês de Viluma, nascido em uma família nobre de Naval na Espanha, emigrou para a América em 1803. Foi um grande defensor do regime monárquico, combatendo os movimentos pró Independência da época. Se tornou Vice-Rei do Peru em 1816 ocupando o cargo até 1821.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-EMB-Eua-Art_L194-M04-P12_1818-12-02_01 · Item documental · 02/12/1818
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Ao final do século XVIII e início do século XIX, diversos fatores ajudaram a desencadear o processo de Independência dos países da América Espanhola. Com os desdobramentos das Guerras Napoleônicas, a Espanha acabou perdendo a soberania frente suas colônias. Simultaneamente, intelectuais latino-americanos, influenciados por ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos da América (1776), começaram uma série de movimentações buscando dar aos povos mais liberdade e igualdade e a partir de 1810 começaram a eclodir revoluções em toda a América Hispânica buscando a liberdade dos seus países.

Jornal El Censor
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-EMB-Cas-Chil-Art_L194-M04-P12_1818-12-02_02 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Juan Martín de Pueyrredón (1777-1850), militar e político argentino que atuou na tentativa de ocupação britânica em Buenos Aires em 1806 e pelo seu excelente desempenho foi convidado a ser representante de Buenos Aires na Espanha. De volta a Buenos Aires, participou das revoluções a favor da independência das províncias do Rio da Prata. Em 1815 exerceu o cargo de diretor supremo das Províncias Unidas do Rio da Prata.

Manuel Blanco y Encalada (1790-1876) nasceu em Buenos Aires, mas sua atuação política e militar ocorreu no Chile. Foi o primeiro presidente da República do Chile de forma provisória entre julho de 1826 e setembro de 1826. Exerceu os cargos de senador, deputado e comandante chefe da armada. Participou da Batalha de Maipu em 1818 pela libertação do Chile e contra o exército espanhol.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEGP-FIM-EMB-Cas-Chil-Art_L194-M04-P12_1818-12-03 · Item documental · Buenos Aires, Argentina.
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Manuel Blanco y Encalada (1790-1876) nasceu em Buenos Aires, mas sua atuação política e militar ocorreu no Chile. Foi o primeiro presidente da República do Chile de forma provisória entre julho de 1826 e setembro de 1826. Exerceu os cargos de senador, deputado e comandante chefe da armada. Participou da Batalha de Maipu em 1818 pela libertação do Chile e contra o exército espanhol.

Manuel Blanco y Encalada (1790-1876)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-FRO-Pla-Arg-Art_L194-M04-P12_1846-11-18 · Item documental · Montevidéu, Uruguai
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Ao final do século XVIII e início do século XIX, diversos fatores ajudaram a desencadear o processo de Independência dos países da América Espanhola. Com os desdobramentos das Guerras Napoleônicas, a Espanha acabou perdendo a soberania frente suas colônias. Simultaneamente, intelectuais latino-americanos, influenciados por ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos da América (1776), começaram uma série de movimentações buscando dar aos povos mais liberdade e igualdade e a partir de 1810 começaram a eclodir revoluções em toda a América Hispânica buscando a liberdade dos seus países.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata L242-M03-P04_1822-10-28_01 · Item documental · Colônia do Sacramento, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a aclamação de D. Pedro I como Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, as províncias brasileiras que estavam a favor do movimento de Independência aderiram ao novo governo. Na Província da Cisplatina ocorreu uma dualidade entre os cabildos das vilas, Montevidéu foi contra a Independência e a adesão ao Império Brasileiro pois era a favor de continuar ligada ao Reino de Portugal, porém, outras vilas da região aclamaram D. Pedro I como Imperador devido aos esforços de Carlos Frederico Lecor e seus aliados.

Regimento de Cavalaria de Milícias da Colônia do Sacramento (Uruguai)
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_232-03-01_1823-12-14 · Item documental · Colônia do Sacramento, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Lucas José Obes (1782-1838) nasceu em Buenos Aires, porém dedicou a sua vida atuando na política uruguaia. Foi preso ao final de 1810, acusado pelo governador militar de Montevidéu, Gaspar de Vigodet, de apoiar a Junta Governativa de Buenos Aires. Obes conseguiu provar sua inocência, mas passou 3 anos exilado em outros países. Em sua volta a Montevidéu, exerceu os cargos de procurador Geral do Estado, ministro da Fazenda e ministro das Relações Exteriores do Uruguai. Em 1836, no governo do general Oribe, foi acusado de participar do movimento revolucionário de Rivera e por consequência se exilou no Rio de Janeiro, onde faleceu.

Colégio eleitoral de Colônia do Sacramento
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1822-10-09 · Item documental · San José, Cisplatina (Uruguai)
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a aclamação de D. Pedro I como Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, as províncias brasileiras que estavam a favor do movimento de Independência aderiram ao novo governo. Na Província da Cisplatina ocorreu uma dualidade entre os cabildos das vilas, Montevidéu foi contra a Independência e a adesão ao Império Brasileiro pois era a favor de continuar ligada ao Reino de Portugal, porém, outras vilas da região aclamaram D. Pedro I como Imperador devido aos esforços de Carlos Frederico Lecor e seus aliados.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1822-10-25 · Item documental · San Fernando de Maldonado, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a aclamação de D. Pedro I como Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, as províncias brasileiras que estavam a favor do movimento de Independência aderiram ao novo governo. Na Província da Cisplatina ocorreu uma dualidade entre os cabildos das vilas, Montevidéu foi contra a Independência e a adesão ao Império Brasileiro pois era a favor de continuar ligada ao Reino de Portugal, porém, outras vilas da região aclamaram D. Pedro I como Imperador devido aos esforços de Carlos Frederico Lecor e seus aliados.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1822-10-28 · Item documental · Província da Cisplatina (Uruguai)
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a proclamação da Independência no Brasil em 1822 se viu necessária a criação de uma Constituição e para isso, D. Pedro I convocou uma Assembleia Constituinte em 1823 para a sua elaboração, no entanto, as propostas dessa assembleia foram descartadas e a elaboração da constituição foi passada para o Conselho de Estado. A constituição de 1824 foi inspirada no ideal de que é constitucional apenas os poderes do Estado e os direitos e garantidas individuais, ideia essa baseada no constitucionalismo inglês. Além disso, a Constituição de 1824 tinha como papel alinhar os princípios liberalistas ao modelo monárquico da época. Sua vigência ocorreu por todo o período imperial e durou até o ano de 1891, quando começa a República no Brasil.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1822-11-06 · Item documental · Vila de Melo do Cerro Largo, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a aclamação de D. Pedro I como Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, as províncias brasileiras que estavam a favor do movimento de Independência aderiram ao novo governo. Na Província da Cisplatina ocorreu uma dualidade entre os cabildos das vilas, Montevidéu foi contra a Independência e a adesão ao Império Brasileiro pois era a favor de continuar ligada ao Reino de Portugal, porém, outras vilas da região aclamaram D. Pedro I como Imperador devido aos esforços de Carlos Frederico Lecor e seus aliados.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1822-11-10 · Item documental · Nuestra Señora del Rosário, Cisplatina (Uruguai)
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Após a aclamação de D. Pedro I como Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, as províncias brasileiras que estavam a favor do movimento de Independência aderiram ao novo governo. Na Província da Cisplatina ocorreu uma dualidade entre os cabildos das vilas, Montevidéu foi contra a Independência e a adesão ao Império Brasileiro pois era a favor de continuar ligada ao Reino de Portugal, porém, outras vilas da região aclamaram D. Pedro I como Imperador devido aos esforços de Carlos Frederico Lecor e seus aliados.

Não consta
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1823-09-21_01 · Item documental · Vila de Melo do Cerro Largo, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antes de ser proclamada a independência do Brasil, D. Pedro I convocou em 3 de junho a formação de uma assembleia luso-brasiliense. No entanto, em setembro após a declaração da independência, o objetivo da adoção da Assembleia Legislativa tornou-se a elaboração da primeira constituição para o Brasil. Cada uma das províncias brasileiras elegeu seus deputados que se reuniram no Rio de Janeiro em 3 de maio de 1823. As instruções para as eleições dos deputados foram passadas a todas as províncias, porém o processo foi lento e devido as guerras de independência algumas delas não tiveram seus representantes presentes na Assembleia. Contudo, ela foi dissolvida por D. Pedro I, por não aceitar a redução dos seus poderes e dessa forma o Imperador passou a tarefa da criação de uma Constituição para o Conselho de Estado que foi deferida em 1824.

Cabildo da vila de Melo do Cerro Largo
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1823-09-21_02 · Item documental · Vila de Melo do Cerro Largo, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antes de ser proclamada a independência do Brasil, D. Pedro I convocou em 3 de junho a formação de uma assembleia luso-brasiliense. No entanto, em setembro após a declaração da independência, o objetivo da adoção da Assembleia Legislativa tornou-se a elaboração da primeira constituição para o Brasil. Cada uma das províncias brasileiras elegeu seus deputados que se reuniram no Rio de Janeiro em 3 de maio de 1823. As instruções para as eleições dos deputados foram passadas a todas as províncias, porém o processo foi lento e devido as guerras de independência algumas delas não tiveram seus representantes presentes na Assembleia. Contudo, ela foi dissolvida por D. Pedro I, por não aceitar a redução dos seus poderes e dessa forma o Imperador passou a tarefa da criação de uma Constituição para o Conselho de Estado que foi deferida em 1824.

Cabildo da vila de Melo do Cerro Largo.
BR DFMRE RIO-AHI-SNEIB-FIM-ROPFJ-Prov-Cis-Ata_243-03-01_1823-10-08 · Item documental · Vila de Melo do Cerro Largo, Província da Cisplatina (Uruguai).
Parte de Escritório de Representação no Rio de Janeiro

Antes de ser proclamada a independência do Brasil, D. Pedro I convocou em 3 de junho a formação de uma assembleia luso-brasiliense. No entanto, em setembro após a declaração da independência, o objetivo da adoção da Assembleia Legislativa tornou-se a elaboração da primeira constituição para o Brasil. Cada uma das províncias brasileiras elegeu seus deputados que se reuniram no Rio de Janeiro em 3 de maio de 1823. As instruções para as eleições dos deputados foram passadas a todas as províncias, porém o processo foi lento e devido as guerras de independência algumas delas não tiveram seus representantes presentes na Assembleia. Contudo, ela foi dissolvida por D. Pedro I, por não aceitar a redução dos seus poderes e dessa forma o Imperador passou a tarefa da criação de uma Constituição para o Conselho de Estado que foi deferida em 1824.

Cabildo da vila de Melo do Cerro Largo.